<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580</id><updated>2012-01-02T17:01:50.024-02:00</updated><category term='- O filme O beijo da serpente'/><category term='- Praça da Sé e a Igreja do Carmo'/><category term='- O dia em que a cavalaria sentou no banco dos réus'/><category term='- O CASTELINHO DA RUA APA E O CASARÃO DO ANASTÁCIO'/><category term='- São Paulo e um dos seus símbolos'/><category term='- Sunset Boulevard e A grande vedete'/><category term='- Referências em arte utilizadas no filme Drácula de Bram Stoker direção Francis Ford Coppolla.'/><category term='- Pânico nos bastidores apresenta o teatro pelo mestre do suspense'/><category term='- O poder e a cobiça em grandes interpretações no filme O Leão no inverno'/><category term=':: Isdhu Honey'/><category term='- Duas formas de se ouvir música'/><category term=':: Rodrigo Ruiz'/><category term='- Produções marcantes do cinema que abordam loucura e distúrbios psicológicos'/><category term='- O som no cinema e a magia das produções musicais...'/><category term='- Sob o domínio do mal'/><category term=':: Iomar Travaglin'/><category term='- As cidades e a urbanização'/><category term='- O êxtase de Santa Teresa: exagero sem vulgaridade na obra máxima de Bernini'/><category term='- A capela e a fonte de Santa Luzia'/><category term='- Os mecanismos históricos da censura e comentário sobre o filme &quot;O outro lado de Hollywood&quot;'/><category term=':: Caio de Aguiar'/><category term='- O GLOBO JUVENIL'/><category term=':: Mirela Terce'/><category term='- Breve comentário sobre a rusticidade. 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(Dangerous Liaisons)'/><category term='- Tecnologia: qual a sua função?'/><category term='- A decadência e o poder sob a ótica do cineasta italiano Luchino Visconti'/><category term=':: Ricardo Dias'/><category term='- O Cinema de Hollywood e a construção de mitos'/><category term='- Sem anestesia'/><category term=':: Rita Dominiano'/><category term='- Janela indiscreta revela grande momento do mestre do suspense'/><category term='- 6emeia'/><category term='- Who Watches the Watchmen?'/><category term=':: Tatiane Cornetti'/><category term='- O palacete do Conde de Sarzedas'/><category term='- O ogro e a fábula'/><title type='text'>ARTES&amp;FATOS</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>33</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-3538665922050037714</id><published>2012-01-02T16:49:00.003-02:00</published><updated>2012-01-02T17:01:50.035-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O Cinema de Hollywood e a construção de mitos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><title type='text'>O Cinema de Hollywood e a construção de mitos.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Iomar Travaglin&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Primeiro papel dramático de Marilyn, Almas desesperadas, dirigido por Roy Ward Baker é uma produção onde se tenha tentado mostrar o talento de uma atriz que até o momento se mostrava como símbolo sexual, fato que pode ser visto no pôster do filme com uma imagem sedutora, provavelmente, por estar no auge de sua beleza e carisma. O resultado é que Monroe não somente convence como atriz dramática, como também sensibiliza com uma convincente, assustadora e ainda ambígua caracterização. Repare nos ótimos diálogos e nos extras com o pôster original de época, na estréia da atriz Anne Bancroft e em Richard Widmark. A produção mostra o cinema norte americano em época de transição, com temas ousados e proibidos pelo código de censura imposto pelos grandes estúdios. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O cinema dos anos trinta e quarenta começava a declinar em função de outras mídias como a televisão, que impunha a visão doméstica da imagem e do glamour. Nesta época os grandes estúdios se rivalizavam contratando atores e atrizes com contrato exclusivo para produções cada vez mais sofisticadas. Diante da produção quase industrial, Hollywood moldou toda uma sociedade ainda hoje fascinada com o glamour e riqueza representada pelo Star Systen que cobrança um preço alto dos seus contratados: os estúdios ditavam desde a maneira de se comportar, como se vestir; e até mesmo questões íntimas como casamentos e romances. Diante dessa situação radical, não raro muitos atores e atrizes sucumbiam a um ritmo estressante de gravações e pressões pessoais. Em época de liberação feminina, muitas atrizes fumavam, utilizando o fumo para se equiparar aos homens, detalhe que na realidade também envolvia patrocínio da indústria do tabaco nas produções. O fumo fez com que este fosse associado ao glamour e este ato era considerado moderno e elegante. Relatos de uso de drogas foram uma constante na historia do cinema, muitos protagonistas e diretores com agenda de vários filmes anuais, tomavam remédio para dormir e também para não dormir já que em muitos casos as gravações eram à noite para uso melhor do tempo. Este fato aliado as estafantes entrevistas e agenda de divulgação acabavam por fazer com que dependências de medicamentos fossem uma constante, um caso de dependência ainda hoje relatado é da atriz Judy Garland que apesar de ótima atriz e cantora esteve por vezes envolvida em crises até falecer precocemente na década de 1960. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Norma Jean Baker ou Marilyn Monroe (1923-1963), nascida em 1923, hoje estaria com mais de 80 anos, permanece viva em imagens e filmes cada vez mais reprisados. Com uma infância infeliz e desestruturada, não conheceu o pai, e sua mãe, Gladys Pearl Monroe, sofreu problemas psiquiátricos falecendo em um hospital sem reconhecer a filha. Seu nome veio de uma atriz que sua mãe tinha especial predileção: Norma Talmadge (1893-1957), atriz do cinema mudo. E neste caso é interessante a semelhança das imagens realizadas num intervalo de quase 30 anos entre Norma e Monroe (Fig.3). Em 1955, apos este seu primeiro papel dramatico, Marilyn acreditava que podia se livrar da imagem que a consagrara de mulher sensual e voluptosa voltando-se a busca de seriedade e experiência como atriz. Para isto, mudou-se para Hollywood e foi estudar na prestigiada escola de interpretação de Lee Strasberg. Abriu em seguida sua própria produtora, Marilyn Monroe Productions, produzindo os filmes Bus Stop e The Prince and the Showgirl, este último contracenando com o respeitado ator inglês Laurence Olivier. Depois de vários casamentos, depressão, crises e um rumoroso caso com o presidente norte americano John Kennedy. Faleceu por ingestão demasiada de pílulas para dormir e embora estivesse só no momento da morte, hoje se contesta a tese de suicídio. Sabe-se que as tentativas de sair da imagem de mulher sensual e pouco inteligente foi uma constante em sua vida, mass problemas com álcool e drogas a fizeram sucumbir psicologicamente. Porem, em seus filmes existe a impressão que Marilyn não era o que aparentava ser. Suas interpretações dramáticas são cultuadas e reconhecidas, seus números musicais impecáveis. Logo após este seu primeiro papel dramático, a fotografa Eve Arnold, flagrou Marilyn lendo o clássico de James Joyce, Ulisses, considerado de grande complexidade pela maneira metafórica que apresenta a história de Homero transposta no cotidiano do personagem Leopold Bloom. (Fig.2) Em sua memória sobre a realização da imagem, a fotógrafa relata que mesmo ela se espantou pelo fato da atriz estar quase no final e mostrar suas impressões sobre o assunto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Cinco dias antes de falecer em uma entrevista para a Revista Life, a atriz comentando sua súbita demissão de Something´s got to give, supostamente por problemas gerados por álcool e drogas, disse que a "fama é tênue": "Ela sempre acaba indo embora, então adeus a ela". A atriz se foi, mas sua imagem ficou associada para sempre na historia do cinema como sinônimo de glamour.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Do Cinema para o mundo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A entrega do Oscar, maior prêmio do cinema norte americano, atrai divisas para a indústria da moda, que entre outras formas de marketing utiliza os figurinos dos atores usados no chamado tapete vermelho para movimentar milhões. A moda sempre teve um especial lugar no cinema e os estúdios possuíam um exercito de figurinistas que mobilizavam para realização de produções diversas. Casos curiosos envolvendo os atores e o cinema por sua influencia são exemplos importantes, alguns entrando até no lado econômico: conta-se, por exemplo, que o astro Clark Gable no filme Aconteceu naquela noite (1934) ao aparecer sem camiseta regata, hábito comum entre os homens de então, provocou uma queda na venda desse produto, obrigando o estúdio a fazer uma campanha com o astro para normalizar o mercado. Este filme também teve o mérito de popularizar os pijamas masculinos para homens e mulheres, quando os atores principais, Claudete Colbert e Gable utilizaram pijamas numa determinada cena. A frase de Marilyn dizendo que dormia somente com “...duas gotas de Chanel no 5”, elevou a procura pelo perfume. Um grande meio de divulgação da moda e glamour foi a fotografia. Neste expoente, o fotografo mais importante em termos de representação foi George Hurrel. Anteriormente pintor e em época pré photoshop especializou-se em um tipo de fotografia que “divinizava” os retratados. Retocando diretamente no negativo e criando ambientes oníricos e sombreados com cuidado, fazia dos atores “deuses” e “deusas” de Hollywood, mostravam-se inacessíveis e perfeitos para os mortais consumidores de seus filmes. No retrato de uma das mais belas e inteligentes atrizes da época de ouro de Hollywood; a atriz Frances Farmer, verificamos a alusão a uma auréola como símbolo de alguém que emite luz ou está cercado de realeza (fig.4). Ironias a parte, Frances Farmer, foi uma mulher de temperamento forte e avessa a regras dos estúdios em formar estrelas, esteve na Rússia, e no contato com aquele país foi acusada na volta aos Estados Unidos de “simpatia” ao comunismo. Sua mãe, ao ver a filha avessa ao glamour e na oportunidade que isso representava provocou desavenças que resultaram em agressões e crises culminando com internações psiquiátricas e ao final, segundo informações não confirmadas, uma lobotomia. Jessica Lange, em 1982, realizou produção sobre sua tumultuada vida chamada Frances ganhando prêmios e indicações de melhor atriz, Curt Cobain, líder do Nirvana também se dizia admirador da bela atriz incluindo no álbum “In Utero” a música em sua homenagem “Frances Farmer Will have her a revange on Seattle”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Loiras e belas, Francis e Marilyn tiveram destinos comuns no cinema e foram em seu devido tempo vitimas de um sistema que as consumiu. O mais completo estudo neste sentido foi realizado por Edgar Morin no livro Les Stars, onde expõe de forma pormenorizada o Star Systen ou sistema de estrelas regido por um grupo de empresários interessados na produção industrial cinematográfica e que posteriormente foi substituído por uma mídia que trata o ator, de forma mais aberta, igualmente como mercadoria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;De forma geral, infelizmente, o mito da loira com pouca inteligência e o preconceito com pessoas presas em um estereótipo, ainda esta presente na nossa sociedade como uma marca fixada na aparência física, fato definitivamente fora de muitas realidades do campo artístico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-uhrFX_wCuws/TwHuP2WLCFI/AAAAAAAAAoA/SZM_xIkCP0U/s1600/m01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" rea="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-uhrFX_wCuws/TwHuP2WLCFI/AAAAAAAAAoA/SZM_xIkCP0U/s1600/m01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Imagem retirada da revista History photography.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Outono de 2002. (Fig.2)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fC0MVWSLGAM/TwHumuQi7tI/AAAAAAAAAoM/MKUaJkb4EXg/s1600/m02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="190" rea="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-fC0MVWSLGAM/TwHumuQi7tI/AAAAAAAAAoM/MKUaJkb4EXg/s320/m02.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Norma Talmadge e Norma Jean Baker (Fig.3) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Imagens retiradas da Internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pH2v9Iob32Y/TwH9c2d44AI/AAAAAAAAAoY/7L-OeJx5-8s/s1600/m04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" rea="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-pH2v9Iob32Y/TwH9c2d44AI/AAAAAAAAAoY/7L-OeJx5-8s/s1600/m04.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Reprodução da capa original do filme&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALMAS DESESPERADAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Título Original: Don't Bother to Knock. 1952; Direção: Roy Ward Baker; Roteiro: Daniel Taradash, Baseado em livro de: Charlotte Armstrong; Produção: Julien Blaustein; Música: Lionel Newman; Fotografia: Lucien Ballard; Elenco: Richard Widmark (Jed Towers), Marilyn Monroe (Nell Forbes), Anne Bancroft (Lyn Lesley).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Livros e filmes sobre o assunto:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MORIN, Edgar. Les Stars. Paris: Galilee, 1984.&lt;br /&gt;MORIN, Edgar. O cinema ou o homem imaginário: ensaio de antropologia. Lisboa: Relógio d'água, 1997.&lt;br /&gt;HURRELL, George. George Hurrell: portraits glamour d'Hollywood. Munich: Schirmer, 1993. &lt;br /&gt;LURIE, Alison. A linguagem das roupas. Rio de janeiro: Rocco, 1997.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-3538665922050037714?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/3538665922050037714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=3538665922050037714' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/3538665922050037714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/3538665922050037714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2012/01/o-cinema-de-hollywood-e-construcao-de.html' title='O Cinema de Hollywood e a construção de mitos.'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-uhrFX_wCuws/TwHuP2WLCFI/AAAAAAAAAoA/SZM_xIkCP0U/s72-c/m01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-6530302528584417859</id><published>2011-10-21T09:39:00.006-02:00</published><updated>2011-10-21T09:53:50.177-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O som no cinema e a magia das produções musicais...'/><title type='text'>O som no cinema e a magia das produções musicais norte americanos do pós guerra</title><content type='html'>&lt;link href="file://localhost/Users/tatiane/Library/Caches/TemporaryItems/msoclip/0clip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;  &lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */@font-face {font-family:Verdana; panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:auto; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;}@font-face {font-family:Calibri; panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:auto; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;}@font-face {font-family:Tahoma; panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:auto; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;} /* Style Definitions */p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:10.0pt; margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-language:EN-US;}a:link, span.MsoHyperlink {color:#2C6182; 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As invenções do telefone e do telégrafo propiciaram diversas pesquisas na área até o advento do fonógrafo, a gravação elétrica através do microfone e de sua ampliação pelas válvulas, desenvolvidas por Lee De Forest ainda nos anos de 1910. À época, grandes companhias elétricas, como a norte-americana Electric-Western e a alemã A.E.G. Tobis-Klang-film, adquiriram direitos sobre patentes desses inventos e a primeira ofereceu a novidade a empresários ligados a um grande banco. Devido a lucrativa hegemonia do cinema mudo, já aceito pelo publico, nenhuma empresa acreditava na sonorização fazendo com que as experiências nesse sentido fossem abandonadas por volta de 1914. Eram comuns, por esta época, pequenas orquestras se apresentarem nas salas de exibição acompanhando com seus acordes as peripécias do enredo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Por volta dos primeiros anos da década de 1920 os experimentos voltaram e mais uma vez não foram aceitos pela maioria. Os irmãos Warner apesar de estarem com dificuldades financeiras e à beira da falência foram simpáticos à proposta de novas investidas quanto ao som e, mesmo com problemas na produção, realizaram o filme &lt;i&gt;Don Juan&lt;/i&gt;, com John Barrymore. O sucesso significativo proporcionou a Warner bancar a proposta do som direto em outro filme com um famoso ator do teatro Vaudeville, Al Jolson e direção de Alan Crosland.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A história de &lt;i&gt;The jazz Singer &lt;/i&gt;(&lt;i&gt;Cantor de jazz&lt;/i&gt;), de 1927, baseada na peça teatral de Samson Rafaelson, apresentava somente os números musicais sonoros e contava a historia de um pobre cantor alcançando a fama. Dois anos depois o primeiro filme inteiramente sonoro foi lançado: &lt;i&gt;Lights of New York&lt;/i&gt;. Apesar do sucesso da novidade, ícones do cinema mudo como Chaplin, King Vidor, René Clair e Eisenstein manifestaram-se contra o cinema sonoro alegando, entre outras coisas, que o som colocava em risco a estética artística do cinema mudo. Eisenstein, inclusive, chegou a redigir um manifesto que se tornou famoso. Com o tempo, além dos problemas técnicos, outros problemas surgiram; somente os atores que possuíam talento vocal eram poupados do vexame da voz não condizer com o porte físico ou ainda por esta não ser agradável e ou audível. Mas a novidade persistiu e acabou sendo aceita com entusiasmo pelo público que voltou a lotar os cinemas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Já na Europa, os filmes norte-americanos que se desenvolveram industrialmente encontraram um grande problema: o idioma. Nesses países as exigências eram quanto ao idioma ser local, acarretando o recurso da dublagem. Isto porem não impediu que o cinema norte-americano fosse durante os anos seguintes a maior produtora do gênero institucionalizando uma linguagem e uma produção impecável. O auge da produção ocorreu durante os anos 20 e meados dos anos 30 até que um novo evento fizesse com que o próprio sistema se reformulasse: a televisão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: #783f04;"&gt;A era dos musicais&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Os musicais americanos, cujo auge foi no período pós-guerra, talvez tenha sido o filão encontrado, segundo estudiosos, para um lazer alienante como as novelas de TV atuais, apresentando um mundo cor-de-rosa e romântico contrário a dura realidade dos conflitos bélicos e suas conseqüências sociais. Porém, à medida que o tempo foi passando verificou-se que a idéia de se transportar para a tela números musicais era uma tentativa de levar ao cinema o que se passava no teatro com o chamado &lt;i&gt;vaudeville &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;ou comedia musical&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt; Muitas peças realizadas na &lt;i&gt;Broadway&lt;/i&gt; foram adaptadas para o cinema formando um fluxo de grandes cenógrafos e coreógrafos teatrais que estabilizaram o gênero.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Por volta de 1930, o coreógrafo Busby Berkeley foi um dos pioneiros que trouxeram para o cinema inovações técnicas que favoreceram os musicais. Antes dele as câmeras eram estáticas e os bailarinos passavam dançando em frente. Disponibilizando câmeras em vários pontos e incrementando o uso de cenários móveis com engenhosos e gigantescos mecanismos acabou revolucionando o gênero.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Nessa época, brilham vários atores dançarinos como Fred Astaire, que com Ginger Rogers, formaria o mais famoso casal do cinema musicado. Para Astaire, no entanto, sua melhor &lt;i&gt;partner&lt;/i&gt; era a exuberante Rita Hayworth, que mais tarde faria &lt;i&gt;Gilda&lt;/i&gt;, de Charles Vidor. Como dançarino Astaire reinou absoluto até surgir Gene Kelly que, diferente do estilo "lord" do amigo, personificava um tipo mais atlético e popular. Nos anos 40 e 50 foram produzidas verdadeiras obras primas do gênero; como &lt;i&gt;O pirata&lt;/i&gt; (1948), &lt;i&gt;Um dia em Nova York&lt;/i&gt; (1949), &lt;i&gt;A roda da fortuna&lt;/i&gt; (1953), e &lt;i&gt;Gigi&lt;/i&gt; (1958).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Em Cantando na chuva&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; (1952), dirigido por Gene Kelly e Stanley Donen, hoje um clássico, vemos a história do som e da adaptação dos atores ao cinema mudo com humor e memoráveis números de dança no que é considerado um dos melhores musicais de todos os tempos. No enredo um casal de atores do cinema mudo tenta se adaptar à novidade sonora, porem a voz estridente e desagradável da atriz sobressai gerando muitas confusões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bI0ghgRmlvQ/TqFbA3G53iI/AAAAAAAAAng/4MwND08dE-s/s1600/cantando+na+chuva.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-bI0ghgRmlvQ/TqFbA3G53iI/AAAAAAAAAng/4MwND08dE-s/s400/cantando+na+chuva.png" width="321" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;link href="file://localhost/Users/tatiane/Library/Caches/TemporaryItems/msoclip/0/clip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;  &lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */@font-face {font-family:Arial; panose-1:2 11 6 4 2 2 2 2 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:auto; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;}@font-face {font-family:Calibri; panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:auto; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;} /* Style Definitions */p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:10.0pt; margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-language:EN-US;}p {mso-margin-top-alt:auto; margin-right:0cm; mso-margin-bottom-alt:auto; margin-left:0cm; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-fareast-language:PT-BR;}@page Section1 {size:612.0pt 792.0pt; margin:72.0pt 90.0pt 72.0pt 90.0pt; mso-header-margin:36.0pt; mso-footer-margin:36.0pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;     &lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Gene Kelly em pôster promocional do filme “Cantando na Chuva”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Apesar do sucesso, no final dos anos cinqüenta o gênero musical parecia superado até que em 1961 o gênero seria reeditado com &lt;i&gt;West Side Story&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Amor sublime amor&lt;/i&gt;). Dirigido por Jerome Robbins e Robert Wise e agraciado com belíssima trilha sonora do maestro Leonard Bernstein (1918-1990), a ação se passa em uma parte pobre de Nova Iorque da década de 1950 tendo com analogia a famosa peça de Sheakespeare Romeu e Julieta. Tony, antigo líder da gangue de brancos anglo-saxônicos chamados de &lt;i&gt;Jets&lt;/i&gt;, se apaixona por Maria, irmã do líder da gangue rival, os &lt;i&gt;Sharks&lt;/i&gt;, formada por imigrantes porto-riquenhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A cena na qual os porto-riquenhos cantam o clássico &lt;i&gt;América&lt;/i&gt;, o baile onde os personagens principais se conhecem e se apaixonam e na abertura, com uma panorâmica sobre a cidade de Nova Iorque são grandes momentos do filme. Curiosamente, os atores principais vividos por Natalie Wood e Richard Beymer são dublados por cantores profissionais, enquanto o restante do elenco utiliza suas próprias vozes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Inovador em temos de coreografia o filme acabou ganhando vários prêmios e originou um novo modo de se fazer musicais. Posteriormente Bob Fosse, (1927-1987), lendário coreógrafo e também produtor, realizaria &lt;i&gt;Sweety Charity&lt;/i&gt; (1969) baseado em &lt;i&gt;Noites de Cabíria&lt;/i&gt; de Federico Fellini e o premiado &lt;i&gt;Cabaré&lt;/i&gt;, de 1972, marcando definitivamente seu nome no cenário musical moderno norte americano. Hoje, a magia dos musicais ainda fascina e muitas produções significativas são produzidas, mas jamais se viu novamente um musical atual como aqueles produzidos por Gene Kelly ou Vincent Minelli. Em uma de suas últimas entrevistas, Gene Kelly diria que o cinema só viabilizou um musical como &lt;i&gt;Cantando na chuva&lt;/i&gt; porque aquela era uma época de romantismo e elegância.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Gene Kelly&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Eugene Curran Kelly nasceu em Pittsburgh em 1912 e participou de vários musicais antológicos destacando-se &lt;i&gt;Sinfonia de Paris&lt;/i&gt; (1951) baseado em uma música de George Gershwin e que receberia oito Oscars. Em sua obra também é destaque sua colaboração em 1960 com o balé da Ópera de Paris em &lt;i&gt;Pas de Deux&lt;/i&gt; e também, em 1969, com a versão cinematográfica do musical &lt;i&gt;Hello Dolly&lt;/i&gt;, com Barbra Streisand e Louis Armstrong. Em &lt;i&gt;That´s entertaiment!&lt;/i&gt; Documentário produzido em 1974, Gene Kelly apresenta e comenta os musicais da chamada época de ouro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Bem humorado, ao ser inquirido sobre elegância e dança em relação a Fred Astaire, com bom humor respondeu: "Ele&amp;nbsp;é um cavalheiro, eu, apenas o estivador que se tornou dançarino".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Os amantes de Verona&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Não existem evidências concretas quanto a existência dos famosos amantes Romeu e Julieta retratados por Shakespeare. Sabe-se que Giralomo della Corte, um italiano contemporâneo do autor, indicou em suas pesquisas a trágica morte de um casal nestas condições em 1303. Porém, nem Shakespeare e seu editor confirmam a existência dessa pesquisa e quando escrita, em 1597, a história acompanhava o relato que seria "uma tragédia engenhosamente imaginada".&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 7.5pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Apesar da negativa, historiadores relatam que o dramaturgo inglês se baseou em &lt;i&gt;Anthia e Abrocomas&lt;/i&gt;, um romance grego do século II, de Xenofonte Ephesio. No entanto, existem evidências de que as referências foram retiradas de fontes mais próximas de sua época, pois, em 1476 foi publicada a história de &lt;i&gt;Romeo e Giulietta&lt;/i&gt;, de Massuccio Salernitano e narrada cinqüenta anos depois por Luigi da Porto contendo todos os elementos que hoje conhecemos.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 7.5pt;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Outro italiano, Matteo Bandello, adaptou livremente a história em 1554 aparecendo traduzido em francês nas &lt;i&gt;Histoires Tragiques&lt;/i&gt;, de François de Belleforest, em 1559. Do francês, Arthur Brooke registrou o drama em versos para o inglês, com o título &lt;i&gt;Romeus and Juliet&lt;/i&gt; em 1562 sendo posteriormente editado em prosa por William Painter com o título de &lt;i&gt;The palace of pleasure&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Arthur Brooke relatou em suas memórias que "o mesmo argumento foi posteriormente levado a cena". Diante dessa informação é provável que possa ter havido um poema, hoje desaparecido, que foi&amp;nbsp;adaptado por Shakespeare.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Os personagens, segundo estes estudos, são produtos de ficção, mas o cenário no qual se desenrola é tido como real, principalmente na questão da rivalidade das famílias, já que Os nomes Montecchio e Capuletto não foram inventados.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 7.5pt;"&gt; E&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;m 1320, Na &lt;i&gt;Divina comédia,&lt;/i&gt; de Dante Alighieri, existem alusões às lutas internas na Itália onde vemos esses nomes. "Vinde ver os Montecchi e os Capelletti..." escreveu Dante no sexto canto da parte dedicada ao purgatório do seu poema épico. "Vede os curvados pela dor ou pelo medo, vinde, homem cruel, ver o domínio e a tirania dos vossos nobres, puni as suas maldades". Porém, o historiador americano Olin H. Moore supõe, em seus estudos, que as famílias seriam partidos políticos associados aos Guelfos e Gibelinos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-T2Zw0FX2G3U/TqFb8v3uWfI/AAAAAAAAAno/3B7IrzYIZIM/s1600/Romeu+e+Julieta.png" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-T2Zw0FX2G3U/TqFb8v3uWfI/AAAAAAAAAno/3B7IrzYIZIM/s400/Romeu+e+Julieta.png" width="265" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;link href="file://localhost/Users/tatiane/Library/Caches/TemporaryItems/msoclip/0/clip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;  &lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */@font-face {font-family:Calibri; panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:auto; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;} /* Style Definitions */p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-parent:""; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:10.0pt; margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:11.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ascii-font-family:Calibri; mso-fareast-font-family:Calibri; mso-hansi-font-family:Calibri; mso-bidi-font-family:"Times New Roman";}@page Section1 {size:595.3pt 841.9pt; margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; mso-header-margin:35.4pt; mso-footer-margin:35.4pt; mso-paper-source:0;}div.Section1 {page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;     &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif; font-size: small;"&gt;Romeo and Juliet de Sir Frank Dicksee pintado em 1884&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;A primeira adaptação no cinema foi &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Romeo e Juliet&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; (1916), com a famosa "Vamp" Theda Bara no papel principal. Outra produção, de 1936, dirigida por George Cukor, apresenta Leslie Howard e Norma Shearer no papel dos amantes e John Barrymore como Mercucio. Outras refilmagens: uma versão italiana de Renato Castellani (1954). com Laurence Harvey e Susan Shentall e um balé com Rudolf Nureyev e Margot Fonteyn, produzida em 1966. A versão mais conhecida, realizada por Franco Zeffirelli com Olívia Hussey e Leonard Whiting ganhou vários prêmios, por último, a leitura pop de &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Romeo+Juliet&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; (1996), de Baz Luhmann, com Leonardo DiCaprio e Claire Danes, com visual extravagante e ritmo de vídeo clipe típicos do diretor de &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Molin Rouge&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Filmes, livros e site sobre o assunto:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-weight: normal;"&gt;- SADOUL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Georges. &lt;b&gt;História do cinema mundial&lt;/b&gt;. Das origens aos nossos dias. Lisboa: Livros Horizonte, 1983.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;b&gt;Filmografia de Gene Kelly&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/2011/06/filmografia-gene-kelly.html &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Ficha Técnica:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Cantando na chuva &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Título Original:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Singin'in the Rain &lt;br /&gt;&lt;b&gt;País:&lt;/b&gt; EUA &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1951 &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 103 minutos &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direção:&lt;/b&gt; Gene Kelly e Stanley Donen &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Elenco:&lt;/b&gt; Gene Kelly, Donald O’Connor, Debbie Reynolds, Jean Hagen, Millard Mitchell, Cyd Charisse, Douglas Fowley, Rita Moreno e Madge Blake &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black;"&gt;Amor sublime amor&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;&lt;br style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;" /&gt; &lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Título Original:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; West Side Story &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;" /&gt; &lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;País:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; EUA &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;" /&gt; &lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Ano:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; 1961 &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;" /&gt; &lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Duração:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; 155 minutos &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;" /&gt; &lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Direção:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; Jerome Robbins e Robert Wise &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;" /&gt; &lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt;Elenco:&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,sans-serif;"&gt; Natalie Wood, Richard Beymer, Russ Tamblyn, Rita Moreno, George Chakiris, Simon Oakland, Ned Glass, William Bramley, Tucker Smith, Tony Mordente, David Winters, Eliot Feld, Carole D’Andrea, Jay Norman, Tommy Abbott.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-6530302528584417859?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/6530302528584417859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=6530302528584417859' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/6530302528584417859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/6530302528584417859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2011/10/o-som-no-cinema-e-magia-das-producoes.html' title='O som no cinema e a magia das produções musicais norte americanos do pós guerra'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-bI0ghgRmlvQ/TqFbA3G53iI/AAAAAAAAAng/4MwND08dE-s/s72-c/cantando+na+chuva.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-1817100015201969229</id><published>2011-07-30T17:18:00.013-03:00</published><updated>2011-08-03T16:55:39.502-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Referências em arte utilizadas no filme Drácula de Bram Stoker direção Francis Ford Coppolla.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><title type='text'>Referências em arte utilizadas no filme Drácula, de Bram Stoker com direção de Francis Ford Copolla.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Por Iomar Travaglin&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="geral" style="margin: 4.5pt 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;Embora seja descrito e conhecido desde épocas remotas, o vampiro, ou o ser que se alimenta de sangue humano, se encontra na questão do mito e de algumas situações isoladas de pessoas que sofriam de determinadas doenças físicas ou psicológicas. Mesmo assim, o fascínio que o vampirismo possui é estar associado a crença da imortalidade e da juventude eterna, temas que sempre suscitaram interesse. Referências modernas sobre o assunto estão longe de se esgotar na arte e na mídia, e muitas são as alusões cinematográficas e televisivas que abordam a figura do vampiro. Em literatura podemos dizer que sua origem esteja vinculada principalmente a John Polidori que no final do século dezoito e início do século dezenove escreveu um conto sobre um aristocrata que se alimentava de sangue humano. Segundo estudiosos do assunto, Polidori teria se baseado, analogicamente, em Lord Byron, seu amigo e ícone maior do Romantismo. O conto fez relativo sucesso e originalmente publicado num periódico, no entanto, foi atribuído ao próprio Byron que possuia obra literária mais relevante levando seu autor ao desencanto como escritor. Este texto não foi o único a falar de vampiros, mas, anos mais tarde outro escritor faria um sucesso sem precedentes com a mesma temática: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Drácula&lt;/i&gt; escrito por &lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;Abraham "&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Bram&lt;/span&gt;" &lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Stoker&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: windowtext;"&gt;se baseou, todavia em um personagem histórico conhecido pela crueldade para com os inimigos. Esse personagem, Vlad Tepes ou Vlad III, viveu na Transilvânia no século XV era governador da Valáquia um principado dessa região. O nome Drácula, na verdade, deriva do titulo herdado por Vlad pelo pai, Vlad II, cavaleiro da Ordem do Dragão ou Dracul e Drache titulo de nobreza dessa dinastia. A junção desses nomes, mais Drac do folclore romeno que significa Diabo, provavelmente inspirou o autor a criar seu personagem conhecido, na vida real, pela extrema crueldade e segundo seus contemporâneos como tendo “sede de sangue”. A partir desse momento o Vampiro histórico e o nome Drácula se tornaram sinônimos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wtNhcKUDloU/TjRllWhBYeI/AAAAAAAAAls/09kMWPCTV5c/s1600/d01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-wtNhcKUDloU/TjRllWhBYeI/AAAAAAAAAls/09kMWPCTV5c/s1600/d01.jpg" t$="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A versão cinematográfica de Drácula, pelo diretor Francis Ford Copolla, pretendia ser definitiva. Porem deve seu reconhecimento e sucesso à produção, o figurino de Eiko Ishioka, ressaltados pelas referências artísticas, e seu ator, Gary Oldman, que incorpora o sinistro personagem. Visualmente magnífico no sentido de criar em todo seu trajeto um clima em claros e escuros, como contraponto, entre o bem e o mal, é também, muito interessante pela maneira em que foi concebido. Entre outras seqüências de interesse, a parte em que o personagem principal segue sua amada pelas ruas de Londres onde se exibe um filme nos primórdios do cinema e sua criação é de rara beleza, já que reproduz a cena em branco e preto como se fosse o cinema de então. No geral, utilizando a pintura e a caracterização histórica para compor o personagem que renega a Deus pela morte de sua amada, o filme mostra todo o tormento do personagem interpretado de forma magistral pelo ator principal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Abaixo, alguns exemplos de referências utilizadas na produção e figurino:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-sRCuL2FtzZM/TjRmoL2WTUI/AAAAAAAAAlw/R6rdTCNO658/s1600/d02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="128" src="http://3.bp.blogspot.com/-sRCuL2FtzZM/TjRmoL2WTUI/AAAAAAAAAlw/R6rdTCNO658/s400/d02.jpg" t$="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Cena do filme com personagem baseado na pintura de Gustav Klimt.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-PMWMFsWhGAo/TjRm2opq-eI/AAAAAAAAAl0/JIcX5VOv25Y/s1600/d03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="203" src="http://3.bp.blogspot.com/-PMWMFsWhGAo/TjRm2opq-eI/AAAAAAAAAl0/JIcX5VOv25Y/s400/d03.jpg" t$="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Retrato de Adele Bloch-Boucher I. &lt;br /&gt;Pintado em 1907 seguido de O beijo. The Kiss. 1907-1908.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-A8yqI9nerkU/TjRnwMa1nvI/AAAAAAAAAl4/rJyV2YSilzo/s1600/d04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://1.bp.blogspot.com/-A8yqI9nerkU/TjRnwMa1nvI/AAAAAAAAAl4/rJyV2YSilzo/s320/d04.jpg" t$="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Nesta cena visível atrás do personagem e embaixo, &lt;br /&gt;referência ao auto-retrato de Dürer pintado em 1500.&lt;span style="mso-fareast-language: PT-BR; mso-no-proof: yes;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ChHFcYerx74/TjSRaltxzUI/AAAAAAAAAl8/xuyro7LbIgg/s1600/d05.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-ChHFcYerx74/TjSRaltxzUI/AAAAAAAAAl8/xuyro7LbIgg/s320/d05.jpg" t$="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hbNTTb0xxiw/TjSRbm3uSmI/AAAAAAAAAmA/aUB7DSzLNOA/s1600/d06.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-hbNTTb0xxiw/TjSRbm3uSmI/AAAAAAAAAmA/aUB7DSzLNOA/s1600/d06.jpg" t$="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-style: italic; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Albert Dürer. &lt;br /&gt;Auto-retrato com 28 anos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ze2lTKSo7zs/TjSR8wJPYnI/AAAAAAAAAmE/Ctio9ryaxbc/s1600/d07.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="281" src="http://4.bp.blogspot.com/-ze2lTKSo7zs/TjSR8wJPYnI/AAAAAAAAAmE/Ctio9ryaxbc/s400/d07.jpg" t$="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Eiko Ishioka buscou referências na pintura de M.C. Hiert: &lt;br /&gt;retrato de Margareth Bromsen (1641).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CB04muaCRcY/TjSS1tp1pdI/AAAAAAAAAmI/n-wEVLTPkyI/s1600/d08.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-CB04muaCRcY/TjSS1tp1pdI/AAAAAAAAAmI/n-wEVLTPkyI/s1600/d08.jpg" t$="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Título original:&lt;/strong&gt; Bram Stoker´s Dracula&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Direção:&lt;/strong&gt; Francis Ford Coppola&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Elenco:&lt;/strong&gt; Gary Oldman, Winona Ryder, Keanu Reeves, Anthony Hopkins, Tom Waits, Richart E. Grant, Monica Belluci, Cary Elwes, Sadie Frost, Bill Campbel&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Duração:&lt;/strong&gt; 117 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&amp;gt;&amp;gt;Para saber mais sobre o figurino visite o site: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://184.172.141.210/~cinea270//index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=19&amp;amp;Itemid=27"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://184.172.141.210/~cinea270//index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=19&amp;amp;Itemid=27&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&amp;gt;&amp;gt;Veja também alguns mitos sobre a figura do vampiro no seguinte site:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.carcasse.com/sepia/des-dracula.htm"&gt;http://www.carcasse.com/sepia/des-dracula.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&amp;gt;&amp;gt;Outro site de interesse:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/seres/vampiros.htm"&gt;http://www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/seres/vampiros.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-1817100015201969229?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/1817100015201969229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=1817100015201969229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/1817100015201969229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/1817100015201969229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2011/07/referencias-em-arte-utilizadas-no-filme.html' title='Referências em arte utilizadas no filme Drácula, de Bram Stoker com direção de Francis Ford Copolla.'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wtNhcKUDloU/TjRllWhBYeI/AAAAAAAAAls/09kMWPCTV5c/s72-c/d01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-7165042653112659226</id><published>2011-07-10T21:03:00.002-03:00</published><updated>2011-07-10T21:04:43.970-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Rodrigo Ruiz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O ogro e a fábula'/><title type='text'>O ogro e a fábula</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Por: Rodrigo Ruiz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Era uma vez um inglês de rosto grotesco que resolveu contar uma fábula gótica.&amp;nbsp; Uma fábula gótica sobre as misérias humanas. Para tanto, ele precisou sair de cena como ator e voltar à ribalta como diretor. Uma única vez. O suficiente para imortalizar a fábula.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Esse inglês era Charles Laughton, o ator que deu vida ao disforme e doce Quasímodo na versão de 1939 para O Corcunda de Notre Dame. Laughton foi o Quasímodo do Cinema, um ator que, apesar da sua aparência lembrar um ogro, soube atribuir aos papéis que viveu a mesma agilidade e experiência que o famoso corcunda de Victor Hugo tinha para escalar as estruturas góticas da Catedral de Paris.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A fábula em questão trata-se da única incursão de Charles Laughton na direção de um filme. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O Mensageiro do Diabo (The Night of the Hunter), produzido em 1955, foi recebido friamente pelo público e pela crítica, configurando-se num tremendo fracasso comercial, o que levou o novato diretor a desistir de uma carreira que poderia ser promissora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-BeLv_rwcrRI/Tho9B4cITSI/AAAAAAAAAk8/ouMtOxrVmzo/s1600/ruiz1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" m$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-BeLv_rwcrRI/Tho9B4cITSI/AAAAAAAAAk8/ouMtOxrVmzo/s320/ruiz1.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A trama, uma adaptação do romance de David Grubb, pode muito bem ser vista como uma denúncia do fanatismo religioso e sua potencialização como instrumento de manipulação e violência. Um espectro que tem assombrado continuamente a sociedade atual. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Robert Mitchum em uma de suas melhores atuações é o psicopata Harry Powell, um pastor fanático que sai à caça de duas crianças, após desposar e matar sua mãe viúva, em busca do dinheiro que o pai delas, um marginal morto na prisão, havia roubado, escondendo a soma dentro de uma boneca. Sua interpretação de um escroque sem alma e sem escrúpulos é tão convincente que mete medo até no mais valente dos espectadores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Atentem para o detalhe das mãos fechadas de Mitchum que trazem tatuadas as palavras amor e ódio, ou seja, duas serpentes disformes que destilam o veneno de sua maldade e dão a tônica do filme.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VWgueARmtLk/Tho9Sd1uEyI/AAAAAAAAAlA/daeGFAwmJb0/s1600/ruiz2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="307" m$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-VWgueARmtLk/Tho9Sd1uEyI/AAAAAAAAAlA/daeGFAwmJb0/s400/ruiz2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O filme de Laughton recria e mistura, simbolicamente, de forma macabra e sem os apelos tecnológicos do cinema fantástico atual, as fábulas de João e Maria e Chapéuzinho Vermelho, transpondo-as para o interior dos EUA durante a Grande Depressão, nos anos 30.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Obviamente, a bruxa e o lobo mau são a mesma pessoa no religioso fajuto encarnado por Robert Mitchum. De tão decantadas fábulas, o diretor extraiu o cerne, ou seja, o contraponto entre a inocência e a maldade, lançando sobre elas uma visão inquietante e perturbadora. Como ambas as personagens dos contos de fadas, o vilão usa de sua lábia para ganhar a confiança da viúva ingênua e de suas crias, preparando terreno para o golpe fatal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O oportunismo e a hipocrisia religiosa que vicejam no caráter perverso da personagem de Mitchum muito se assemelham ao Elmer Gantry interpretado por Burt Lancaster no excelente filme de Richard Brooks, Entre Deus e o Pecado (Elmer Gantry-1960). O que difere, sem dúvida, é a forma como ambos se relacionam com o meio em que estão inseridos. Um se utiliza do medo e da violência para alcançar seus objetivos e o outro da manipulação através do discurso fundamentalista e com arroubos de um moralismo falso. Podemos arriscar o palpite de que a obra de Charles Laughton seja ainda uma metáfora para aqueles anos da caça às bruxas, ou seja, da patrulha anti-comunista promovida pelo senador Joseph McCarthy que revolveu a terra encantada de Hollywood, expondo algumas misérias humanas na Meca do Cinema, através do denuncismo incentivado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A fotografia à cargo de Stanley Cortez (um veterano que trazia na bagagem a colaboração com Orson Welles em Cidadão Kane) revela uma grande influência do Expressionismo Alemão e, em determinados momentos, nos leva à imaginar o filme como um encantador teatro de sombras chinês, brincando com o claro e o escuro, fruto da harmonia perfeita entre o diretor e o fotógrafo em questão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Cada cena, muito bem pensada e fotografada, nos oferece mais do que o próprio diretor queria para seu filme ou mesmo o que a United Artists lhe permitiu fazer: uma simples e despretenciosa produção B que nada custaria aos cofres da produtora se fracassasse comercialmente e que, se recebesse boa colhida do público, faria felizes tanto produtor quanto diretor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O elenco traz, além de Robert Mitchum, Shelley Winters como a viúva enganada pelo pastor assassino, Lillian Gish, um dos principais nomes do cinema mudo, uma das poucas atrizes que não se deixaram intimidar pelo advento do som, e as duas crianças perseguidas pelo psicopata, o menino Billy Chapin e a menina Sally Jane Bruce.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O resultado desse filme genial seria sua inclusão em 2007 pela conceituada revista francesa Cahiers Du Cinèma no segundo lugar da pomposa lista dos “100 mais belos filmes do mundo”, perdendo a primeira colocação para Cidadão Kane (Citizen Kane-1941). Curiosamente, as duas películas foram fotografadas em preto e branco por Stanley Cortez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O Mensageiro do Diabo transcende a categoria técnica de filme B, elevando-se à condição de obra-prima, desbaratando muitas produções pretenciosas e caras da época e afirmando-se como um momento único na História do Cinema.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-7165042653112659226?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/7165042653112659226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=7165042653112659226' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/7165042653112659226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/7165042653112659226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2011/07/o-ogro-e-fabula.html' title='O ogro e a fábula'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-BeLv_rwcrRI/Tho9B4cITSI/AAAAAAAAAk8/ouMtOxrVmzo/s72-c/ruiz1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-1420512195622239771</id><published>2011-05-17T21:05:00.009-03:00</published><updated>2011-05-17T21:32:36.580-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O poder e a cobiça em grandes interpretações no filme O Leão no inverno'/><title type='text'>O poder e a cobiça em grandes interpretações no filme   O Leão no inverno</title><content type='html'>&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Aspectos da criação na produção histórica e uma nova concepção de música e literatura formando bases para a Modernidade.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Por Iomar Travaglin que dedica à Tatiane Cornetti.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O filme Maria Antonieta foi vaiado na França por supostamente apresentar uma visão Fashion e pessoal da ultima monarca do antigo regime na conturbada situação histórica anterior à Revolução Francesa. No entanto sua diretora, Soffia Coppola, usou da chamada licença poética e acertou no roteiro mostrando uma jovem que no joguete dinástico apresentou-se inadequada ao papel de consorte do rei de um país rival ao seu. Seu pai, o veterano cineasta Francis Ford Coppola em Drácula, baseou-se na literatura traduzindo em imagens a fascinante historia. Neste contexto, criou um figurino que apenas se inspira no cotidiano da Inglaterra do século XIX, realçando e possibilitando um forte apelo dramático. Para compor o vestuário o diretor e a figurinista, Eiko Ishioka, utilizaram, por exemplo, referências do pintor austriaco Gustav Klint (1862-1918) no vestuário do personagem principal com túnicas douradas e símbolos orientais. Como curiosidade sabe-se que Coppola foi inquirido judicialmente pelo governo Húngaro ao mostrar no filme um personagem histórico, herói popular daquele país, como protagonista na perversa história do personagem que renega a Deus pela morte de seu amor. Os exemplos são muitos e abre discussão para visões pessoais criando polêmicas que contradizem o elemento histórico. Neste caso em particular, deve-se ressaltar que o diretor apenas buscou nas imagens o que nas letras o autor da novela, Bram Stoker, realizou quando se inspirou no príncipe Vlad Tepes conhecido como o Empalador, verdadeira associação ao lendário personagem. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O inglês Lawrence Harvey ao dirigir o filme Leão no inverno, produzido em 1968, buscou na produção e cenários europeus inspiração para legitimar a história do rei Henrique II e sua família no natal de 1183 onde prevalecem fortes interpretações e acidez nos diálogos. Os personagens, inseridos no imaginário histórico pelas crônicas, apresentam desavenças que partem principalmente da Rainha Eleanor da Aquitânia (Katharine Hepburn). Enquanto o rei prefere o filho mais novo, a Rainha deseja que Ricardo, seu filho favorito, herde o poder. Primeiro filme dos atores Anthony Hopkins e Timothy Dalton, respectivamente, Ricardo Coração de leão um dos mais famosos reis ingleses, conhecido pela bravura e personificação do cavaleiro medieval e Felipe de França preocupado em defender interesses dinásticos. A relação homossexual apresentada não foi comprovada historicamente, mas condiz, em alguns aspectos, com a personalidade e conduta do filho favorito de Eleanor. O ator inglês Peter O´Toole, como o rei, tem neste filme uma de suas melhores interpretações e apesar de respeitado ator teatral e vasta carreira cinematográfica inexplicavelmente nunca foi premiado com um Oscar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LyP1o4Rt5wc/TdMO7yExb1I/AAAAAAAAAkk/rxeihNP5Ld8/s1600/L01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-LyP1o4Rt5wc/TdMO7yExb1I/AAAAAAAAAkk/rxeihNP5Ld8/s1600/L01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;Pôster do filme&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Repare na marcante trilha sonora de John Barry e na cena em que Eleanor discute com o filho manipulando suas jóias, aqui objetos de poder, e ao mesmo tempo como isto lhe pesa como mulher. Veja também a cena do encontro entre Ricardo e Felipe misturando repulsa, amor e interesses políticos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Eleanor, rainha da Europa.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Alienor, Eleonor ou ainda Eleonora, duquesa (1122-1204), era a mais rica princesa de seu tempo. Herdeira do ducado da Aquitania, maior domínio territorial da Europa medieval, compreendia o Poitou, Limousin, Périgord, Quercy, Saintonge e Guienne, era neta de William IX, primeiro e famoso trovador. Galanteador e aventureiro, William era um homem incomum que gostava de prazeres e poesia. Um dos fatos marcantes de sua vida foi o escândalo perpetrado quando “raptou” a esposa do visconde de Chatellerault, apelidada pela corte de dangereuse, perigosa em francês, repudiando sua mulher Filipa de Toulose. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Os pais de Leonor tiveram três filhos: William Aigret, Eleonor e Petronilla. Com a morte do irmão e dos pais em 1137 herdou o imenso ducado, o titulo ducal e também a inteligência e alegria do avô. Bela e inquieta, a duquesa de Aquitânia logo percebeu os jogos do poder e casou-se com Luis VII herdeiro do trono da França. Após acompanhar Luis na Cruzada francesa, fato inédito as mulheres de então, enamorou-se segundo historiadores, de Raymond seu tio, segundo consta, oposto do apático e fraco rei francês. Aliada a Raymond traçou plano para a conquista de Jerusalém que não foi aceito por seu marido levando a Cruzada ao fracasso. Impaciente com a indecisão do marido francês e com duas filhas desse casamento divorciou-se alegando consangüinidade ao papa. Ao contrair segundas núpcias com Henrique Plantageneta, onze anos mais novo, e a quem ajudou a eleger rei da Inglaterra, tornou-se sucessivamente rainha da França e da Inglaterra. Como consorte inglesa teve com Henrique, cinco filhos e três filhas, sendo que o último filho, João, nasceria quando tinha 44 anos. Não suportando a infidelidade do marido, passou a persegui-lo chegando a se debater fisicamente com Rosamund Clifford, a mais famosa de suas amantes. De volta a Aquitânia, transformou sua corte no centro de tudo que era mais refinado e civilizado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Para distrair seus convivas músicos e malabaristas eram contratados criando um conceito de mecenato e canção à amada, síntese dos trovadores. Por esta época a música era destinada à liturgia, e deve-se a duquesa a idéia inovadora da canção popular e da poesia cavalheiresca. Esse conceito de música, revolucionária para os padrões franceses da época, começou imediatamente a ser aceita socialmente tanto na Inglaterra como na França. Juntamente com sua filha Marie, condessa da Champagne, criou o sistema de “protegé”, uma forma de mecenato e proteção, fazendo surgir assim músicos viajantes que se beneficiavam cantando em troca de alimento e pousada. A seu pedido Chrétien de Troyes, compôs, o romance de Lancelot e Guinevere sendo e ela mesma foi criadora do “código do amor”, contendo 31 artigos. Nesta “corte do amor”, com a ajuda do código da condessa, os homens que possuíam problemas sentimentais eram julgados perante mulheres em uma espécie de tribunal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Afastada de Henrique, Eleanor incita os filhos contra o pai e estes se voltam contra ele, porem a rebelião fracassa e Eleanor foi aprisionada por Henrique até a morte deste, quinze anos mais tarde. Nesta época três dos filhos de Eleanor já haviam morrido e Ricardo Coração de Leão, o filho favorito, tornou-se herdeiro do trono. Após a morte de Ricardo, em 1199, sucede seu irmão João Sem-Terra (1166-1216). Livre do cativeiro retorna novamente à Aquitânia e retira-se à abadia de Fontewraud fundada por sua mãe. Viveu até os 82 anos, uma idade extraordinária para uma pessoa que viveu na Idade Média, e ai foi sepultada ao lado de Henrique, Ricardo e sua nora Isabelle de Angoulême esposa de João, rei da Inglaterra, e seu filho caçula. No período da Revolução Francesa, quase quinhentos anos após sua morte, o cemitério da abadia foi invadido e os túmulos reais violados perdendo-se assim seus restos mortais. Na efígie de seu túmulo, ainda existente, vemos uma mulher lendo (Fig. 01). Para uma mulher que fez do conhecimento a base do seu poder nada mais justo que seja assim representada perante a eternidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-46w6SyBkiFk/TdMPgizQREI/AAAAAAAAAko/5M-lzZoztKg/s1600/L02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="138" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-46w6SyBkiFk/TdMPgizQREI/AAAAAAAAAko/5M-lzZoztKg/s200/L02.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Efígie tumular de Eleonor em Fontewrald. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: EN-US;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;(Fig. 01)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Katherine Hepburn&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Uma das mais conhecidas e talentosas atrizes da época de ouro do cinema norte americano, Katharine Houghton Hepburn, (Fig.02), teve parte de sua vida contada no recente filme O aviador, de Martin Scorsese, sobre a vida do milionário Howard Hughes com quem teve um relacionamento. Neste filme, Hepburn foi interpretada pela atriz Cate Blanchet, irrepreensível, no papel da atriz de O Leão no inverno. Abaixo um trecho de entrevista da atriz Katharine Hepburn que revela muito de sua personalidade:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Podia ter feito o triplo das coisas que fiz, e sempre com sucesso. Não consegui esgotar todo o meu potencial. É horrível. A vida é que é importante. Dar passeios, a casa, a família. Ser ator é apenas estar à espera que nos dêem com uma torta na cara. Só isso. (...) Nunca leio críticas. Por isso, elas não existem. Nem vejo os filmes que fiz. Não existem. São os meus pecados passados, por assim dizer.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Katharine Hepburn&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Sua vasta cinematografia inclui também os clássicos: Levada da breca, de Howard Hawks, produzida em 1938, De repente no último verão de Joseph L. Mankiewicz produzido em 1959 e o drama Longa jornada noite adentro, 1962, da obra de Eugene O´Nell cuja interpretação é considerada pelos especialistas como definitiva. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vAZI_P9pMyw/TdMQBDMrFYI/AAAAAAAAAks/WiDfi3aA7qI/s1600/L03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-vAZI_P9pMyw/TdMQBDMrFYI/AAAAAAAAAks/WiDfi3aA7qI/s200/L03.jpg" width="161" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;Katharina Hepburn, década de 1950. (Fig.02)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Bertran de Born e Bernart de Ventadorn, a discórdia e o amor.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Na mitologia grega existe uma personificação da discórdia pela deusa Éris que faz parte do cortejo de marte e é a causadora das guerras mais terríveis. Representada por uma mulher alada de aspecto aterrador teria provocado a Guerra de Tróia e o rapto de Helena ao atirar em meio à festa do casamento de Peleu e Tétis a maça que mot nã ivou o juízo de Páris. Dentro desse conceito sempre houveram pessoas consideradas “semeadoras da discórdia”, uma delas, Bertran de Born (1140-1210). Contemporâneo de Eleonora estava sempre em desavença com parentes e amigos. Incentivando a guerra entre a França e a Inglaterra; seu irmão Constantino era para ele um rival reivindicando a posse da fortuna paterna e o domínio do Castelo de Altaforte. Colocou o filho mais velho da duquesa contra o pai e embora considerado como um dos maiores poetas de seu tempo por Dante Alighieri (1265-1321) foi por este inserido na obra Divina comédia em um dos últimos círculos do inferno, canto XXVIII, vv.118-1422, onde o trovador aparece com a cabeça decepada como uma “lanterna” por haver instigado pai contra filho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Abaixo um exemplo de sua belicosa poesia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;SERVENTÊS*&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Um serventes que em nada falha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;E que não me custa uma palha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Campus para dizer com arte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Que irmão ou primo me comparte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Do ovo a ultima migalha,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Mas se depois que minha parte,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Não quero mais a comunalha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Debalde, como um espantalho,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Busco barões por todo atalho,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Na vanguarda ou na retaguarda,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Para fundir numa albarda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;De bom metal contra a canalha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Que até os anéis de São Leonardo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;São mais rijos do que essa tralha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Talleyrand não trota nem malha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Como os demais da sua igualha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Não sabe armar lança nem dardo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Engorda só, como um Lombardo;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;De guardanapo e de toalha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Vai engrossando a pão e lardo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A boa vida o amortalha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Bertran de Born (c. 1140-1210)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Embora usasse a desavença como tema, não era somente a guerra motivo de inspiração, sua poesia belicosa era naquele momento particular. No contraponto, outro poeta seu contemporâneo, Bernart de Ventadorn, escreveu o que na opinião de Augusto de Campos, é um dos mais bonitos poemas de amor já escritos, aqui reproduzido em parte: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Canção*&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ao ver a ave leve mover&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Alegre as alas contra a luz,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Que se olvida e deixa colher&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Pela doçura que a conduz,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ah! Tão grande inveja me vem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Desses que venturosos vejo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;È maravilha que o meu ser&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Não se dissolva de desejo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Já que ela não me que valer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;E não se move com meus ais,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;E nem sequer lhe dá prazer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Que ame, não lhe direi mais,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Parto e abandono todo o bem,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Matou-me e, morto, lhe respondo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Me vou, pois ela não me quer,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A amargo exílio, não sei onde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Tristão, não devo mais dizer,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Só sei que vou, não sei aonde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Calo o meu verso e o meu viver,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Da alegria e do amor me escondo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Bernart de Ventadorn (c. 1150-1195)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;*O poema completo encontra-se no livro de Augusto de Campos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Permeada de guerras e sentimentos político-religiosos, possui em contrapartida mulheres e homens que, atuantes, produziram grande riqueza social. Se em muitos aspectos essa época é denominada de Idade das Trevas, um estudo criterioso demonstra uma época de transformações inovadoras que é a base do que hoje chamamos de Modernidade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-t0l5yUeAKNw/TdMQvMrt4NI/AAAAAAAAAkw/rMxqcm7PNv8/s1600/L04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-t0l5yUeAKNw/TdMQvMrt4NI/AAAAAAAAAkw/rMxqcm7PNv8/s200/L04.jpg" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Pintura medieval retratando um trovador &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Ficha Técnica&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Título Original: The Lion in Winter&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Gênero: Drama&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Tempo de Duração: 134 minutos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ano de Lançamento (Inglaterra): 1968&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Estúdio: Haworth Productions&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Distribuição: Embasy Pictures Corporation&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Direção: Anthony Harvey&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Roteiro: James Goldman&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Produção: Martin Poll&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Música: John Barry&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Direção de Fotografia: Douglas Slocombe&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Desenho de Produção: Margaret Furse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Direção de Arte: Peter Murton&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Edição: John Bloom&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Elenco&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Peter O´Toole (Rei Henrique II, da Inglaterra); Katharine Hepburn (Eleanor de Aquitânia); Anthony Hopkins (Príncipe Richard); John Castle (Príncipe Geoffrey); Nigel Terry (Príncipe John) ; Timothy Dalton (Rei Filipe II, da França); Jane Merrow (Princesa Alais) e Nigel Stock (William Marshall)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Livros e filmes sobre o assunto:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;CAMPOS, Augusto de. Verso, reverso e controverso. São Paulo: Perspectiva, 1978.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;LE GOFF, Jacques. São Luís. Rio de Janeiro: Record, 1999.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-1420512195622239771?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/1420512195622239771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=1420512195622239771' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/1420512195622239771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/1420512195622239771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2011/05/o-poder-e-cobica-em-grandes.html' title='O poder e a cobiça em grandes interpretações no filme   O Leão no inverno'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-LyP1o4Rt5wc/TdMO7yExb1I/AAAAAAAAAkk/rxeihNP5Ld8/s72-c/L01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-8652760833114659882</id><published>2011-04-24T22:36:00.012-03:00</published><updated>2011-04-24T22:58:18.902-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- A decadência e o poder sob a ótica do cineasta italiano Luchino Visconti'/><title type='text'>A decadência e o poder sob a ótica do cineasta italiano Luchino Visconti</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Por Iomar Travaglin&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O rei Ludwig II de Wittelsbach (1845-1886) teve sua história contada pelo cineasta Luchino Visconti como um épico de grandes proporções lançado em DVD duplo com quatro horas originais. O filme de 1972 foi cortado em duas horas para exibição comercial à época do lançamento e hoje, restaurado, apresenta uma infinidade de extras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-SxudNQ7DTPo/TbTQe1sDsQI/AAAAAAAAAj4/ct6B-LsXQ4M/s1600/l01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="135" i8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-SxudNQ7DTPo/TbTQe1sDsQI/AAAAAAAAAj4/ct6B-LsXQ4M/s400/l01.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Moonrise, 1835. Caspar Friedrich&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;“Ludwig” integra a trilogia alemã realizada pelo diretor retratando a decadência da sociedade e seus costumes. No primeiro filme da trilogia “Os Deuses Malditos” (1969) apresenta impiedosamente a decadência de uma família da alta sociedade alemã após a ascensão nazista, a família Krupp. Já na adaptação para o cinema de“Morte em Veneza” (1971), Visconti apresenta a decadência pessoal de um compositor de meia idade em crise após a morte da filha. Em “Ludwig” a decadência é expressa na pessoa do rei Ludwig II de Wittelsbach, rei da Baviera; um visionário romântico que construiu castelos suntuosos que o levaram à falência. Grande amante da música, Ludwig, ficou conhecido também pela amizade e mecenato ao compositor Richard Wagner.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Apresentando referencias pictórica, o filme procura reproduzir nas cores e na ideologia as obras do artista alemão Caspar Friedrich (1774-1840), pintor romântico que divulga através de sua obra o estado de espírito de sua época.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;De forma magistral Visconti reproduz os ideais românticos do personagem e no porvir duvidoso que culminará na primeira grande guerra mundial. Este DVD duplo também possui muitas informações sobre Ludwig II e Visconti assim como pormenores de produção. Vale à pena verificar a importância e o trabalho de pesquisa histórica do filme e seu restauro. Destaque para Romy Schneider como a Imperatriz Elizabeth em papel que a havia consagrado no início de sua carreira e que, segundo o documentário, voltou a interpretá-lo somente por amizade ao diretor. Destaque também para a relação ambígua do rei para com seu protegido o músico Richard Wagner.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-51JWYIvajbQ/TbTRVYCyphI/AAAAAAAAAj8/LDMf4GCSxNE/s1600/L02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" i8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-51JWYIvajbQ/TbTRVYCyphI/AAAAAAAAAj8/LDMf4GCSxNE/s1600/L02.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Pôster do filme&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;﻿ O romantismo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;“Feche seu olho carnal para ver a imagem primeiro com o olho do espírito; então traga à luz do dia aquilo que viu na escuridão, para que a imagem gerada possa agir sobre as demais de fora para dentro”. Este texto, retirado dos escritos de Caspar Friedrich, representa os ideais do Romantismo, escola da qual pertencia e que engenhosamente Visconti adaptou na realização de Ludwig. Utilizando as cores dos quadros de Caspar, vistas na concepção fotográfica da produção, assim como os ideais românticos do personagem, o filme celebra a reflexão, a esperança, o misticismo e a melancolia. Lord Byron 1788-1824 (Fig. 2) foi com certeza o maior ícone do Romantismo, nascido em família aristocrática inglesa, George Gordon Byron, encarnou o Romantismo expressando rebeldia, paixão e melancolia. Aventureiro, viveu grande parte da vida no exílio, principalmente Itália, e morreu participando da luta pela independência da Grécia. Escreveu várias obras, entre elas, A peregrinação do Childe Harold, 1812; O Giaour, 1813 e O corsário, 1814. Atribui-se em suas aventuras a influência de duas obras de peso; a primeira, Frankenstein, de Mary Wollstonecraft Shelley (1797-1851) a outra Drácula, de Bram Stocker. A primeira teria sido inspirada, quando Byron, Mary e seu futuro marido, o Poeta Percy Sheley, a meia irmã de Mary e o médico John Polidori (Fig.2) versavam sobre o homem e a criação. Conta-se que fizeram um desafio para ver quem escreveria a história mais assustadora. Mary, em dado momento após uma noite de pesadelos viu no belo rosto de Byron o “monstro interior”, criando assim a clássica história do cientista que tenta criar o homem perfeito e a relação da impossibilidade da ciência sobre a criação. Segundo o professor Jorge Coli; “Frankestein liga arte e ciência, à imagem cristalina e o cadáver repugnante, a violência e sofrimento”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-a9JsK9cpXJE/TbTR5fEE_KI/AAAAAAAAAkA/uvXZTv8NWSs/s1600/L03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="148" i8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-a9JsK9cpXJE/TbTR5fEE_KI/AAAAAAAAAkA/uvXZTv8NWSs/s200/L03.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; mso-ansi-language: EN-US; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;(Fig. 2) Byron e John Polidori.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A outra foi relatada pelo próprio Byron, que não querendo ser sobrepujado por Mary Shelly em sua história de terror, começou a escrever em Genebra um conto sobre vampiros que nunca terminou. Polidori tomou a idéia para si escrevendo O Vampiro, 1919 que foi publicada no New Montlhy Magazine, cujo editor creditou a Byron a autoria. Versava sobre um jovem Lord libertino, inspirado em Byron, que morre na Grécia e se transforma em vampiro. Apesar dos elogios, o público não entendeu direito o assunto e Polidori, infeliz na literatura e na medicina suicidou-se. Bram Stoker, ou Abraham "Bram" Stoker (1847-1912), pesquisador do assunto, associou essa história ao príncipe Wlad Tepes da Valáquia e assim nasceu o vampiro mais famoso do cinema e da literatura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;A formação do III Reich&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A palavra Alemã Reich, ou reino, de triste memória devido à apropriação do nazismo, designa as formas imperiais da nação alemã. O I Reich designa o Sacro Império Romano Germânico 962, o II Reich reuniu os estados alemães em 1871-1918 sob a direção da Prússia e o III Reich foi aquele onde Hitler tencionava formar o reino dos mil anos na segunda Guerra mundial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ludwig II viveu como rei exatamente na época de formação de uma Alemanha unificada, seu reino foi anexado aos estados alemães quando de sua abdicação e morte. E é isto que trata o filme, a decadência de um mundo fragmentado que acabaria na primeira grande guerra de 1918. Percebam que a analogia do filme ao pintor Caspar Friedrich é exata quando vista à contemplação e melancolia do que estava por vir, ou seja, um futuro incerto (fig. 3). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-nlmfcQvLDgw/TbTS1v7SmII/AAAAAAAAAkE/U6cexVEQC_Y/s1600/L04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" i8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-nlmfcQvLDgw/TbTS1v7SmII/AAAAAAAAAkE/U6cexVEQC_Y/s320/L04.jpg" width="267" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;(Fig. 3) The Wanderer above the Sea of Fog, 1818. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Caspar Friedrich&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Os reinos alemães da época estavam fadados ao desaparecimento e dentro desse contexto estava a Imperatriz Elisabeth da Áustria (Fig.4). Em uma cena onde encontra Ludwig, seu primo, encarna uma mulher desesperançada pelo peso do poder preconizando uma fala sobre sua própria morte. Historicamente, Elisabeth ou Sissi, como ficou conhecida, teve, na morte de seu filho em circunstâncias não esclarecidas, um duro golpe, afastando-a dos compromissos sociais até que em 1898 em Genebra, Foi assassinada por um anarquista italiano chamado Luccheni. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-MglAe1HPq_A/TbTTJ22qtJI/AAAAAAAAAkI/c-dCv8g6_qo/s1600/L05.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="320" i8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-MglAe1HPq_A/TbTTJ22qtJI/AAAAAAAAAkI/c-dCv8g6_qo/s320/L05.jpg" width="197" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;(Fig.4) Franz Xaver Winterhalter (1806-1873). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Elizabeth, Empress of Austria, 1865. &lt;br /&gt;Personagem interpretada por Romy Schneider&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Filha de atores e nascida em Viena, a bela e talentosa atriz Romy Schneider ficou mundialmente conhecida com o papel de Sissy aos 17 anos. Posteriormente recusou papeis mais “açucarados” para interpretar heroínas de temperamento forte como em Boccacio 70, construindo sólida carreira de atriz na França e Itália com grandes cineastas de seu tempo. Assim coma a Imperatriz Elisabeth, a atriz Romy, ao perder um filho num trágico acidente afastou-se do meio artístico vindo a falecer depois de doença depressiva em 29 de maio de 1982 aos 43 anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-7SsXAgXvgEk/TbTTnmZxStI/AAAAAAAAAkM/5P1ZDxvYwQU/s1600/L06.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;img border="0" height="217" i8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-7SsXAgXvgEk/TbTTnmZxStI/AAAAAAAAAkM/5P1ZDxvYwQU/s320/L06.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; atriz &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Romy&lt;/span&gt; Schneider &lt;span style="color: black; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;no auge da beleza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Livros e textos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;MACNALLY, Raynond T. Em busca de Drácula e outros vampiros. São Paulo; Mercuryo, 1995.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;CHILVERS, Ian. Dicionário Oxford de arte. São Paulo: Martins Fontes, 1996.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;SCHIFANO, Laurence. Luchino Visconti: o fogo da paixão. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;COLI, Jorge. O fascínio de Frankenstein. Folha de São Paulo, São Paulo, 2 julho 2002. Caderno Mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Endereço eletrônico:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Caspar Friedrich pintura: &lt;a href="http://www.art.com/asp/display_artist-asp/_/CRID--4489/PG--5/posters.htm?TNID=2&amp;amp;ui=04E97FDE26BF447291A3E3B65F382691"&gt;http://www.art.com/asp/display_artist-asp/_/CRID--4489/PG--5/posters.htm?TNID=2&amp;amp;ui=04E97FDE26BF447291A3E3B65F382691&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ficha Técnica:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Título: Ludwig, de Visconti - DVD duplo de luxo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Título Original: Ludwig.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Direção: Luchino Visconti.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Elenco: Helmut Berger, Trevor Howard, Romy Schneider, Silvana Mangano, Helmut Griem, Mark Burns, Gert Fröbe, Umberto Orsini, Nora Ricci.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ano de Produção: 1972.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;País de Produção: Itália, Alemanha.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-8652760833114659882?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/8652760833114659882/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=8652760833114659882' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/8652760833114659882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/8652760833114659882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2011/04/decadencia-e-o-poder-sob-otica-do.html' title='A decadência e o poder sob a ótica do cineasta italiano Luchino Visconti'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-SxudNQ7DTPo/TbTQe1sDsQI/AAAAAAAAAj4/ct6B-LsXQ4M/s72-c/l01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-2615246977289094427</id><published>2011-03-27T11:47:00.004-03:00</published><updated>2011-03-29T18:03:00.640-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Rodrigo Ruiz'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O dia em que a cavalaria sentou no banco dos réus'/><title type='text'>O dia em que a cavalaria sentou no banco dos réus</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Por: Rodrigo Ruiz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jaynqQtRNUA/TY9N0-Ia1lI/AAAAAAAAAgA/VE6F8veXK6k/s1600/w02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="270" r6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-jaynqQtRNUA/TY9N0-Ia1lI/AAAAAAAAAgA/VE6F8veXK6k/s400/w02.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;“Estados Unidos, 1960. Entre brancos e negros a palavra de ordem era segregação, notadamente no Sul, cuja herança dramática das plantations ainda ditava normas. Não mais para Hollywood. Ao menos, não mais para John Ford. “&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Nesse ano, o grande contador de histórias, o sujeito que amava as grandes paisagens avermelhadas e trágicas do Monument Valley, iria dirigir mais um western sobre a cavalaria, Sergeant Ruthledge, no Brasil, Audazes e Malditos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Até aí, tudo bem. Mas, o filme foge dos padrões do cinema western justamente por trafegar na contramão do gênero.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Talvez influenciado pelos dramas de tribunais que já eram moda em Hollywood, Ford resolveu apropriar-se desse modismo para lançar um olhar amargo e crítico sobre uma das páginas da segregação racial americana: os destacamentos de soldados búfalos, ou seja, negros que eram recrutados para o serviço militar nas fronteiras do Oeste, para combater e perseguir os índios que vez ou outra “perturbavam” a paz dos colonizadores brancos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Usando e abusando do flashback, Ford conta a história do sargento Braxton Ruthledge que é levado à corte marcial acusado do estupro e assassinato de uma jovem branca. No papel de Ruthledge , temos Woody Strode e como seu advogado de defesa, Jeffrey Hunter.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Curiosamente, Hunter havia já encarnado um mestiço vítima do preconceito racial de um amargurado ex-militar interpretado por John Wayne na obra-prima Rastros de Ódio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O tema estupro já era um tanto forte para os padrões da época, mas o astuto Ford jogou mais lenha na fogueira ao insinuar a sensualidade da jovem vítima (uma Lolita das pradarias) e o desejo que ela despertava no assassino, cuja identidade só é revelada no último instante, o que garante a atenção e a surpresa de quem assiste. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A década de 60 foi um período de revisionismo para John Ford e este western foi o primeiro da filmografia a trazer uma nova visão sobre a sociedade americana, particularmente aqui, sobre a relação do exército com o negro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mOCXa3sodOk/TY9Nzxh3LPI/AAAAAAAAAf8/mO6MblbpLUo/s1600/w01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-mOCXa3sodOk/TY9Nzxh3LPI/AAAAAAAAAf8/mO6MblbpLUo/s400/w01.jpg" width="282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Audazes e Malditos não é um grande western, mas é uma obra curiosa no gênero (a começar pelo formato nada convencional que lhe atribuiu o diretor). Além disso, é um notável libelo fordiano contra o racismo e a hipocrisia e merece ser visto e revisto, descoberto e redescoberto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Descendente de imigrantes irlandeses, Sean Aloysius O’Feeney ou como os projetores de cinema o revelariam às platéias do mundo todo: John Ford, nasceu no estado do Maine no dia 1º de Fevereiro de 1894 e faleceu em 31 de Agosto de 1973.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Se sua produção cinematográfica tivesse se extendido somente até os anos 40 (sua atuação como diretor começou em 1917), isso seria o suficiente para que John Ford visse seu nome imortalizado na galeria dos maiores diretores da História do Cinema. Foi nesse período que seu gênio criativo e meticuloso plasmou verdadeiras obras-primas como O DELATOR (The Infomer – 1935), AS VINHAS DA IRA (The Grapes of Wrath – 1940), COMO ERA VERDE MEU VALE (How Green Was My Valley – 1941) e DOMÍNIO DE BÁRBAROS (The Fugitive-1947), para citar apenas alguns da fase sonora. Entretanto a longa relação dos filmes que dirigiu inclui ainda o que de melhor se fez no gênero western (do qual ele se tornou o principal, se não o maior artesão). Nesse gênero, Ford legou à posteridade muito mais do que entretenimento, ele revelou ao mundo de modo grandiloquente a epopéia da construção da civilização norte-americana e nisso ele foi imbatível, pois sua maior capacidade como diretor era ser um excelente contador de histórias . Prova concreta são os filmes NO TEMPO DAS DILIGÊNCIAS (Stagecoach – 1939), a notável trilogia sobre a Cavalaria em FORTE APACHE (Fort Apache -1948), A LEGIÃO INVENCÍVEL (She Wore a Yellow Ribbon – 1949) e RIO GRANDE (Rio Grande – 1950), além dos consagrados RASTROS DE ÓDIO (The Searchers – 1956) e O HOMEM QUE MATOU O FACÍNORA (The Man Who Shot Liberty Valance – 1962), todos esses estrelados por seu principal colaborador e amigo, John Wayne.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodrigo Ruiz nasceu em São Paulo em 1974 e, desde 2001, mora em Itapira. Em 1994 começou a sua atuação na área da Biblioteconomia. Suas paixões são o Cinema Clássico, a História, os Quadrinhos em seu Período de Ouro e tudo o que se produziu na Música&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-2615246977289094427?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/2615246977289094427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=2615246977289094427' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/2615246977289094427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/2615246977289094427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2011/03/o-dia-em-que-cavalaria-sentou-no-banco.html' title='O dia em que a cavalaria sentou no banco dos réus'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jaynqQtRNUA/TY9N0-Ia1lI/AAAAAAAAAgA/VE6F8veXK6k/s72-c/w02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-926147213561624984</id><published>2011-03-09T13:51:00.014-03:00</published><updated>2011-03-09T18:16:44.805-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Os mecanismos históricos da censura e comentário sobre o filme &quot;O outro lado de Hollywood&quot;'/><title type='text'>Os mecanismos históricos da censura e comentário sobre o filme "O outro lado de Hollywood"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, &amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;strong&gt;Por&amp;nbsp; Iomar Travaglin&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A festa do Oscar, questionável em alguns aspectos, é hoje um símbolo da excelência na interpretação e processos técnicos que permeiam a indústria cinematográfica americana. Embora os temas hoje sejam vistos de forma mais livre, houve tempo em que um filme como O segredo de Brokeback Mountain, de Ang Lee, não teria a repercussão que tem hoje por abordar um tema considerado proibido por códigos do sistema dos estúdios. Esse é o assunto abordado neste interessante documentário chamado no Brasil de "O outro lado de Hollywood" com o intuito de mostrar como o sistema da época ainda recente tenta coibir e até mesmo proibir o que chamavam de “excessos”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-WKDLl6KHwNU/TXe5mo-4yqI/AAAAAAAAAf4/ORNYea1ELlg/s1600/closet.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img border="0" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-WKDLl6KHwNU/TXe5mo-4yqI/AAAAAAAAAf4/ORNYea1ELlg/s1600/closet.jpg" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;O outro lado de Hollywood&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Título original: The Celluloid in closet Ano: 1996&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O documentário, dirigido e escrito por Rob Epstein e Jeffrey Friedman, baseado no livro de Vito Russo apresenta imagens históricas do início de um cinema que ainda não se preocupava com a censura e analisa a evolução do processo de proibição que o cinema engajado tentava contornar com criatividade. É o caso do filme "Bem Hur", dirigido por William Wyler e produzido em 1959. Segundo o roteirista, Gore Vidal, o assunto pendia para uma trama não muito aceita pela sociedade de então e a idéia foi fazer um acerto com um dos atores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O documentário faz alusão ao tratamento dado aos personagens travestidos e ao homossexualismo, mas no geral vai além disso, aborda assuntos que tem a premissa do proibido. Importante registro para entender os mecanismos que compõem as escolhas e o tratamento dado a roteiros e personagens que incomodavam de forma não muito clara os estúdios americanos. Possui cenas interessantes com Charles Chaplin, O Gordo e magro e muitos astros e estrelas de Hollywood.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Atenção para o depoimento de Susan Sarandon e Tom Hanks mostrando como venceram os preconceitos dos estúdios nos filmes em que foram protagonistas, respectivamente de Fome de viver e Filadélfia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;A censura e as artes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Segundo o dicionário Houaiss “a censura atua sempre com base em critérios de caráter moral ou político, para decidir sobre a conveniência de serem liberados para apresentação ou exibição ao público em geral de toda atividade artística ou informativa”. A Censura tem sua maior força de atuação em regimes autoritários e religiosos. Vide a Inquisição, que atrasou em muitos anos o progresso da humanidade por vitimar estudiosos e pensadores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A arte como manifestação social do homem está sujeita a julgamentos e nem sempre consegue sobreviver em determinadas situações. A moralidade que conhecemos vem de códigos de conduta geralmente associados à religião com normas no sentido de disciplinar e assim chegar à suposta perfeição. Claro que nestas questões estão associados valores políticos de dominação e persuasão que não nos compete julgar neste momento, mas, é importante uma reflexão sobre o assunto no que diz respeito ao mundo da arte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O estudo desta matéria começa na Idade média que é o período que mais foi influenciado pela religião no sentido da representação e repressão ao corpo como objeto de admiração e prazer. Nas obras do período quase não se pintou a nudez e as imagens mostram corpos humanos com uma temática de sacrifício e miséria próprias do ser mortal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Foi durante a última sessão do Concílio de Trento, em dezembro de 1563, que se debateu a arte sacra sem nada de “profano ou desonesto”. Muitos artistas sofreram perseguições e Calvino associou as imagens religiosas muito elaboradas à desonestidade, “as dissolutas de um bordel se enfeitam mais casta e modestamente do que as imagens das virgens no templo”, dizia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Segundo manuais dos confessores da época, “ver é desejar, é pelos olhos que o pecado entra no coração”, e isto fazia com que a igreja combatesse a erotização dos corpos pelo controle das roupas, das danças e conseqüentemente da representação humana no campo da devoção, tentando com isto modelar um exemplo de religiosidade honesta, pudica e devota.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O que sabemos da pintura mural da Capela Sistina no Vaticano, hoje, é que se trata de uma obra prima, mas, em meados de 1549 seu autor Michelangelo Buonarotte, 1475-1564, foi considerado o inventor da “imundície”. O motivo, hoje banal, é a profusão dos corpos nus. O interessante é que se questionou os nus e não os atos que representavam. Em algumas imagens, o “o castigo da sodomia” na parte do inferno, as atitudes inusitadas para uma profusão de santos no paraíso e as “estranhas” frutas, nos painéis laterais, não foram lembradas (Fig. 1). O Afresco foi encomendado pelo papa Júlio II em 1508, Júlio morreu alguns meses após a conclusão do afresco e seu sucessor ameaçou destruir a capela, o que teria feito se a morte não o impedisse. Sucessores mais moderados porém, conseguiram o intento de pintar vestimentas nos nus considerados mais “ousados”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-mXm_uuXWHRQ/TXewqdQhCII/AAAAAAAAAfo/jNQkN-l2lNc/s1600/c01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="147" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-mXm_uuXWHRQ/TXewqdQhCII/AAAAAAAAAfo/jNQkN-l2lNc/s400/c01.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt;"&gt;Juízo Final, detalhe do afresco central. (Fig. 1)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Dentre muitas críticas que recebeu a mais célebre foi do mestre de cerimônias do Papa, Biagio da Cesana, que publicamente afirmou ser o afresco imoral, mais apropriado para “termas ou lugares mal afamados”. Esta afirmação, porém, custou caro ao pobre Biagio; em sua vingança Michelangelo pintou-o na parte do inferno, com traços de Minos, assistindo ao espetáculo, com uma grande serpente enrolada nas pernas, no meio de uma multidão de diabos (Fig.2).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-6I2WNqtbA48/TXew8inmhlI/AAAAAAAAAfs/YzZGJAHhR44/s1600/c02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" q6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-6I2WNqtbA48/TXew8inmhlI/AAAAAAAAAfs/YzZGJAHhR44/s320/c02.jpg" width="198" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Capela Sistina - Biagio de la Cesana no inferno (Detalhe. (Fig.2)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Alguns quadros “perseguidos”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Muitas obras estiveram censuradas aos longos dos séculos por diversos motivos, mas, como curiosidade, existem alguns exemplos interessantes. Na segunda metade do século XVI, a arte se ocupou do tema das Damas no banho, dos quase 40 quadros hoje existentes o mais famoso é Gabrielle d’Estress e sua irmã, 1595. Nele temos todos os artefatos do tema, que hoje não sabemos se era destinado aos maliciosos; as jóias, principalmente anéis, o cortinado, a empregada ao fundo, etc. mas, segundo historiadores mesmo na época eles teriam chocado. A certeza é que o século XVII destruiu muito deles por puritanismo. No século dezoito um quadro do aclamado pintor inglês Thomas Gainsborough 1727-1788, foi condenado simplesmente por apresentar a retratada com as pernas cruzadas, ato considerado vulgar e indecente. “Eu me sentiria muito mal vendo alguém que amo retratado de tal maneira”, teria observado uma dama inglesa ao observar o retrato. (Fig.3). Outro quadro mais recente, "Madame X", (Fig. 4), de John Singer Sargent, 1856-1925, pintado em 1894, foi alvo de comentários maldosos devido à ousadia do vestido e a cor nacarada da pele que realça a sensualidade do modelo. Este quadro que retrata a socialite Madame Gautreau, que no quadro era Madame X. Apesar do pseudônimo, foi reconhecida, e conta-se que sua mãe escreveu várias cartas implorando ao pintor que retirasse o quadro de exposição para que sua filha não fosse mais objeto de ridículo. Apesar do escândalo, o quadro fez fama ao pintor que recebeu muitas encomendas, incluindo o célebre Lorde Ribblesdale, 1902, cuja magnificência gerou muitas discussões sobre a supremacia da aristocracia inglesa. A historiadora Bárbara Tuchman escreveu algumas páginas ao quadro onde diz: “aquele homem (o quadro) tem a auto-suficiência de quem se sabe herdeiro de anos de civilização, mas não se trata de um melindroso que desconhece a barbárie, e sim de um credor da vitória sobre ela” e completa “não é um orgulho ofensivo, é uma satisfação que nos parece exclusiva pelo simples fato de que não pertencemos àquela estirpe”. A figura tem tal imponência que quando foi exibido no salão de Paris, Ribblesdale foi vê-lo, e a multidão começou a segui-lo pelos corredores e a apontar para “o grande diabo daquele Lord inglês”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-UIrHpWmJ_DY/TXexZwD-oPI/AAAAAAAAAfw/rDjCoRm4mr4/s1600/c03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" q6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-UIrHpWmJ_DY/TXexZwD-oPI/AAAAAAAAAfw/rDjCoRm4mr4/s320/c03.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Thomas Gainsborough - Senhora Philip Thicknesse, Anne Ford, 1760. Óleo sobre tela. (Fig.3)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-Kk3GuGKtDhI/TXexhpeNBhI/AAAAAAAAAf0/hrRmDWN0b5U/s1600/c04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" q6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-Kk3GuGKtDhI/TXexhpeNBhI/AAAAAAAAAf0/hrRmDWN0b5U/s320/c04.jpg" width="163" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: EN-US; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;John Singer Sargent - Madame X. 1894. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Óleo sobre tela. (Fig. 4)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;A censura no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A censura pode estar ligada ao preconceito, mas, não é o tipo de análise que fazemos neste artigo embora os gêneros populares eram tratados, e ainda hoje são, numa relação “casa grande e senzala”. Na Velha Republica a chamada DCDP (Divisão de Censura e Diversões Públicas), possuía um instrumento policial para liberar ou não músicas passíveis de execução ao vivo, o que era praxe à época, pois, as apresentações dadas à ausência de gravações ainda eram ao vivo, e estas eram geralmente associadas a alguns gêneros musicais considerados escandalosos como o Maxixe e o Lundu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Por volta de 1935 os sambistas se depararam com a primeira intervenção; a prefeitura carioca concorda em oficializar as nascentes escolas de samba, em troca, as escolas seriam obrigadas a ressaltar músicas que contassem sobre o Brasil e a nação. Assimilado com familiaridade pelos sambistas, esta prática, acabou criando os chamados sambas enredo que transformam o carnaval em grande desfile. As marchinhas ficaram então para blocos e salões de baile. No governo de 1937 a 1945, também comandado por Getúlio Vargas, foi criado o DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) que fazia o marketing do ditador, proibindo publicações de jornais, revistas, livros, radiodifusão e até samba enredo que não se adequasse ao regime. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O período da história do Brasil chamado de segunda República que vai de 1945 até o golpe de 1964, transcorre em clima de relativa tranqüilidade, quebrada apenas pela proibição de algumas composições de Juca Chaves (Presidente Bossa Nova, de 1961), referência explicita a Juscelino Kubischek; O Brasil vai a guerra, 1962, que ironizava a compra do porta-aviões Minas Gerais e uma canção de Carlos Lyra e Chico de Assis (Canção do subdesenvolvido, de 1962). No período da ditadura ficou claro que os militares estavam dispostos a não deixar passar nenhuma informação contrária ao regime e com isto criou-se à expressão através da metáfora. Autores como Chico Buarque e Paulo César Pinheiro, entre outros, especializaram-se na metáfora, o que significa querer dizer uma coisa e falar outra, algumas letras atestam a isto, como Cálice, Calabar e etc. Outros autores e artistas, ao contrário, foram totalmente suprimidos; é o caso do mineiro Sirlan, o sucesso Viva Zapátria de sua autoria, 1972, foi censurado, impedido de cantar e se apresentar em público, retirou-se da vida artística; o talentoso Sidney Miller, suicidou-se aos 35 anos em 1980; Taiguara assim como o artista anterior, participou de festivais fazendo muito sucesso até que sob pressão da ditadura foi morar em Londres, voltando ao Brasil, permaneceu no ostracismo morrendo esquecido em 1996, por último, o lendário paraibano Geraldo Vandré que abandonou a carreira e hoje, com mais de 60 anos, é um atuante advogado. Estes foram alguns exemplos de músicos e compositores que tiveram suas vidas artísticas arruinadas pela ditadura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;___________________________________________________________&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Filmes sobre o assunto:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Agonia e êxtase. Direção Carol Reed. São Paulo: Fox, 1995. Fita de vídeo, 140 min.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O processo de pintura dos afrescos da capela Sistina por Michelangelo e seu tempestuoso relacionamento com o Papa Júlio II.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Arquitetura da destruição. Direção Peter Cohen. São Paulo: Cult filmes, 1992. 121 min. Neste documentário as artimanhas do Nazismo para desacreditar a arte moderna na Alemanha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Crash, estranhos prazeres. Direção David Cronenberg. São Paulo: Columbia Tristar, 1996. Filme proibido em diversos paises por mostrar pessoas que tem prazer em acidentes de automóveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;___________________________________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Livros&amp;nbsp;sobre o assunto:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;NERET, Gilles. Miguel Ângelo 1475-1564. Koln: B. Taschen, 2000. 96 p., il. Por. A história completa do artista e notas explicativas sobre cenas “proibidas” do afresco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;GARCIA, Nelson Jahr. Sadismo, sedução e silencio. São Paulo: Loyola ,1990. 167 p. Por. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Mostra o controle ideológico da propaganda no Brasil durante a ditadura militar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;CARNEIRO, Maria Luiza Tucci. (Org.). Minorias silenciadas : história da censura no Brasil. São Paulo : Edusp, 2002. 614 p. il. Prefacio de Renato Janine Ribeiro. Por. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ensaios e depoimentos de diversas personalidades reunidos sobre a censura à atividade intelectual no Brasil do período colonial aos nossos dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;SIMÕES, Inimá. Roteiro da intolerância: a censura cinematográfica no Brasil. São Paulo: Ed. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;SENAC São Paulo, 1999. Mostra de forma geral o que foi a censura no Brasil no período da Ditadura, definindo-a como um órgão executor de orientações da alta hierarquia militar. Ao relatar casos, alguns folclóricos, o autor aponta como funcionava a censura, identificando a influencia da policia Federal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;___________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Endereços eletrônicos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Mostra sobre filmes censurados: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u32973.shtml"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u32973.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Poster: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.moviecovers.com/"&gt;http://www.moviecovers.com/&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Thomas Gainsborough:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.abcgallery.com/G/gainsborough/gainsborough.html"&gt;http://www.abcgallery.com/G/gainsborough/gainsborough.html&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-926147213561624984?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/926147213561624984/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=926147213561624984' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/926147213561624984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/926147213561624984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2011/03/brasil-de-o-outro-lado-de-hollywood.html' title='Os mecanismos históricos da censura e comentário sobre o filme &quot;O outro lado de Hollywood&quot;'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-WKDLl6KHwNU/TXe5mo-4yqI/AAAAAAAAAf4/ORNYea1ELlg/s72-c/closet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-2405985305325109751</id><published>2011-02-17T20:41:00.028-02:00</published><updated>2011-03-27T11:52:47.637-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Filme: &quot;A lenda do tesouro perdido&quot; mostra os mistérios da arte e do conhecimento'/><title type='text'>Filme: "A lenda do tesouro perdido" mostra os mistérios da arte e do conhecimento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Por Iomar Travaglin&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-RETBlxe5tI4/TV2nm-ubkQI/AAAAAAAAAfM/CZqmiiT2osw/s1600/tesouro01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" j6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-RETBlxe5tI4/TV2nm-ubkQI/AAAAAAAAAfM/CZqmiiT2osw/s400/tesouro01.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Cena do filme "A lenda do tesouro perdido"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Nicolas Cage participou de diversas películas de ação e, entre altos e baixos na carreira, trabalhou com grandes diretores. O filme A lenda do tesouro perdido, vale principalmente pelo interesse que desperta em um assunto muito divulgado: O código da Vinci. Em A lenda..., Nicolas é Benjamim Franklin Gates, cuja família busca um fabuloso tesouro constituído de "todo conhecimento do mundo", guardado durante séculos pelos cavaleiros templários e posteriormente pela maçonaria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vvM2Iy2Xm4s/TV2ohDYRHbI/AAAAAAAAAfQ/jUHGjCoUXrY/s1600/tesouro02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j6="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-vvM2Iy2Xm4s/TV2ohDYRHbI/AAAAAAAAAfQ/jUHGjCoUXrY/s1600/tesouro02.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Reprodução da capa francesa do filme A lenda do tesouro perdido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O interessante do filme está justamente na relação entre a maçonaria e os americanos e nas peripécias dos protagonistas em descobrir o segredo. Os personagens se deparam com pistas do tesouro em símbolos sagrados da cultura dos Estados Unidos da América, como a Declaração da Independência Americana e conhecidos monumentos históricos daquele país. Repare na seqüência do roubo da Declaração e no personagem interpretado por Harvey Keitel, como o policial que nos faz lembrar Telma e Louise (1991), de Ridley Scott.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Produzido pela Disney, o filme levou cinco anos para ser realizado. As filmagens no Ártico foram feitas no estado norte-americano de Utah e o restante das cenas, em Washington, Filadélfia e Nova York. Por motivos de segurança foi necessário construir uma réplica da sala em que está exposto o documento da declaração da independência americana. Oportunidade de conhecer uma história, embora relacionada com o livro de Dan Brown, autor de O código Da Vinci, que, ao contrário deste, não formaliza polêmica e apresenta sugestiva reflexão sobre qual seria o verdadeiro tesouro dos templários e o conseqüente "conhecimento do mundo".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Monges Soldados&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A soberana ordem dos Cavalheiros do Templo de Jerusalém, assim como os Cavalheiros Hospitalários e os Cavalheiros Teutônicos, garantia a guarda de lugares cristãos na Palestina e proteger peregrinações à chamada Terra Santa. Fundada no século IX, a ordem dos Cavalheiros do Templo possuía sede em Paris, no palácio do Templo, da onde deriva o nome. Conhecidos como "cruzados", por conta da cruz desenhada em suas vestes, possuíam regras severas: castidade, pobreza, obediência, não deviam olhar muito o rosto feminino ou beijar qualquer mulher. Em guerra, eram treinados para serem os mais fortes e em caso de captura pelo inimigo, não poderiam ser resgatados em troca de ouro ou espécie. Como força militar, os "monges soldados" serviam de escudos das tropas, colocados na vanguarda dos ataques e na retaguarda de todas as retiradas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O grupo obedecia somente ao papa e possuíam livre trânsito por qualquer lugar, não pagando qualquer tipo de tributo. O contato com as riquezas dos espólios das constantes guerras e o fato de não pagar tributos, fizeram dos Cavalheiros do Templo uma instituição muito rica. No quadro Iluminura do século XV, de Jean de Courcy (Fig.1), observa-se a pilhagem (roubo praticado por tropas conquistadoras) de Jerusalém após sua captura pelos "cruzados" no século IX . Os cavalheiros do templo cobravam resgate para libertar líderes inimigos aprisionados, conseguindo dos monarcas conquistados, além de grandes somas, valiosas relíquias cristãs, como, por exemplo, fragmento da verdadeira cruz de Cristo e sua suposta coroa de espinhos. Isso se dava porque normalmente os reis inimigos ou pagãos não viam valor em tais relíquias que não pertenciam à sua cultura. Segundo a tradição, esses objetos estariam preservados na Saint Chapelle de Paris. Diante de grande riqueza, os templários agiam como banqueiros, emprestando dinheiros a reis e príncipes cristãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-OIGlc69iU3M/TV2qCqjEacI/AAAAAAAAAfY/eXYJwP2-T4o/s1600/tesouro03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-OIGlc69iU3M/TV2qCqjEacI/AAAAAAAAAfY/eXYJwP2-T4o/s1600/tesouro03.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Iluminura do século XV, de Jean de Courcy (fig. 1)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Segundo pesquisadores e biógrafos de vários mestres templários, o contato com culturas pagãs distantes trouxe aos monges conhecimentos de ritos iniciáticos que incorporaram em sua ordem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Em 1314, o rei francês Filipe IV decidiu suprimi-la. Acredita-se que foi movido por interesses políticos devido ao crescente poder da ordem e ao fato de ter sido preterido para presidi-la. Sob tortura, norteada por Guillaume de Nogareth, chefe da policia do rei, membros da ordem confessaram práticas homossexuais e adoração de imagens demoníacas. O processo durou sete anos e condenou o grão mestre Jacques de Molay e seu imediato, Geoffroy de Charney, já anciãos, a serem queimados vivos em praça publica sendo a ordem proibida na França. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Alegando inocência no momento do suplício, o grão-mestre da ordem convocou, "perante Deus e antes do ano terminar", as pessoas que condenaram ele mesmo e sua instituição e proferiu a sentença: "Malditos, malditos, malditos, convoco perante a justiça (e do trono) de Deus, no prazo de um ano, o papa, o rei e Nogareth, chefe da policia real..." O que realmente ocorreu no tempo previsto. Mediante a conclusão da profecia ficou-se estabelecido que os acusados eram inocentes e que havia sido proferida uma maldição. Segundo a tradição, os templários foram executados em frente à igreja de Notre Dame em Paris, numa sexta-feira 13, dia em que, a partir desse momento, é tido como agourento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Com a supressão da ordem, os sobreviventes se aliaram em congregações secretas, formando a liga medieval dos canteiros e construtores das catedrais. A associação dos "pedreiros livres" (tradução de maçonaria) foi aberta a outras profissões no início do século XVIII e, rapidamente, espalhou-se da Inglaterra para o resto da Europa. Novamente atacada pela Igreja Católica e pelos governantes autocráticos que de novo temiam seu crescente poder; Wolfgand Amadeus Mozart, (1756-1791) como adepto da ordem, compôs sua última obra, a Flauta mágica, com símbolos e informações da irmandade no intuito de homenagear e defender a perseguida organização.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Nos Estados Unidos da America, a maçonaria foi igualmente popular, contando entre seus membros George Washington e Benjamim Franklin. O desaparecimento misterioso, em 1826, de William Morgan, que divulgava segredos de sua loja (local de reunião dos maçons), levou a uma investigação descobrindo que muitos detentores de cargos públicos pertenciam à instituição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;O mistério do quadro de Poisson, Pastores da Arcádia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Nicolas Poisson (1594-1665) pintor e mestre francês, conhecido pela pintura de paisagens bucólicas, se encontra ligado a um segredo que hoje é alvo de controvérsias. Em meados do século XIX, o padre Bérenger Saunière (1852-1917), quando reformava a igreja de Chateau-Sur-Rennes na França, encontrou pergaminhos antigos em latim e francês. Enviou-os a Paris e, de posse de informações sobre os mesmos, encomendou uma cópia do quadro Pastores da Arcádia de Poisson (Fig.2). Com a ajuda de sua governanta, Marie Dénarnaud (1868-1953), o padre empreendeu uma busca que, ao que parece, culminou em êxito, pois o religioso, em pouco tempo, enriqueceu e adquiriu muitas propriedades, colocando-as em nome de Marie, sua protegida. Intrigados, alguns superiores questionaram esse súbito enriquecimento o que o padre respondeu tratar-se de herança familiar. Posteriormente descobriu-se que o padre e Marie tiveram acesso a uma chave que levaria a um tesouro, segredo que já havia feito uma vítima: um camponês que, perseguindo uma ovelha, deparou-se com uma cova cheia de ouro e esqueletos. Não saiu de lá sem antes preencher como podia os bolsos, porém, sem responder onde havia conseguido a fortuna, foi executado como ladrão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-TZU_jSdo1gM/TV2pWZU4PNI/AAAAAAAAAfU/ZjS36I4qP2I/s1600/tesouro04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-TZU_jSdo1gM/TV2pWZU4PNI/AAAAAAAAAfU/ZjS36I4qP2I/s1600/tesouro04.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Reprodução do quadro Os pastores da arcádia, de Nicolas Poussin (fig. 2)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Após a morte do padre Marie Dénarnaud herdou o segredo e supostamente o tesouro, porem na Segunda Grande Guerra ficou em dificuldades quando o governo intimou os habitantes quanto à origem de suas rendas. Já idosa, contou sua aventura a um amigo prometendo informar o local da cova. Faleceu, em 1953, levando o segredo ao túmulo. Quanto ao quadro, o que se sabe é que possivelmente guarda a chave de um túmulo existente em Rennes-le-Chateau. Historiadores acreditam que todo esse mistério teria sido forjado por Bèrenger, pois o padre foi acusado de "tráfico de missas" ou doações ilícitas sendo que a ligação ao quadro e, conseqüentemente, ao tesouro teria sido uma engenhosa invenção. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Sabe-se, no entanto, que os templários eram muito ricos e lendas sobre tesouros abundam na região. Com certeza muito ouro e jóias foram enterradas na esperança de serem de novo resgatadas já que Felipe IV deixou claro que o interesse da coroa era sobre as riquezas que acumularam. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A região de Rennes-le-château é um lugar na França de rica história e os templários possuíam castelos naquela região. Ao que conta a lenda, a congregação era depositária do nunca encontrado tesouro do Templo de Jerusalém, roubado pelos Romanos em meados do século I d.C de valor histórico e monetário incalculável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Riquezas desaparecidas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Na Segunda Grande Guerra muitos tesouros em pinturas e obras de arte desapareceram por ordem dos nazistas. Hitler e seu primeiro ministro, Goringer, esconderam em uma mina o produto de saques: pinturas, jóias e dinheiro roubado das vítimas mortas em campos de concentração e de muitos museus da Europa. Alguns tesouros foram recuperados pelos aliados em minas e fossas, mas alguns ainda se encontram desaparecidos. É o caso da fabulosa sala de Âmbar dos Czares: totalmente trabalhada em âmbar e com chão revestido de madrepérola, a sala foi presente de Frederico Guilherme I, da Prússia, a Pedro, imperador Russo, no ano de 1716. A Sala de Âmbar era a mais suntuosa das dependências do Palácio de Catarina II, em Tsarskoe Selo, palácio dos Czares nos arredores de São Petersburgo. A sala era um enorme cofre revestido de painéis de âmbar desmontáveis. Foi escondida no castelo de Konigsberg pelos nazistas, mas, com a aproximação dos aliados e o incêndio que se seguiu, nunca mais foi encontrada. Outro roubo realizado em Berlim foram o das jóias encontradas por Schliemann, em 1873, nas ruínas da mítica Tróia. As jóias são peças únicas da ourivesaria grega e foram doadas pelo casal Schiliemann ao museu de Berlim, desaparecendo em 1945. Sophie Schiliemann usa algumas destas jóias em foto junto ao marido tirada à época da descoberta (Fig.3). O Tesouro compunha-se de aproximadamente 10 mil objetos de ouro, entre taças, brincos, diademas e colares. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vN03J4zQrDE/TV2qwKha4eI/AAAAAAAAAfc/K7S_dgeKLmA/s1600/tesouro05.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-vN03J4zQrDE/TV2qwKha4eI/AAAAAAAAAfc/K7S_dgeKLmA/s1600/tesouro05.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Retratos de Sophia e Heinrich Schliemann (fig. 3)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Outra obra de arte, com curioso histórico de roubo, é o retrato de Jacob de Gheyn III (Fig.4), de Rembrandt (1606-1669). O quadro foi roubado, em 1966, da Dulwich Picture Gallery, recuperado e novamente roubado em 1973. Recuperado em 1981, sumiu novamente em 1983 e, desta vez, não encontrada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3mk5m6KhbKc/TV2rPiD8jkI/AAAAAAAAAfg/9cso-8FjqpI/s1600/tesouro06.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" j6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-3mk5m6KhbKc/TV2rPiD8jkI/AAAAAAAAAfg/9cso-8FjqpI/s1600/tesouro06.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Retrato de Jacob Gheyn III (Fig.4)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Legado para um novo mundo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Alguns críticos contestam a história de Dan Brown e todo o aparato escrito sobre os templários como uma construção que visa legitimar pretensas realezas, vide o livro O código Da Vinci. O que se sabe historicamente é que os templários existiram e foram fiéis ao seu propósito religioso de proteger lugares considerados sagrados. Sobre o tesouro "deles" estar escondido na América do Norte, como mostra o filme pode ser vista como uma resposta ao conhecimento que falta aos Estados Unidos da América enquanto produção cultural. As polêmicas existem, mas, considerando que estamos trabalhando e escrevendo em cima de hipóteses, seria mais coerente admitir que o famoso tesouro do templo de Jerusalém pode estar, na realidade, escondido na América Hispânica, pois a Ordem continuou a agir, em outro contexto, na Península Ibérica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Os tesouros históricos trazem em si o conhecimento de pessoas e de povos que elucidam e justificam culturas desaparecidas, mas um tesouro pode ser utilizado em prol da ciência. É o caso de John Smithson, um visionário inglês que legou aos Estados Unidos da América sua fortuna em prol do conhecimento. Sem nunca estar na América, deixou em testamento que sua fortuna fosse entregue como subsídios para pesquisa ao recém-criado auto-governo dos americanos. Abalado com os rumos da Revolução Francesa, e rejeitado pela Inglaterra por questões de nascimento, John Smithson pensou que estaria surgindo uma "nova Athenas" ou um pais livre, voltado para a ciência e para o conhecimento em prol de causas sociais. Smitson gostaria que novas descobertas científicas fossem desenvolvidas numa república independente e não em uma monarquia. Faleceu em 1829, três anos depois de ter escrito o seu testamento. Depois de prolongada discussão do legado, chegou-se a dizer que a nação se rebaixaria ao aceitar doação de estrangeiros, contudo, o congresso americano autorizou o presidente a buscar o dinheiro. Assim, em 1838, chegava em Nova York um navio com 105 sacos de soberanos de ouro, que na época valiam exatamente US$ 508.318,46 dólares. Somente em 1847 foi colocada a pedra fundamental do instituto que hoje é o maior centro de pesquisa dos Estados Unidos da América. Assim nasceu o Smithosnian Institute, que compreende uma grande área verde, o Mall, 19 museus e nove centros de pesquisas. Estende-se para oeste a partir do Capitólio dos EUA, em Washington, até o Rio Potomac, ladeada pelo conjunto imponente de seus museus, que são conhecidos coletivamente como Smithosonian. Entre outros edifícios, estão os Museus do Ar e do Espaço, de História Natural, de História da América e de Arte Africana; a Galeria de Arte Freer, famosa por sua coleção de arte oriental e islâmica; a Galeria Sackler, o museu (de arte moderna) e o jardim de Escultura Hirschhorm. O complexo também é associado à Galeria nacional de Arte, aos centros John F. Kennedy para as Artes Dramáticas e o Centro Woodrow Wilson para pesquisas. Os museus estão em Washington e em Cooper-Hewer, em Nova York. Ainda na capital americana, há ainda o Zoológico Nacional que, entre outras pesquisas, contribui para salvamento de espécies animais ameaçadas de extinção no mundo todo. Em 1904 foram trazidos os restos mortais do idealizador que repousam na capela ao lado do centro de pesquisas. O objetivo de James Smithson para o aumento e disseminação do conhecimento foi triunfantemente concretizado, fazendo pensar que muitas vezes o ouro, bem empregado, pode contribuir para o "conhecimento do mundo".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Livros e filmes sobre o assunto:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A lenda do tesouro perdido&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Título original: National Treasure&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Diretor: Jon Turteltaub.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Atores: Nicolas Cage, Justin Bartha, Sean Bean, Harvey Keitel e Diane Kruger.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Roteiro: Jim Kouf, Cormac Wibberley e Marianne Wibberley.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Produtor: Jerry Bruckeheimer e John Turtletaub&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;País: Estados Unidos da América&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ano: 2004&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: Trebuchet MS;"&gt;Bibliografia:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;READ, Piers Paul. Os templários. Rio de janeiro: Imago, 2001.366p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;FALBEL, Nachman. Kidush Hashem: crônicas hebraicas sobre as cruzadas. São Paulo : Edusp, 2001. 375 p. il. Mapas. Por.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;ARQUITETURA DA DESTRUIÇÃO. Direção e produção Peter Cohen. São Paulo: Cult Filmes, 1992. Fita de vídeo, 121 min., PB/ Color.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Os Grandes Mistérios do Passado - Lisboa, Reader´s Digest, 1996. (Seleção de Reader´s Digest)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-2405985305325109751?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/2405985305325109751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=2405985305325109751' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/2405985305325109751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/2405985305325109751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2011/02/filme-mostra-na-trilha-do-codigo-da.html' title='Filme: &quot;A lenda do tesouro perdido&quot; mostra os mistérios da arte e do conhecimento'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-RETBlxe5tI4/TV2nm-ubkQI/AAAAAAAAAfM/CZqmiiT2osw/s72-c/tesouro01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-2619698220182585134</id><published>2010-11-01T18:27:00.011-02:00</published><updated>2010-11-02T12:07:46.219-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Ligações perigosas. (Dangerous Liaisons)'/><title type='text'>Ligações perigosas (Dangerous Liaisons)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Direção de Stephen Frears.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Iomar Travaglin&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Adaptação de livro epistolar de Pierre Choderlos de Lacros escrito em 1782. Conta a história de dois nobres, a Marquesa de Merteiul e o Conde de Valmont, obcecados por desejos de ódio e vingança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TM8ijNwPnQI/AAAAAAAAAec/Cw6RKB9ymQY/s1600/lp_cartaz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nx="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TM8ijNwPnQI/AAAAAAAAAec/Cw6RKB9ymQY/s1600/lp_cartaz.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Considerado um clássico este filme se tornou a versão mais famosa do livro, mas este inspirou outras produções em cinema e teatro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Dangerous Laissons de Roger Vadim produzido em 1958, com Jeane Moreau e ambientada na época atual; O filme de Millos Forman quase simultâneo ao de Frears e a versão teen de 1998, Perversas Intenções, ambientada na aristocracia de Nova York nos tempos atuais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A história também inspirou a produção teatral de Christopher Hampton em 1996, posteriormente adaptado para o filme de Stephen Frears e, anterior a este último, 1981, a clássica peça Quartett, do teatrólogo alemão Heiner Müller.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Em Quartett, o autor transporta os personagens centrais, Valmont e Isabelle de Merteuil para um lugar atemporal, porém moderno, com um texto ácido e mordaz. Nesta peça os dois personagens representam a si e aos outros personagens secundários do texto original, Cecile e Madame de Tourvel.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O filme de Stephen Frears, objeto desta apresentação, foi inteiramente filmado em construções históricas francesas como, por exemplo, o castelo de Vincennes, construído entre os séculos XIV e o XVII em Vincennes, subúrbio de Paris. Esta foi a primeira direção americana do diretor inglês recebendo indicações ao Oscar de melhor filme, diretor, atriz, atriz coadjuvante, trilha sonora, roteiro adaptado, figurino e direção de arte. Vencendo na categoria de figurino, roteiro adaptado e direção de arte. Cristopher Hampton além de escrever o roteiro de sua própria adaptação para o teatro, aqui ainda participa da produção. A Trilha sonora foi composta por George Fenton que inclui obras de Vivaldi, Bach, Handel e Glück. O figurino foi inteiramente transposto de quadros do século dezoito sendo que a personagem da marquesa usa cópia idêntica de vestido usado por Madame de Pompadour em retrato pintado por François Boucher no ano de 1750, abaixo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TM8g7U9Y34I/AAAAAAAAAeQ/3tE4T81Nq54/s1600/lp01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" nx="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TM8g7U9Y34I/AAAAAAAAAeQ/3tE4T81Nq54/s320/lp01.jpg" width="251" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Madame de Pompadour, 1750, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;François Boucher&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TM8hHDxo1DI/AAAAAAAAAeU/A2-1hZmBo8I/s1600/lp02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="215" nx="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TM8hHDxo1DI/AAAAAAAAAeU/A2-1hZmBo8I/s320/lp02.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Cena do Filme&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Composição dos personagens e adaptação de texto:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Coube primeiramente a Roger Vadim a difícil tarefa de transpor os sentimentos inseridos nas cartas do livro original tendo apenas como facilitador o idioma original em francês. Mas, Cristopher Hampton, com certeza, ao adaptar o texto para a peça de teatro em inglês formalizou e sintetizou diálogos pertinentes que conservam a força das imagens do filme de Frears. A carta LXXXI, por exemplo, apresenta a explicação da marquesa à sua atuação como mulher na sociedade francesa dentro dos quesitos da etiqueta e dissimulação próprios da época:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;“...Entrando na sociedade em um tempo em que, solteira ainda, estava naturalmente voltada ao silêncio e a inação, aproveitei para observar e refletir. Enquanto me acreditavam estouvada ou distraída, dando, em verdade, pouca atenção ao que me procuravam dizer, muito prestava ao que procuravam esconder de mim. Esta útil curiosidade, ao mesmo tempo que servia para me instruir, ensinava-me a dissimular. Forçada muitas vezes a esconder os objetos de minha atenção aos olhares dos que me cercavam, procurei dirigir os meus à vontade. Consegui, desde então, tomar a meu bel-prazer esse ar distraído que louvastes tantas vêzes. Animada por esse primeiro êxito, procurei regular da mesma maneira os diversos movimentos de minha fisionomia. Se sentia alguma mágoa, aplicava-me a assumir um ar de serenidade, e até de alegria; levei o zêlo a ponto de provocar dores voluntárias, a fim de procurar durante esse tempo a expressão do prazer. Esforcei-me com mais cuidado e mais dificuldade em reprimir os sintomas de uma alegria inesperada. Foi assim que consegui sobre minha fisionomia esse poder que por vêzes vos espantou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Era muito moça ainda e quase sem interêsse. Só tinha de meu o pensamento e indignava-me que pudessem arrebatar-mo ou surpreendê-lo contra minha vontade. De posse dessas primeiras armas, tentei servir-me delas; não satisfeita com não mais me deixar penetrar, diverti-me com mostrar-me sob diferentes formas; segura de meus gestos, controlei minhas palavras; regulei uns e outros de acordo com as circunstâncias e as minhas fantasias. A partir de então, minha maneira de pensar foi unicamente minha e só mostrei o que me era útil deixar transparecer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Esse trabalho sobre mim mesma fixara minha atenção na expressão dos rostos e no caráter das fisionomias; e, com isto, ganhei êsse golpe de vista penetrante, em que, entretanto, a experiência me ensinou a não confiar inteiramente, mas que, em suma, raramente me enganou (...) A essas precauções, que chamo fundamentais, juntam-se mil outras, locais ou ocasionais, que a reflexão e o hábito fazem encontrar se necessário, demasiado minuciosas para que se exponham aqui, mas importantes na prática, e que vos cabe recolher no conjunto de minhas atitudes, se quiserdes chegar a conhecê-las. Mas pretender que me esforcei tanto para não colher os frutos de meus cuidados: que, depois de me ter elevado tão acima das outras mulheres, consinta em rastejar com elas entre a imprudência e a timidez; que, principalmente, possa temer um homem a ponto de só enxergar salvação na fuga? Não visconde, nunca. È preciso vencer ou morrer...” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;De..., neste 20 de setembro de 17**.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;(Lacros, 1782, p. 141) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Resumindo essa idéia da vida cotidiana no filme a virtude pode ser associada a simplicidade; a beleza e a virtude são presas da dissipação e por final e definitivamente, a “feiúra” esta para a maldade. Neste mundo de aparências, segundo Merteuil: “...o amor é causa certa de sofrimento..”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Heiner Müller e Quarttet.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Choderlo de Lacros se limita colocar as cartas em ordem cronólogica dos acontecimentos. No livro ficamos sem saber o ano e na apresentação temos a notícia do autor, ou redator, que os nomes foram inventados e que podem nem ao menos terem existido os personagens, forma de negação irônica de que toda a aristocracia é má e age de um mesmo modo. Mas o fato é predominantemente reflexo geral da situação social do século XVIII com uma aristocracia decadente e sistema político as vésperas de uma revolução que, em dado momento, irá destruir este mundo de privilégios representados pelo clero e a nobreza. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Nas cartas descritas no livro encontramos a expressão de sentimentos ligados e dominados pelo poder e a dissimulação. Considerando o século XVIII como o século das luzes e dos grandes escritores iluministas, contrários aos conceitos medievais do Teocentrismo e Autoritarismo político, é clara uma sugestiva reação ao sistema através dos sentidos e da paixão desenfreada, que neste momento de forma simplista poderia ser associado a uma transgressão moral. Os sentimentos apresentados são movidos pelo desejo, no caso, aliados ao poder e desprezo das pessoas “superiores” às pessoas “fracas” ou “inferiores” sujeitas a condições morais e religiosas. Segundo Hobbes: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;“...a felicidade é um contínuo progresso do desejo, de um objeto para outro, não sendo a obtenção do primeiro senão o caminho para a obtenção do segundo.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;( CHAUÍ, 1990. p.53)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O filme apresenta muito do desejo aliado ao luxo e a ociosidade. A ociosidade gera a insatisfação e a busca desenfreada de prazeres. Porém, mesmo na crueldade e na frieza, os personagens principais a seu modo, amam, e tem esse sentimento como sinal de fraqueza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Em Quartett, Heiner Müller direciona o texto para a ótica do poder de forma visceral e atemporal. Esse duelo, com o intuito único de coibir o desejo alheio, acontece para garantir seus próprios prazeres. Mantendo somente os personagens de Valmont e Merteuil pensamos na questão dos sentimentos como uma coisa única e exclusiva dos dois personagens que amam, odeiam, riem e choram, ao contrário dos outros personagens. Estes apenas amam ou são passados para trás pelo arrogantes e cruéis aristocratas por sua inexperiência ou até mesmo falta de inteligência. Ao final sozinha e abandonada, Merteuil representa a decadência do poder e do antigo regime, em Quartett esta solidão é reforçada pela convicção de que não existe emoção, apenas o vazio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;No Brasil a montagem mais importante foi a de 1986 com o polêmico diretor Gerard Thomas, mas, recentemente, 2009, tivemos uma bela montagem com Beth Goulart e Guilherme Leme e a mais badalada; a produção francesa de 2010 presente no Brasil, com Bob Wilson, diretor, coreógrafo, e sonoplasta conhecido sobre suas produções de vanguarda e a atriz francesa Isabelle Hupert. Cabe aqui ressaltar que a obra de Müller muito se ajusta com a vanguarda de Wilson apresentando um cenário atemporal reforçado com cores, sons demoníacos e risadas descompassadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Segundo o libreto a história se passa entre a Revolução Francesa e uma Guerra mundial ratificando a peça com os moldes do poder e da destruição, presentes no texto do dramaturgo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Sobre o texto de Heiner Mülller e a parceria com Bob Wilson recomendamos o artigo Heiner Müller, um espinho no olho de Irene Brietzske.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Estão disponiveis no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtub.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;www.youtub.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;imagens da peça Quartett, onde podemos ver o trabalho de Bob Wison, Huppert e Ariel Garcia Valdés como Valmond.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TM8h2Ay_PVI/AAAAAAAAAeY/QeFmRYsZaq4/s1600/lp03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;img border="0" height="300" nx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TM8h2Ay_PVI/AAAAAAAAAeY/QeFmRYsZaq4/s400/lp03.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="left" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT;"&gt;&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/portoalegreemcena/19,0,2663550,Quartett-fecha-Porto-Alegre-em-Cena-2009.html"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/portoalegreemcena/19,0,2663550,Quartett-fecha-Porto-Alegre-em-Cena-2009.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span lang="PT" style="mso-ansi-language: PT;"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;BIBLIOGRAFIA E VÍDEOS:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;BRIETZSKE, Irene (Autor). Heiner Müller: um espinho no olho. Cadernos de teatro, Rio de Janeiro, n. 136, p. 10-11, 1994. por.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;FREARS, Stephen. Ligações Perigosas. São Paulo: Warner, 1996. 1 DVD (90 min): son., color.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;KAUFMAN, Philip. Contos proibidos do Marquês de Sade. São Paulo: FOX, 2000. 1 DVD (124 min): son., color.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;LACROS, Choderlos de. As ligações perigosas. São Paulo: Círculo do Livro, 1973.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;NOVAES, Adauto. Libertinos libertários. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;NOVAES, Adauto. O desejo. Rio de Janeiro: Companhia das letras: 1990.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;OLIVEIRA, Ruth Rohl Cerqueira de. O teatro de Heiner Müller: modernidade e pós-modernidade. São Paulo: Estação Liberdade, 1997. 185 p. il. (Estudos, 152).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: small;"&gt;As emoções no Romance de Lacros in: www.frb.br/ciente/Impressa/Psi/2004.2/episteme/1.ANDREI.pdf acesso em 24/07/2010 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-2619698220182585134?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/2619698220182585134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=2619698220182585134' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/2619698220182585134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/2619698220182585134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2010/11/ligacoes-perigosas.html' title='Ligações perigosas (Dangerous Liaisons)'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TM8ijNwPnQI/AAAAAAAAAec/Cw6RKB9ymQY/s72-c/lp_cartaz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-7654273794212759590</id><published>2010-08-04T11:15:00.013-03:00</published><updated>2010-11-02T10:45:40.748-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Janela indiscreta revela grande momento do mestre do suspense'/><title type='text'>"Janela indiscreta" revela grande momento do mestre do suspense</title><content type='html'>&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 12" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUSUARIO%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUSUARIO%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx" rel="themeData"&gt;&lt;/link&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUSUARIO%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml" rel="colorSchemeMapping"&gt;&lt;/link&gt;&lt;smallfrac m:val="off"&gt;&lt;dispdef&gt;&lt;lmargin m:val="0"&gt;&lt;rmargin m:val="0"&gt;&lt;defjc m:val="centerGroup"&gt;&lt;wrapindent m:val="1440"&gt;&lt;intlim m:val="subSup"&gt;&lt;narylim m:val="undOvr"&gt;&lt;/narylim&gt;&lt;/intlim&gt;&lt;/wrapindent&gt;&lt;style&gt;&lt;!-- /* Font Definitions */ @font-face	{font-family:"Cambria Math";	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:roman;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;}@font-face	{font-family:Calibri;	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;	mso-font-charset:0;	mso-generic-font-family:swiss;	mso-font-pitch:variable;	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;} /* Style Definitions */ p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal	{mso-style-unhide:no;	mso-style-qformat:yes;	mso-style-parent:"";	margin-top:0cm;	margin-right:0cm;	margin-bottom:10.0pt;	margin-left:0cm;	line-height:115%;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:11.0pt;	font-family:"Calibri","sans-serif";	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-bidi-font-family:"Times New Roman";	mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault	{mso-style-type:export-only;	mso-default-props:yes;	font-size:10.0pt;	mso-ansi-font-size:10.0pt;	mso-bidi-font-size:10.0pt;	mso-ascii-font-family:Calibri;	mso-fareast-font-family:Calibri;	mso-hansi-font-family:Calibri;}@page Section1	{size:612.0pt 792.0pt;	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;	mso-header-margin:36.0pt;	mso-footer-margin:36.0pt;	mso-paper-source:0;}div.Section1	{page:Section1;}--&gt;&lt;/style&gt;&lt;/defjc&gt;&lt;/rmargin&gt;&lt;/lmargin&gt;&lt;/dispdef&gt;&lt;/smallfrac&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #7f91a4;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;No suspense de Hitchcock e no filme brasileiro "O outro lado da rua", voyerismo, solidão e assassinatos compõem o cenário das grandes cidades.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #7f91a4;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #7f91a4;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Por: Iomar Travaglin&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; 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(1954) serviu de inspiração para muitas produções posteriores. Baseado no romance de Cornell Woolrich, o roteiro foi concebido pelo próprio diretor e seu assistente, John Michael Hayes,&amp;nbsp;e acrescenta à obra o romance vivido por James Stewart e Grace Kelly, fato inexistente na história original. O filme versa sobre um fotógrafo com a perna engessada, Stewart, que da janela de seu apartamento presencia o que supõe ser um assassinato. Com a ajuda da namorada e de uma enfermeira, vivida pela atriz Thelma Ritter, ele tenta provar o suposto crime. O filme se passa em um conjunto de prédios de apartamento (fig.1), onde o protagonista entediado passa seus dias observando os vizinhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Todo o cenário foi concebido especialmente para o filme e os apartamentos oferecem situações que passam do cômico para o drama. Com ótimos diálogos e sugestivas discussões sobre relacionamento marido e mulher, o suspense presenteia o telespectador com um dos roteiros mais inteligentes já vistos. Elenco seguro e versátil, situações inusitadas e clima de constantes descobertas fazem da obra uma referência do gênero. Repare na cena de entrada de Grace Kelly em close – revelando ser uma das atrizes mais bonitas da história do cinema –, na discussão do personagem de Thelma Ritter com Stewart sobre o amor e na cena final, quando Grace abandona seu lado "dondoca". Atenção também para o discurso sobre a morte de um animal de estimação, em elucidativa cena sobre o convívio dos personagens.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Aliando humor, suspense, sensualidade e até questões sociais hoje muito discutidas, o filme reverencia a melhor fase do diretor que, em suas costumeiras aparições, surge em um breve momento dando cordas no relógio do apartamento do músico, como um dos muitos personagens do filme.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Hitchcock e o suspense&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O suspense sempre fez parte dos roteiros cinematográficos. Para prender a atenção do espectador, foram criados estilos e narrativas que inovaram a linguagem e a própria historia do cinema. No caso dos filmes de Alfred Hitchcock, seu estilo pessoal prevaleceu e, esse estilo, é hoje considerado uma variação do &lt;i&gt;cinema noir&lt;/i&gt;, que esteve no auge nas décadas de 30 e 40. O claro-escuro, personagens ambíguos, loiras fatais, reviravoltas, diálogos inteligentes e existencialistas são as principais características do &lt;i&gt;cinema noir&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Em seus filmes, o mestre do suspense sempre exigia que tudo fosse realizado com extrema precisão. Sua linguagem revela muito pela imagem. No começo de &lt;i&gt;Janela indiscreta&lt;/i&gt; sabe-se, por exemplo, que James Stewart é fotojornalista e está com a perna engessada por causa de um acidente, pelo longo plano-sequência no qual aparecem a máquina fotográfica quebrada na mesa,&amp;nbsp;fotos nas paredes, e ainda pelos negativos junto às revistas. Como o diretor iniciou sua carreira durante o cinema mudo, explora as imagens explicando-as com a câmera, sem diálogos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Janela indiscreta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; e o filme brasileiro &lt;i&gt;O outro lado da rua&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Atualmente, é comum assistir filmes que se assemelham a outros ou &lt;i&gt;remakes&lt;/i&gt; – refilmagens produzidas com moldes modernos. Não posso afirmar se &lt;i&gt;O outro lado da rua&lt;/i&gt;, filme de Marcos Bernstein, é propositalmente realizado com base em &lt;i&gt;Janela indiscreta&lt;/i&gt;, mas possuem muitos pontos em comum. O filme, protagonizado por Fernanda Montenegro e Raul Cortez, dois grandes atores do teatro e da televisão, fala da solidão e da observação de vizinhos. Nesta produção, também existe a suspeita de um assassinato e a mania do uso de binóculos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O roteiro se sustenta no elenco principal com uma bonita história de amor entre os personagens de Fernanda e Cortez. Ela faz um personagem dúbio e, às vezes, desagradável, de uma senhora que vive só em um apartamento e, durante a noite, trabalha como informante da polícia. Repare na bela cena de amor entre os personagens e na participação da atriz Laura Cardoso, sempre marcante. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Entre os dois filmes, com intervalos de cinqüenta anos, levando-se em conta a diferença de cultura, é fácil notar a atualidade do tema e a influência do meio no comportamento, levando o ser humano, quando existe oportunidade, a "bisbilhotar" e interferir na vida alheia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;As grandes cidades e o &lt;i&gt;voyer&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O estudo do estar só em espaços densamente povoados é relativamente recente e corresponde à analise psicológica das cidades e do consumismo, que levaria o homem a individualidade e a conseqüente "solidão social". Tanto Karl Marx como Charles Baudelaire, teóricos do século 19 e Marshall McLuhan, no século 20, escreveram obras que remetem à análise social e às influencias do consumo e da comunicação, gerando inusitadas situações urbanas modernas. Porém, fechando um pouco a questão, as cidades e o &lt;i&gt;voyerismo&lt;/i&gt; estão ligados ao fato da aglomeração urbana, que, nos filmes é ressaltado pelos apartamentos e visibilidade alheia. A televisão, ultimamente, explora muito essa situação e a obra de George Orwell, &lt;i&gt;1984&lt;/i&gt;, é marcante e, de certa forma, pioneira, antecipando, no final da década de 40, o atual Big Brother.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A exposição ou violação de privacidade no filme tem sua centralização na figura do &lt;i&gt;voyer&lt;/i&gt;, que é aquele que observa outras pessoas e pode ter uma conotação sexual. Já &lt;i&gt;flâneur&lt;/i&gt;, termo estudado por Walter Benjamin na obra de Baudelaire, é aquele que não apenas observa, mas também interage como parte da paisagem. Ou seja, não fica "escondido", além de&amp;nbsp;não ter a conotação sexual. Estes temas podem parecer distantes e muito filosóficos, mas nos fazem entender determinados comportamentos que, com a ajuda da imagem cinematográfica, podem ser compreendidos e analisados. Na bibliografia coloco alguns livros que podem dar continuidade ao assunto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A arquitetura das cidades nos filmes&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;As cidades como metrópole e o cinema surgiram praticamente juntos. A partir do século 19, as cidades,&amp;nbsp;sob influência da Revolução Industrial, passaram a ser o centro do que hoje conhecemos como aglomerados urbanos. Construções cada vez mais altas já eram projetadas como sinal de poder e centralização. A cidade de São Paulo, por exemplo, impulsionada pela crescente industrialização e migração ao fluxo urbano, passou de uma população média de 44.000 habitantes em 1886,&amp;nbsp;para 64.000, em meados de 1890. Até que em 1920 constatou-se a existência de 579.000 habitantes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;No caso do cinema, podemos perceber o quanto esse fato colaborou para formalização de idéias, personagens e teorias sociais. No filme &lt;i&gt;Metrópolis&lt;/i&gt; (1927), de Fritz Lang, a concepção visual da cidade é um futurismo, aceito hoje como normal. Assim como as teorias que fizeram deste filme um precursor de estudos sociológicos, a concepção histórica da cidade retratada influenciou muitas outras idéias que até hoje são utilizadas para estudos sociais e cinematográficos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Metrópolis&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; pode ser considerado o "pai" do cinema de ficção. Foi e continua sendo referência de obra com fundo social, pois o autor, inspirado pela silhueta de edifícios americanos, construiu uma metáfora sobre a dominação da máquina e do homem. Outro exemplo famoso é o filme &lt;i&gt;Blade runner, o caçador de andróides&lt;/i&gt;, de Ridley Scott, produzido em 1982. Nesta produção, o futurismo é realçado através de uma arquitetura urbanística igualmente repressora. A obra versa sobre andróides e cidades vencidas pela tecnologia e a decadência. O "realismo italiano", difundido e igualmente copiado, contrapõe essa idéia da obra cinematográfica ficcional, pois, esta escola possibilitou colocar a imagem como registro histórico, utilizando para isto cenários reais. &lt;i&gt;Roma, cidade aberta&lt;/i&gt;, filme produzido em 1945 e dirigido por Roberto Rossellini, é seu exemplo mais importante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Recentemente, o filme &lt;i&gt;Encontros e desencontros&lt;/i&gt;, de Sofia Coppola, aborda, de forma contundente, a semelhança estética e existencial com os cenários do filme &lt;i&gt;Blade runner&lt;/i&gt;, embora seus roteiros nada tenham em comum. O brasileiro &lt;i&gt;Contra todos&lt;/i&gt;, de 2004, de Roberto Moreira, apresenta a dura realidade da periferia de São Paulo em cenários que formalizam a proposta do filme. Ambas as produções mostram a opressão da cidade frente a uma realidade imutável que acaba levando o ser humano a uma condição de passividade e total desamparo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A arte retratando cidades e comportamentos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Podemos ter a noção de uma Londres na época de Jack, o estripador, assistindo o filme &lt;i&gt;Do inferno&lt;/i&gt;, de 2001 e dirigido por Albert e Allen Hughes. História, aliás, lançada também com muito sucesso no formato de história em quadrinhos. Vale ver também a Nova York da década de 50 através da obra do cartunista Will Eisner (1917-2005) (fig.2),&amp;nbsp;pelas pinturas de Edward Hooper (1882-1967) e, ainda, a São Paulo pelas pinturas de Gregório Gruber. No entanto, descobrir um assassino por suas pinturas é ao menos inusitado. &amp;nbsp;No filme &lt;i&gt;Do inferno&lt;/i&gt;, ficção estrelada por Johnny Deep, é narrada a suposta identidade do famoso Jack o Estripador. Jack foi o misterioso assassino que vitimou, segundo a polícia da época, cinco prostitutas na parte mais pobre de Londres, chamada de East End. Nesta região, os crimes chamaram a atenção de uma sociedade que não se incomodava com a saúde e muito menos com a segurança da parte pobre da população. Nos míseros prédios da área citada, era comum sete ou oito pessoas compartilharem um cômodo, não restando alternativas às jovens que, devido à extrema falta de recursos, partiam para a prostituição.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&amp;nbsp;Nos 118 anos depois dos fatos, nunca se conseguiu saber a identidade do assassino, embora existam vários suspeitos, sendo alguns ilustres, como o duque de Clarence, neto da Rainha Vitória. Porém, uma escritora e repórter policial, Patricia Cornwell, no melhor estilo &lt;i&gt;CSI&lt;/i&gt;, investigou o caso e chegou à conclusão que o assassino era o pintor vitoriano Walter Sickert (1860-1942) (fig.&amp;nbsp;3). &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Para viabilizar sua investigação, Patrícia gastou cerca de R$ 4 milhões de sua fortuna pessoal. A idéia partiu de uma visita realizada por ela à Scotland Yard, verificando que o caso de Jack era o grande fracasso da instituição e que nunca havia sido investigado com tecnologia de ponta. Com acesso a antigos documentos e correspondência anônima do assassino com a policia, ela descobriu que os papéis tinham a mesma marca d´água que o pintor utilizava. Para ir mais adiante, chegou a comprar pinturas e gravuras do autor (fig.4), avaliadas em R$ 70 mil, somente para destruí-las, em busca de impressão digital e vestígios de DNA. Isto porque, ao pintar, Sickert possuía o costume de molhar a tinta na saliva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Por meio da investigação, a escritora chegou às seguintes conclusões: os desenhos encontrados no livro de hóspedes na pensão onde morava o pintor são semelhantes aos que Jack usava muitas vezes; as iniciais utilizadas por Sickert eram grafadas da mesma maneira que as letras nos bilhetes do assassino, que confirmava possuir conhecimentos e técnicas de pintura ao redigir os textos com pincel. Além disso, em uma das cartas, traiu-se utilizando o pseudônimo de Mr. Nobody, o mesmo que o pintor usava. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Todo o processo de investigação se encontra em livro escrito por &lt;a href="http://www.patriciacornwell.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #2c6182; text-decoration: none;"&gt;Patricia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, muito criticada por apresentar evidencias que, mesmo em alguns momentos plausíveis, não provam a culpa do pintor. Nas pesquisas realizadas, ela descobriu que o suspeito era um pai repressivo, inquieto e misógino (que tem aversão às mulheres), indicando sua conduta como a de um &lt;i&gt;serial killer&lt;/i&gt;. As críticas mais ferozes ao livro surgiram principalmente pelo fato da&amp;nbsp;escritora ter destruído obras de arte para supor provas que não poderiam ser eventualmente confirmadas, já que Sickert foi cremado, impossibilitando a confirmação do DNA.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Concluímos que esta fascinante investigação, conduzida pelo processo histórico e psicológico, mostra que, mesmo após tanto tempo, é possível chegar a conclusões comportamentais da época. No entanto, a identidade criminal que a autora e criminalista como um “&lt;i&gt;voyer”&lt;/i&gt;, tentou desvendar, continua insolúvel.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl33DSnupI/AAAAAAAAAdU/gMh0GlkwrLc/s1600/j02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl33DSnupI/AAAAAAAAAdU/gMh0GlkwrLc/s320/j02.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%;"&gt;Cartaz do filme "Janela Indiscreta"&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl4Ja8NzMI/AAAAAAAAAdc/ssRvMMdxqsU/s1600/J03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl4Ja8NzMI/AAAAAAAAAdc/ssRvMMdxqsU/s320/J03.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%;"&gt;Cartaz do filme "O outro lado da rua"&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl4dd12xAI/AAAAAAAAAdk/AMDcS_5_Eqc/s1600/J04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl4dd12xAI/AAAAAAAAAdk/AMDcS_5_Eqc/s320/J04.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%;"&gt;Alfred Hitchcock no set de filmagem do filme "Janela Indiscreta" (fig.1)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl4o-J9HNI/AAAAAAAAAds/L810Zd7KOKw/s1600/J05.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl4o-J9HNI/AAAAAAAAAds/L810Zd7KOKw/s320/J05.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%;"&gt;New York Tenement Buildings, Will Eisner (1980) (fig.2)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl45293TaI/AAAAAAAAAd0/bF0hky-WlhY/s1600/J06.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl45293TaI/AAAAAAAAAd0/bF0hky-WlhY/s320/J06.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%;"&gt;Walter Richard Sickert (fig.3)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl499BEVZI/AAAAAAAAAd8/uqLFhjEPIhk/s1600/J07.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl499BEVZI/AAAAAAAAAd8/uqLFhjEPIhk/s320/J07.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.5pt; line-height: 115%;"&gt;Belvedere Bath, obra de Walter Richard Sickert (fig.4)&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;Livros e filmes sobre o assunto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;EISNER&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, Will. New York: a grande cidade. 2. ed. São Paulo : M. Fontes , 1990. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black;"&gt;139 p. il. (Fetiche). Por.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;RENNER&lt;/b&gt;, Rolf Gunter. Edward Hopper 1882-1967: Transformações do Real. Koln : Taschen, 1992. 95 p. il. Por.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;HUMPHRIES&lt;/b&gt;, Patrick. The films of Alfred Hitchcock. New Jersey: Crescent Books, 1994. 192 p. il. Ing. &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;BAUDRILLARD,&lt;/b&gt; Jean. Simulacros e simulação. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Lisboa: Relógio D'agua, 1991. 201 p. (Antropos). Por. &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;CANETTI&lt;/b&gt;, Elias. Massa e poder. São Paulo: Cia. das Letras, 1995. 487 p. Por.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;BENJAMIN&lt;/b&gt;, Walter. Charles Baudelaire um lírico no auge do capitalismo. São Paulo: Brasiliense,1997. 253 p. (Obras escolhidas, 3). Por. &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;MINC&lt;/b&gt;, Alain. A nova Idade Média. São Paulo: Ática, 1994. 199 p. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;SADOUL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;, Georges. História do cinema mundial das origens aos nossos dias. Lisboa: Horizonte, 1983. 213 p. Por.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;ORWELL&lt;/b&gt;, George. 1984. 24 ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2000. 277 p. (Biblioteca do espírito moderno, 24). Por.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Metropolis&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Título Original:&lt;/b&gt; Metropolis&lt;br /&gt;&lt;b&gt;País de origem:&lt;/b&gt; Alemanha&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1927&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 100 min&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direção:&lt;/b&gt; Fritz Lang&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Roma, cidade aberta&lt;br /&gt;Título Original:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Roma, città aperta &lt;br /&gt;&lt;b&gt;País de Origem:&lt;/b&gt; Itália&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1945&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 98 min.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direçãão:&lt;/b&gt; Roberto Rosselini&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Janela Indiscreta&lt;br /&gt;Título Original:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Rear Window&lt;br /&gt;&lt;b&gt;País de origem:&lt;/b&gt; EUA&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1954&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 107 min&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direção:&lt;/b&gt; Alfred Hitchcock&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Blade Runner, o caçador de andróides&lt;br /&gt;Título Original:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Blade Runner&lt;br /&gt;&lt;b&gt;País de origem:&lt;/b&gt; EUA&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 1982&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 118 min&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direção:&lt;/b&gt; Ridley Scott&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Do inferno&lt;br /&gt;Título Original:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; From Hell&lt;br /&gt;&lt;b&gt;País de origem:&lt;/b&gt; EUA&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2001&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 137 minutos&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direção:&lt;/b&gt; Albert&amp;nbsp; e Allen Hughes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Encontros e desencontros&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Título Original:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; Lost in Translation&lt;br /&gt;&lt;b&gt;País de origem:&lt;/b&gt; EUA&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2003&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 105 min&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direção:&lt;/b&gt; Sofia Coppola&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: normal; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: black; line-height: 115%;"&gt;O outro lado da rua&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Título Original:&lt;/b&gt; O Outro Lado da Rua&lt;br /&gt;&lt;b&gt;País de origem:&lt;/b&gt; Brasil&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2004&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 97 min&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Direção:&lt;/b&gt; Marcos Bernstein&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-7654273794212759590?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/7654273794212759590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=7654273794212759590' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/7654273794212759590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/7654273794212759590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2010/08/janela-indiscreta-revela-grande-momento.html' title='&quot;Janela indiscreta&quot; revela grande momento do mestre do suspense'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TFl2vMMv4VI/AAAAAAAAAdM/20CVdXYNyzk/s72-c/J01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-8526464160756867138</id><published>2010-03-07T22:09:00.002-03:00</published><updated>2010-11-02T10:46:32.103-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Sob o domínio do mal'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5ROQzmXF3I/AAAAAAAAAcI/h5sLyoxg8hU/s1600-h/09.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446063900033750898" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5ROQzmXF3I/AAAAAAAAAcI/h5sLyoxg8hU/s320/09.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 213px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 283px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Sob o domínio do mal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Filmes como Clube da Luta, 1999, dirigido por David Fincher, e O suspeito da Rua Arlington, 1999, dirigido por Mark Pellington, além de grandes produções são conhecidas por apresentar coincidências; uma delas é a data de produção a outra, os atentados do dia 11 de setembro de 2001; no "Clube", por exemplo, a cena final apresenta a implosão do World Trade Center, que na trama é o “maldito” símbolo do Capitalismo, e, no "Suspeito", vemos um complô para explodir o Pentágono. Atos, nas produções, realizadas por nativos americanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Coincidências trágicas, no entanto, não são recentes no cinema americano, basta ver o filme The Manchurian Candidate (2004), no Brasil com o título Sob o domínio do mal, e seu homônimo original produzido em 1962, dirigido por John Frankenheimer. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Originalmente o enredo mostra um jovem soldado transformado em político pela mãe dominadora que faz de tudo para torná-lo presidente, inclusive envolvendo-o em um experimento científico russo que vai transformá-lo em frio assassino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O cantor Frank Sinatra, ator principal e também produtor, considerava este filme seu favorito, mesmo que no enredo houvesse um complô para assassinar o presidente dos Estados Unidos da América o que logo aconteceu tragicamente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Sinatra, aliás, tentou impedir como produtor a divulgação do filme em respeito à morte de Kennedy, pois, alem de serem amigos na vida real foi lançado pouco antes do atentado de Dallas, provocando grande polêmica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Na versão de Frankenheimer a trama gira em torno da Guerra Fria fato substituído na recente versão por um grupo de industriais globalizados com interesses comerciais. Ângela Lansbury, atriz veterana de Hollywood conhecida do grande público pelo filme Se minha cama voasse, de Robert Stevenson, filmado em 1971 e o Clássico O retrato de Dorian Gray, 1945, dirigido por Albert Lewin, sobre a famosa obra de Oscar Wilde, tem com certeza o maior desempenho de sua carreira como uma mãe dominadora e maquiavélica que não hesita em sacrificar o próprio filho na política. E na segunda versão, publicamente rejeitada pelos atores sobreviventes da primeira, Merril Strip não fica atrás com um desempenho impecável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Merece atenção no enredo o recurso utilizado para a lavagem cerebral (uma aula de jardinagem); na relação ambígua de amor entre mãe e filho, assim como na cena do atentado, imaginando, como isto deve ter repercutido mal no povo americano com a morte de Kennedy.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Rara ocasião para verificar que versões podem ser realizadas sem comprometer a idéia original mantendo o impacto e interesse, mesmo que esse interesse possa ser trágico ao revelar uma sociedade, hoje, de notória contrariedade do ponto de vista político.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Atentados brasileiros com pouca "mira".&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ao contrário do que registra na história norte-americana os atentados são poucos no Brasil embora alguns tenham realizado lamentáveis estragos. Um atentado menos conhecido ocorrido contra o Imperador Pedro II, deu-se na noite de 15 de junho de 1889, quando saía com a família do Teatro Sant´Ana, no Rio de janeiro, após assistir um concerto. No meio da multidão ouviu-se um grito de “Viva a República!” e em seguida foi disparado um tiro à queima roupa contra o monarca, que por milagre não foi atingido. O agressor, um português de Coimbra, chamado Adriano do Vale foi absolvido e libertado uma semana após a proclamação da República. O homem que tentou esfaquear Prudente de Morais, em 1897, por exemplo, acabou matando o seu ministro da Guerra, General Carlos Machado Bittencourt e a bomba-relógio contra Costa e Silva que explodiu no aeroporto dos Guararapes, em Recife, em 1966, matou duas pessoas e ferindo 13, o marechal dela saiu ileso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A Guerra Fria&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Historicamente a rivalidade entre a antiga URSS e os Estados unidos da América mais conhecida como Guerra Fria teria se iniciado após a Segunda Grande Guerra (1939-1945), quando o presidente Harry Truman levantou suspeitas quanto a postura conspiratória dos comunistas. Nascia assim a doutrina da Contenção, proposta que a princípio ajudaria financeiramente a Grécia e Turquia, e por extensão a todos os países interessados a conter o comunismo. Por outro lado, A URSS aliou-se a Polônia e Tchecoslováquia marcando uma divisão na Europa. Esta estratégia ficou conhecida na Rússia como a doutrina Jdanov que afirmava uma divisão do mundo em dois blocos antagônicos e poderosos. Todo esse processo culminou na tensão dos anos seguintes, quando foi obtido o equilíbrio nuclear, (1949) e, conseqüentemente, o terror e ameaças recíprocas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A arte america da na Guerra Fria&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Em termos de obra artística um dos destaques é o artista Roy Liechtenstein onde valoriza o traço das histórias em quadrinhos transformando-as em arte, e um de seus trabalhos critica a arte bélica nos quadrinhos adotando essa linguagem popular como forma de expressão (Fig. 1). A Pop Art, movimento da qual faziam parte também Andy Worhol, Claes Oldenburg e Allen Jones critica a cultura de massa tornando-a objeto artístico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Na arte e na vida mães trágicas amorosas e dominadoras&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Sejam boas ou más, Infindáveis são as personagens femininas no cinema que apresentaram mães inesquecíveis como as personagens dos citados filmes. Dentro de estudos artísticos a maternidade, até a Idade Média, era divina e os artistas se inspiravam na Mãe de Jesus mais por encomenda de religiosos do que propriamente inspiração. Só a partir do Renascimento e o conseqüente desenvolvimento do gênero retrato, é que a maternidade foi retratada dentro de uma pretensa realidade. Em alguns momentos muitas rainhas e membros da nobreza tiveram seu rosto “emprestado” para as chamadas Madonas prevalecendo uma forma de legitimação de poder mais do que propriamente santidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Apresentamos como ilustração o quadro A Virgem e o menino pintado por Jean Fouquet por volta de 1481, que é na realidade o retrato de Ágnes Sorel. Famosa por sua beleza, inteligência e bondade era amante do rei Francês Carlos VII com o qual teve vários filhos. Segundo a tradição era dona do amor platônico do pintor que a retratou em dois momentos: uma como senhora do castelo de Lorches, onde vivia, e outra como a “rainha dos céus” na tentativa de realçar suas virtudes. (Fig. 2).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Alguns quadros maternais tocam pela maneira pouco convencional de representação onde, conforme a origem, cada figura expressa seu amor de forma diferenciada: Inglaterra, mais contido; França pré revolução, mais arrebatado e Brasil, natural e aconchegante. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O primeiro aqui apresentado, A condessa Spencer e sua filha Georgiana, é inglês e foi pintado em 1760 por Sir Josua Reynolds, (Fig. 3). Neste encantador retrato, o artista, além de mostrar a habilidade das pinceladas nas rendas, sedas e pelos do cachorro, traz a maneira delicada com que a Condessa envolve sua filha, aliás, a retratada é uma ancestral de Diana Spencer, Princesa de Gales, 1961-1997, falecida em trágico acidente de automóvel e conhecida pelo extremado amor aos filhos. Outro exemplo é o auto-retrato de Vigeé LeBrum e sua filha no quadro Auto-retrato com Julie, 1789. Fora do convencional e realizado com grande maestria, sobretudo na pose da criança que apresenta um olhar que não é tecnicamente convincente mas perfeito na expressão (Fig. 4). O brasileiro Eliseu Visconti, com Maternidade, do acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo (Fig. 5), nos apresenta uma imagem que merece ser vista “de perto” pelos preciosismos dos detalhes. Visconti, segundo alguns críticos, foi o precursor do simbolismo e impressionismo francês no Brasil. sendo também um dos primeiros artistas brasileiros a se inspirar no movimento Art Nouveau.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Medéia, que inspirou dramaturgos e poetas como Eurípides (431 a. C.), Sêneca (Séc. I a. C.), Corneille 1635 e Anouilh, 1953, conta a história da lendária feiticeira que fugiu com Jasão, mas, como ele a abandonou vingou-se degolando os próprios filhos que havia tido com ele. No cinema a versão cinematográfica de Píer Paolo Pasolini, 1972-1975, Medéia, com a cantora lírica Maria Callas, 1923-1977, é talvez a mais marcante. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;No Brasil, Chico Buarque e Paulo Pontes escreveram a versão de Medéia para teatro, com o nome de Gota D’água em 1975. Protagonizada por Bibi Ferreira no papel principal e ambientada no Rio de janeiro, é considerada um marco pela qualidade das músicas e interpretação, no entanto, foi a atriz Cleide Yáconis quem protagonizou a Medéia nos moldes do texto grego sendo aclamada pela crítica especializada como a melhor interpretação brasileira dessa personagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Como mãe amorosa, mas, fruto de relações inusitadas para a época, Chica da Silva e João Fernandes foram os que mais se aproximaram de modelo familiar. João Fernandes conheceu Chica, e, ao que parece, foi amor à primeira vista. Comprou-a, deu-lhe a liberdade e com ela manteve uma relação estável com onze filhos, todos reconhecidos com títulos e casados com famílias proeminentes. Mesmo com João Fernandes partindo para Lisboa, em 1770, Chica não mediu esforços na criação dos filhos e para isto deu-lhes a melhor educação. Segundo pesquisas recentes Chica nada tem da imagem do filme, interpretado por Zezé Motta, pois, a sociedade que lhe foi adversa no filme, lhe prestaria homenagens como benfeitora, sendo enterrada com toda pompa no cemitério da Igreja de São Francisco de Assis, destinado aos brancos ricos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Livros e filmes pesquisados:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;EURIPEDES. &lt;strong&gt;Medéia, As Bacantes.&lt;/strong&gt; São Paulo: Abril Cultural, 1976. 142 p. (Teatro Vivo). Editor Victor Civita. Por.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;COSTA, Cristina. &lt;strong&gt;A imagem da mulher:&lt;/strong&gt; um estudo de arte brasileira. Rio de Janeiro : Senac Rio, 2002. 199 p., il. Por.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;FURTADO, Junia Ferreira. &lt;strong&gt;Chica da Silva e o contratador de diamantes: o outro lado do mito&lt;/strong&gt;. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. 403 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Xica da Silva. Direção Caca Diegues. São Paulo: &lt;strong&gt;Grupo de Comunicação Três, 1976.&lt;/strong&gt; Fita de vídeo, 117 min., Color.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Medéia. Direção Píer Paolo Pasolini. São Paulo: Versátil, 1969. DVD, 110 min., Color.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Sob o dominio do mal.&lt;/strong&gt; Direção John Frankenheimer. São Paulo: [s.n.], 1962. 127 min., p&amp;amp;b.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Sob o domínio do mal. Direção&lt;/strong&gt; Jonathan Demme. São Paulo: [s.n.], 2005. 130 min., color.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Sites consultados:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Imagem de Agnes Sorel:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.myartprints.com/a/french-school/agnes-sorel-c1422-50.html"&gt;http://www.myartprints.com/a/french-school/agnes-sorel-c1422-50.html&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Acesso em 18/02/2010.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;A virgem e o menino:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://blogs.opovo.com.br/sincronicidade/categorias/23-de-maria-nunquam-satis/"&gt;http://blogs.opovo.com.br/sincronicidade/categorias/23-de-maria-nunquam-satis/&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Acesso em 18/02/2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Margareth, Condessa de Spenser:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://ann-lauren.blogspot.com/2009/04/18-19th-cent-margaret-georgiana-poyntz.html"&gt;http://ann-lauren.blogspot.com/2009/04/18-19th-cent-margaret-georgiana-poyntz.html&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Acesso em 18/02/2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5RTV2BgOBI/AAAAAAAAAck/rkqql6UXnLQ/s1600-h/03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5RTV2BgOBI/AAAAAAAAAck/rkqql6UXnLQ/s320/03.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5RTZO0qReI/AAAAAAAAAcs/2Uma5xfIlzc/s1600-h/04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5RTZO0qReI/AAAAAAAAAcs/2Uma5xfIlzc/s320/04.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Agnes Sorel em dois momentos: &lt;br /&gt;no quadro Virgem e menino de Jean Fouquet, pintado em 1481 e &lt;br /&gt;mo Dama Palaciana em quadro do mesmo autor.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5RTwAFmytI/AAAAAAAAAc0/f7GcMQs4JKE/s1600-h/05.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5RTwAFmytI/AAAAAAAAAc0/f7GcMQs4JKE/s320/05.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Sir Joshua Reynolds 1723-1792, Margareth, Contesse Spenser and yor daugther Georgiana.&lt;br /&gt;Óleo sobre tela 1760/1. Quadro inglês com imagem de maternidade.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5RT6l9eHnI/AAAAAAAAAc8/umJ7Kxw4JPs/s1600-h/06.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5RT6l9eHnI/AAAAAAAAAc8/umJ7Kxw4JPs/s320/06.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Maire Louise Elisabeth Vigée-Lebrun. 1755-1842. &lt;br /&gt;Auto-retrato com Julie. 1789. Exemplo francês de imagem maternal.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5RUCtf139I/AAAAAAAAAdE/1DY1zFXk--k/s1600-h/07.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5RUCtf139I/AAAAAAAAAdE/1DY1zFXk--k/s320/07.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Eliseu D´Angelo Visconti 1866-1944. Maternidade (Detalhe) 1906. &lt;br /&gt;Exemplo brasileiro de pintura com figura materna&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-8526464160756867138?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/8526464160756867138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=8526464160756867138' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/8526464160756867138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/8526464160756867138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2010/03/sob-o-dominio-do-mal.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/S5ROQzmXF3I/AAAAAAAAAcI/h5sLyoxg8hU/s72-c/09.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-4715460426679797690</id><published>2009-09-20T19:50:00.008-03:00</published><updated>2010-11-02T12:02:21.202-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Tatiane Cornetti'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Praça da Sé e a Igreja do Carmo'/><title type='text'>Na Praça da Sé, centro da cidade, a Igreja do Carmo testemunha a história de São Paulo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Por: Iomar Travaglin&lt;br /&gt;Fotos: Tatiane Cornetti&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Em meio ao barulho e a fuligem do centro de São Paulo uma pequena jóia colonial descansa quase sufocada pelo grande prédio da secretaria da fazenda: A igreja da Ordem terceira do Carmo. Na entrada, a data de construção surpreende 1632, e dentro encontramos um dos últimos exemplares do barroco paulista do período com obras do Padre Jesuino do Monte Carmelo. Nascido em Santos em 1764, Jesuino Francisco de Paula Gusmão mudaria o nome para Jesuino do Monte Carmelo ao seguir a vida religiosa depois de enviuvar em 1793. Foi pintor, arquiteto, escultor, músico, poeta e entalhador, no entanto como padre só rezaria sua primeira missa em 1798 como “ex defectu natalium” expressão em latim que quer dizer “defeito de nascença” por ser mulato. As obras presentes na igreja do Carmo em São Paulo foram realizadas por volta de 1796 e redescobertas por Mario de Andrade em texto publicado em 1942 quando estudou a obra do artista. Mas o achado mais importante viria do próprio Mário que aquela época desconfiou que a pintura do teto ocultasse algo maior já que apenas a lateral apresentava obras do artista. E foi assim que em 2007 foi descoberta no teto abaixo de uma pintura menor uma imagem de Nossa Senhora do Carmo, com as mãos ao peito e cercada de anjos. Não houve dúvidas, quanto à autoria, quando se analisou o traço do pincel; ali estava um autêntico Jesuino do Monte Carmelo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Localizada no centro histórico da criação da cidade de São Paulo a igreja do Carmo esteve presente no cotidiano da colônia e do Império onde se firma a visita do então Imperador Pedro II e da Imperatriz Teresa Cristina em 12 de abril de 1846 ocasião em que houve procissão até o Pátio do Colégio. As festas ali realizadas são lembradas no famoso livro de Antonio Egidio Martins, São Paulo Antigo, que narra a seguinte passagem:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383689995272727618" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sra1htUOLEI/AAAAAAAAAaw/MvCGgkMP4bE/s320/02-2.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 202px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“...da igreja do Carmo onde todas as festas eram feitas com muito esmero e capricho, saía antigamente à procissão do Triunfo a percorrer as ruas da cidade carregando as seguintes imagens representando: Jesus no horto, Jesus na prisão, Jesus atado a coluna, Jesus coroado de espinhos, Ecce Homo, Jesus com a cruz as costa e Jesus no calvário...”&lt;br /&gt;(Monteiro, 1978: p. 38).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Essas imagens podem ser vistas hoje no interior da igreja já que desde os anos vinte do século passado já não se realizam as celebres procissões, embora ainda preserve antigas tradições e novenas que atrai grande número de fieis. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;A ordem do Carmo criada por Santo Elias em 1594 apresenta três Ordens que são as seguintes: A ordem Primeira é a ordem Carmelitana composta de padres confessos com sede na Rua Martiniano de Carvalho; a Ordem segunda são as das freiras ou irmãs religiosas do Carmelo e a Ordem terceira é aquela pertencente ao irmão carmelitano ou fieis seguidores. Alguns desses seguidores estão na história de nosso país como Pedro Dias Paes Leme, Padre Diogo Antonio Feijó, Raphael Tobias de Aguiar, Amador Bueno da Veiga, Firmino Whitaker, Barão Raymundo Duprat, Condessa Amália Ferreira Matarazzo, Dr. Alfredo Pujol, Barão e Baronesa de São Joaquim, além de famílias tradicionais e eminentes políticos de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Localizada no triângulo histórico da fundação de São Paulo, mais precisamente na antiga esplanada do Carmo enfrente a uma íngreme ladeira hoje conhecida como Avenida Rangel Pestana, o conjunto do Carmo compunha-se originalmente de convento, igreja da Ordem segunda (1594) a igreja atual (1632) e o colégio do Carmo atrás desta última. O convento, a ordem segunda e o colégio foram desapropriados pelo governo do Estado e neste terreno se encontram, hoje, o prédio da Secretaria da fazenda. Demolidos o convento e a igreja da ordem primeira em 1928 tanto os altares assim como as imagens foram transferidos para uma nova capela na Martiniano de Carvalho transformada posteriormente em imponente Igreja. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Desde os primórdios de sua fundação foram sepultados nas dependências das igrejas diversos membros como Bandeirantes, Fundadores, e homens ilustres como Pedro Dias Paes Leme, pai de Fernão Dias Paes Leme. A prática de enterros perdurou até 1867 quando foi adquirido terreno próximo ao cemitério da Consolação na Rua Sergipe. A Ordem realizava os sepultamentos dos Irmãos Terceiros, quando estes expressassem esta vontade em testamento, no interior da capela mor, nos corredores, na nave, no chão, e em praticamente toda a extensão da Igreja. Para isto o soalho era constituído de grandes retângulos de madeira que podiam ser removidos, deixando a descoberto as cavidades onde eram colocados os corpos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Hoje apenas 51 corpos se encontram no interior da Igreja em cripta construída para este fim, o restante foi transferido para o cemitério. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Estrada de São Paulo pelo caminho do Rio de Janeiro Aquarela de Jean-Baptiste Debret, 1827. LAGO, Pedro Correa do. Iconografia paulistana no século XIX.São Paulo: Metalivros, 1998. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.fotoplus.com/dph/info05/index.html"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.fotoplus.com/dph/info05/index.html&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383691914069415986" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sra3RZZAGDI/AAAAAAAAAbQ/lddVNsKIoJA/s320/antiga.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 159px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt; &lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383691900081603378" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sra3QlSDAzI/AAAAAAAAAbA/_-qEaljQOAU/s320/01-2.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt; &lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Vista da Igreja do Carmo - 2008&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;No altar principal o barroco predomina com a imagem da padroeira entre duas colunas com imagens dos santos carmelianos: Santa Teresa e São João da Cruz. Seguindo as laterais encontramos sete magníficos altares menores com imagens dedicadas a paixão de Jesus. O sétimo altar foi construído em 1684 e oferecido pelo então capitão mor e governador da província de São Paulo Pedro Taques de Almeida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Entre preciosas madeiras e adornos dourados vemos pinturas de Pedro Alexandrino, o moço e Padre Jesuino de Monte Carmelo. Notem a belíssima lâmpada em prata suspensa entre o altar-mor e a nave central. Em toda a igreja luminárias de bronze, castiçais, candeladros e mobiliários em jacarandá da Bahia fazem parte dos tesouros artísticos presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remanescente raro do período colonial a Igreja da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo, anteriormente parte de grande complexo religioso, entre o metrô e o grande edifício do Ministério da Fazenda foi testemunha durante 367 anos das mudanças da colônia ao Império e deste, para a grande metrópole chamada São Paulo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fachada da Igreja do Carmo - 2008&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383691906776425794" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sra3Q-ON5UI/AAAAAAAAAbI/oWsei5TG7rw/s320/0303-1.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 240px;" /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383693097554361378" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sra4WSNzPCI/AAAAAAAAAb4/MlSI_V3mV_4/s320/Imagem20181.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Detalhes do interior da Igreja do Carmo - 2008&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383693086505551554" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sra4VpDjxsI/AAAAAAAAAbo/QzizPedDWMk/s320/Imagem20163.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383691917706766658" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sra3Rm8NqUI/AAAAAAAAAbY/zPv7mdEYbX4/s320/Imagem20147.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 240px;" /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383693090768202370" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sra4V472qoI/AAAAAAAAAbw/0melMxgcvd0/s320/Imagem20172.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 240px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Veja mais fotos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/IgrejaDaOrdemTerceiraDoCarmo"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/IgrejaDaOrdemTerceiraDoCarmo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.preservasp.org.br/forum/index.php/topic,53.0.html"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;http://www.preservasp.org.br/forum/index.php/topic,53.0.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;_______________________________________&lt;br /&gt;Junte-se a nós na defesa do patrimônio histórico, arquitetônico e cultural da cidade de São PauloParticipe da Associação Preserva São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.preservasp.org.br/"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;www.preservasp.org.br&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-4715460426679797690?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/4715460426679797690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=4715460426679797690' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/4715460426679797690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/4715460426679797690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2009/09/na-praca-da-se-centro-da-cidade-igreja.html' title='Na Praça da Sé, centro da cidade, a Igreja do Carmo testemunha a história de São Paulo'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sra1htUOLEI/AAAAAAAAAaw/MvCGgkMP4bE/s72-c/02-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-7817552099880886180</id><published>2009-07-05T17:44:00.003-03:00</published><updated>2010-11-02T10:55:35.174-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O filme O beijo da serpente'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SlERQWqTF1I/AAAAAAAAAZg/ykk5JR_SAPg/s1600-h/09.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355080404578801490" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SlERQWqTF1I/AAAAAAAAAZg/ykk5JR_SAPg/s320/09.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 213px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 283px;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;Por: Iomar Travaglin&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:itravaglin@yahoo.com.br" title="mailto:itravaglin@sp.senac.br"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;itravaglin@yahoo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #6600cc; font-size: 130%;"&gt;Paisagismo, decoração, jardins e filosofia permeiam o filme O beijo da serpente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Philippe Rousselot ficou famoso como diretor de fotografia em clássicos como o filme francês O Urso, e nos filmes norte americanos Ligações perigosas e Nada é para sempre. Sendo que pelo último conquistou o Oscar. No entanto, a estréia de Rousselot no cinema, como diretor, no filme O Beijo da serpente não foi bem recebido pela crítica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355128514801854706" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SlE9AvNUaPI/AAAAAAAAAaY/jMzoKsumpys/s320/04.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 198px;" /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Reprodução de pôster do filme O beijo da serpente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O enredo havia sido utilizado anteriormente pelo diretor inglês Peter Greenaway no belíssimo The draughtsman's contract, (1982) em um estilo por demais marcante para comparações. Basta verificar seus filmes O cozinheiro o ladrão, sua mulher e o amante (1989), e O livro de cabeceira (1996) cujas narrativas são minuciosas e efeitos digitais com alta definição.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355128983803384946" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SlE9cCX_1HI/AAAAAAAAAag/wA1SbXtcUsc/s320/05.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 302px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 198px;" /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Reprodução de pôster do filme The draughtsman's contract.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neste filme o diretor apresenta a historia de um arquiteto sedutor que chega a uma casa senhorial para satisfazer o desejo do proprietário na construção de um jardim em honra a sua esposa e obter status junto à corte. Entre suas conquistas, o arquiteto encontra a filha do casal com uma relação muito especial junto à flora nativa do lugar num conflito da natureza contra a sua razão cosmopolita.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia; font-size: 100%;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355124122661650306" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SlE5BFNff4I/AAAAAAAAAZ4/6PaC4lFm-Jg/s320/01.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 167px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 492px;" /&gt;&lt;/span&gt;Castelo de Vaux-le-Vicomte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Greta Scacchi como a mulher insatisfeita tem excelente desempenho dividida entre o respeito ao marido e amor devotado ao arquiteto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A filosofia e a ciência reinventando o espaço&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O espaço denominado como jardim composto com nostalgia estética ou religiosa, flui como um registro histórico da passagem do homem e suas correntes de pensamento. No oriente, o homem dispôs de maneira diferente a visão ou arrumação do seu espaço ao redor da moradia. Nas pinturas murais do antigo Egito, nota-se que o espaço estava associado à água e à fartura proveniente das inundações do Nilo. Seguindo este exemplo, a cultura Mesopotâmica, grega, romana e finalmente turca, associaram a importância da água à concepção da vida e circundaram seu espaço paisagístico com tanques e pequenos rios.&lt;br /&gt;Os espaços posteriores são divididos no ser e estar. O jardim oriental é o local de meditação (ser) e o ocidental, do permanecer (estar), um espaço de teatralização, lazer e, em alguns casos, de poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes mudanças começaram a acontecer quando o astrônomo polonês Nicolau Copérnico (1473-1543), considerado o fundador da astronomia moderna, lançou a teoria, posteriormente comprovada, de que o sol, e não a terra, era o centro do nosso sistema solar. Essa teoria revolucionou o pensamento social e filosófico da época e, a partir desse momento, começou-se a acreditar que a tradição e a autoridade imposta pela Igreja era um estorvo, provocando o final da Idade Média e início da Idade Moderna na idéia de um pensamento mais racional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As regras que Copérnico e seus seguidores, Tycho Brahe (1546-1601), Johannes Kepler (1571-1630), Galileu Galilei (1564-1642) e Isaac Newton (1642-1727), fizeram por aperfeiçoar equipamentos na área da física, facilitando medições astronômicas e terrestres apresentando uma visão mais controlada e simétrica do mundo que em certo momento foram refletidos nos "jardins da moda”. Nesta época os exemplos de jardins mais famosos e imitados são os de Versailles e do castelo de Vaux-le-Vicomte , criados pelo arquiteto francês André La Notre (1613-1700). Em seus jardins associava a simetria e o domínio do homem sobre a natureza, inclusive, poderes econômicos e políticos de seus proprietários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O espaço do jardim reproduzido na tapeçaria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os tapetes de origem Persa refletem na tradição religiosa na ideologia do jardim do Éden, ou o paraíso terreno. Sua reprodução significava a imagem do ideal e, na maioria das vezes, compunha a relação, já perdida, do contato com o divino. São muitos os significados do tapete como objeto de uso religioso, e era comum a representação da água, ligada à vida, como as plantas e flores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Motivos florais, principalmente as rosas, representavam as estrelas e o firmamento. Segundo o Alcorão, a representação da imagem humana era proibida e a lembrança do divino era expressa pela natureza idealizada em um espaço perfeito, no caso, o jardim do Éden ou paraíso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utilização do tapete é também, neste contexto e em épocas anteriores, o recordar dos dias ensolarados e coloridos dos jardins nos rigorosos invernos. Eles eram trazidos para dentro das residências reais para adornar tanto os pisos quanto as paredes. Hoje, em termos decorativos, os tapetes são peças fundamentais que possuem uma conotação mais prática do ponto de vista do conforto e da composição de ambientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Brasil e o espaço paisagístico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os registros históricos do paisagismo brasileiro remontam, principalmente, à época da colonização, mas sem um estilo definido em termos de composição de espaços. Sabe-se que as casas possuíam um espaço onde eram plantadas árvores frutíferas e também serviam de abrigo para animais domésticos. As influências foram diversificadas devido às etnias provenientes. No caso dos palácios a cultura prezava a natureza real da imagem européia e suas origens dinásticas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355125651678689442" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SlE6aFPj-KI/AAAAAAAAAaA/GKS_GWZfd0c/s320/02.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 181px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 291px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms; font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Imagem da propriedade de Veridiana da Silva Prado em Higienópolis&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Em meados do século 19 com a riqueza do café trouxe houve profundas mudanças, que possuem nos palacetes uma interessante fonte de estudos. As inovações não foram só internas nessas dependências da elite prevalecendo a França como referencia. Em seus interiores existe a idéia estética e nos exteriores o recreio, eliminando a função do antigo quintal, com seus pomares, e os criadouros de animais para consumo doméstico. A Vila Maria de propriedade de Veridiana da Silva Prado, cuja família produziu diversos membros políticos ligados a administração de São Paulo possui um exemplo do jardim da elite com lagos e fontes. A gestão dos Prado, inclusive, trouxeram mudanças no espaço urbano na criação de praças, ruas e paisagismo da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O criador dos primeiros viveiros municipais foi Antonio Andréa Etzel, pioneiro numa atividade que consistia em cultivar mudas nativas para jardinagem. Neste setor, foi o do pintor e paisagista Burle Marx (1909-1994) que se tornou o grande expoente na valorização de nossa flora com projetos importantes em praticamente todo o Brasil. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355127104553036626" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SlE7upnzK1I/AAAAAAAAAaQ/u37GbzmrjLc/s320/03.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 258px;" /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Retrato de Burle Marx (1940)&lt;br /&gt;realizado pelo pintor Alberto da Veiga Guignard.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Livros e filmes sobre o assunto:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MAGEE, Bryan. Historia da filosofia. São Paulo: Loyola, 1999.&lt;br /&gt;DOURADO, Guilherme Mazza. Jardim do solar. São Paulo: MCB, 2006. (Catálogo de exposição).&lt;br /&gt;BARRA, Eduardo. Paisagens úteis. Escritos sobre paisagismo. São Paulo: Editora SENAC/Mandarim, 2006.&lt;br /&gt;JELLICOE, Goffrey; JELLICOE, Susan. El paisaje del hombre: la conformación del entorno desde la pré historia hasta nuestros dias. Barcelona: Gustavo Gilli, 1995.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;O BEIJO DA SERPENTE/THE SERPENT'S KISS&lt;/strong&gt;Nacionalidade: França/Alemanha/Grã Bretanha&lt;br /&gt;Diretor: Philippe Rousselot&lt;br /&gt;Atores: Ewan McGregor, Greta Scacchi, Pete Postlethwaite, Richard E. Grant&lt;br /&gt;Roteiro: Tim Rose Price&lt;br /&gt;Fotografía: Jean-François Robin&lt;br /&gt;Música: Goran Bregovic&lt;br /&gt;Gênero: Drama &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;THE DRAUGHTSMAN’S CONTRACT&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Direção: Peter Greenaway&lt;br /&gt;Nacionalidade: Inglaterra&lt;br /&gt;Atores: Anthony Higgins, Janet Suzman, Anne Louise Lambert, Hugh Fraser, Suzanne Crowley, Neil Cunningham.&lt;br /&gt;Gênero: Drama &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-7817552099880886180?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/7817552099880886180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=7817552099880886180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/7817552099880886180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/7817552099880886180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2009/07/por-iomar-travaglin-itravaglinyahoo.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SlERQWqTF1I/AAAAAAAAAZg/ykk5JR_SAPg/s72-c/09.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-2264590037223002178</id><published>2009-06-10T13:37:00.003-03:00</published><updated>2010-11-02T11:48:10.978-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Mirela Terce'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Tecnologia: qual a sua função?'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345739658747900322" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Si_h5Y1i8aI/AAAAAAAAAZY/q4jLTZGiVOs/s320/Mirela.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 198px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 255px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Por: Mirela Terce&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Tecnologia: qual a sua função?&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Os filmes “Tempos Modernos” e “Matrix” buscam, cada um ao seu tempo, uma crítica voraz sobre a tecnologia, suas vantagens e o fino limiar entre homem e máquina. Criticam ainda, por meio das atitudes, comportamentos e situações dos personagens a estrutura da sociedade. Até que ponto a tecnologia pode trabalhar ao nosso favor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Em “Tempos Modernos” temos o retrato de uma sociedade em crise, amedrontada pelas máquinas que surgiram com a Revolução Industrial e pelas mudanças que isso causou no cotidiano. A vida marcada pelo trabalho desenvolvido de acordo com as habilidades individuais dá lugar às máquinas, numa tentativa de reerguer a sociedade devastada e instaurar o capitalismo: mais produção, mais lucro. Nesse viés encontramos o personagem principal - um vagabundo, se confrontando com o novo sistema onde deve trabalhar tal qual um relógio, onde máquinas passam a substituir o homem, e o homem passa a realizar trabalhos puramente mecânicos. Com um humor crítico, o filme diz tudo através das imagens: o trabalho repetitivo, o pão roubado para sobrevivência, a singela amizade entre o vagabundo e uma menina de rua na tentativa de resgatar um pouco da humanidade e liberdade perdidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já em “Matrix”, por meio de muita ação, sons, efeitos e um cenário totalmente tecnológico, o espectador perde a noção do que é real e do que é imaginário, o papel do homem se inverte com o papel da máquina, e o primeiro se vê tendo que lutar contra a própria criação em busca da liberdade. Com o surgimento da inteligência artificial, as máquinas se desenvolvem e passam a dominar o homem - seu criador. Neo, o escolhido, é resgatado por um dos poucos homens ainda livres (Morpheus) e treinado com o objetivo de libertar a humanidade, reduzida no período à matéria-prima de energia, como ele mesmo inicialmente. Por meio desse cenário, vemos representado o nosso tempo, numa crítica a própria tecnologia e ao verdadeiro sentido de ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio a tecnologia surge para facilitar a vida do homem e trabalhar a seu favor. Entretanto, com o tempo e a comodidade que isso pode trazer, o homem acaba escravo dessa tecnologia. Cria cada vez mais objetos modernos, interativos, atraentes. Mas qual a sua função? Ajudar ou escravizar? Melhorar a vida da humanidade ou simplesmente ser mais um item de consumo para aumentar as vendas? Facilitar atividades ou tirar o emprego dos menos favorecidos pelo sistema? Provar a nossa inteligência? São muitas as perguntas que podemos fazer diante do cenário atual - e que vem se conformando desde os primórdios; onde novas tecnologias surgem e novos aparatos são criados a cada instante. Mas cabe aqui também uma reflexão: será possível temer ou culpar objetos da nossa própria criação por falhas existentes na sociedade? É preciso voltar à essência e ver o homem como o ser pensante, humano e único responsável pela transformação social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-2264590037223002178?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/2264590037223002178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=2264590037223002178' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/2264590037223002178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/2264590037223002178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2009/06/por-mirela-terce-tecnologia-qual-sua.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Si_h5Y1i8aI/AAAAAAAAAZY/q4jLTZGiVOs/s72-c/Mirela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-5237654643249180299</id><published>2009-04-09T08:24:00.011-03:00</published><updated>2010-11-02T11:41:44.130-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Tatiane Cornetti'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O GLOBO JUVENIL'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4TruFzegI/AAAAAAAAAZA/UOek76aq1XE/s1600-h/tati1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322713451426183682" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4TruFzegI/AAAAAAAAAZA/UOek76aq1XE/s320/tati1.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 198px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 255px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Por: T&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;atiane Cornetti&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4RjJlspRI/AAAAAAAAAY4/RWT064Nn5SU/s1600-h/033.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large; font-weight: bold;"&gt;O GLOBO JUVENIL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Um marco nas publicações infanto-juvenis do Brasil&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img alt="" border="0" height="400" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322702660850723698" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4J3oEIq3I/AAAAAAAAAXw/gfM2Y4IUFOw/s400/04.png" style="float: left; margin: 0px 10px 10px 0px;" width="268" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;O Globo Juvenil foi lançado em 12 de julho de 1937, no Rio de Janeiro, pelo editor Roberto Marinho, era uma publicação infanto-juvenil com histórias em quadrinhos que a princípio privilegiava o caráter recreativo com seus contos, passatempos, histórias fantásticas, premiações, etc. Teve uma grande importância, pois trazia sessões de conhecimentos gerais, bons costumes, fatores sociais, econômicos, políticos e culturais da época. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Na sua estréia e nos primeiros meses, o tablóide foi editado totalmente com quadrinhos comprados dos Estados Unidos e suas histórias eram adaptadas para a cultura nacionalista, na mesma época em que tanto se insistia nos caminhos autenticamente brasileiros para a solução dos problemas nacionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Mas o editor da revista tinha planos bem mais ambiciosos de expansão na área de histórias em quadrinhos. Marinho queria adquirir os direitos dos grandes personagens da King Features Syndicate.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;A direção foi entregue a Djalma Sampaio, a quem caberia o cargo de secretário de redação das publicações infanto-juvenis do grupo O Globo. E para auxiliá-lo Sampaio chamou duas promessas do jornalismo e da literatura da época: Antonio Callado e Nelson Rodrigues.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Callado tinha a tarefa de fazer a revisão das histórias em quadrinhos, mas, na prática quem realmente fechava O Globo Juvenil era Nelson Rodrigues e sua função era justamente adaptar e reescrever as histórias provenientes dos quadrinhos estrangeiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Com Alceu Penna, um grande ilustrador brasileiro, Nelson Rodrigues fez a versão do clássico O Fantasma de Canterville, em 1938, para os quadrinhos. S&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;eu traço fino e original fez da série um grande sucesso no O Globo Juvenil. Em 1941, produziram a versão de O Mágico de Oz para o tablóide.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Roberto Marinho manteve o formato de O Globo Juvenil até 1954, porém a necessidade de criar novas publicações sempre empolgou o editor do tablóide. Em 1942, é lançada uma versão de O Globo Juvenil (em formato de revista) com a capa colorida e com a qualidade melhor, essa versão passou a ser mensal trazendo histórias completas e circulou até 1962, a partir desse período, Marinho passou a investir em revistas isoladas para cada personagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #660000;"&gt;PROJETO GRÁFICO “O GLOBO JUVENIL – 1937”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Globo Juvenil é um tablóide, no formato aberto de (60 cm de largura por 42 cm de altura) e formato fechado de (30 cm de largura por 42 cm de altura). Com linha editorial voltada para o público infanto-juvenil. Nos dez primeiros exemplares era editado duas vezes por semana (às quartas-feiras e aos sábados).O suporte utilizado para a impressão é o papel jornal. A quantidade de lâminas ou páginas impressas são de 22 páginas (06 coloridas e 16 em preto e branco). O tipo de impressão utilizada era a litográfica, muito utilizada na década de 1930 aqui no Brasil. E podemos destacar a impressão de folhas frente e verso dobrado ao meio, característica de um tablóide ou caderno.As margens são: superior 2,5/ inferior 2,0/ direita 2,5/ esquerda 2,0 (cm), podemos relacionar essa redução das margens, no aumento do campo de composição. Conseqüentemente a mancha gráfica é de 25,5 de largura por 37,5 de altura (cm).O grid do tablóide foi dividido em cinco colunas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Sua diagramação é, praticamente, no sentido vertical, respeitando toda a estrutura de zonas de interesse (centro ótico, sentido de leitura, etc).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;; font-weight: bold;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="400" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322711105165632786" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4RjJlspRI/AAAAAAAAAY4/RWT064Nn5SU/s400/033.png" style="float: left; height: 320px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 216px;" width="270" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;; font-weight: bold;"&gt;Zonas de visualizações:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;1. Primária;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;2. Secundária;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;3. Morta;&lt;br /&gt;4. Morta;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;5. Centro Ótico;&lt;br /&gt;6. Centro Geométrico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="400" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322704221780076802" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4LSe-saQI/AAAAAAAAAX4/795LNpQRVPI/s400/02.png" style="float: left; margin: 0px 10px 10px 0px;" width="267" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;As capas eram ilustradas (ilustração central com legenda) e ricamente decorada com elementos gráficos, além de um espaço utilizado para apresentação da edição (texto).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Devemos destacar que a capa é o primeiro contato com o público. Todos os elementos devem ser tratados com importância, não só a ilustração principal como também a arquitetura do projeto, a escolha do tipo (as letras desenhadas especialmente para cada edição) e os elementos fixos(editorial, preço, assinatura, logotipo, etc.).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;O logotipo do tablóide, sempre foi publicado no canto superior esquerdo, com quatro variações de cores nos seus primeiros dez exemplares. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;“O GLOBO” era vazado com um retângulo colorido atrás. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;“JUVENIL” preenchido com uma outra cor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322706673582652690" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4NhMp-vRI/AAAAAAAAAYI/27j7K8xZotI/s320/03.png" style="cursor: hand; display: block; height: 304px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;A escolha das famílias tipográficas num jornal, revista ou tablóide influi decisivamente no aspecto do mesmo. A decisão deve ser cuidadosa porque antes de ser lido, o impresso é olhado. Devemos também levar em consideração o público-alvo, isso talvez possa ser um fator importante nessa decisão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;No tablóide encontramos uma grande variedade de tipos impressos, juntamente com suas variações (inclinações, força, largura, estilos, etc), muitas vezes desenhados especialmente para a edição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322705312134941074" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4MR83jSZI/AAAAAAAAAYA/o_u1l255UHs/s320/04-01.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 174px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322707960105956418" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4OsFVCdEI/AAAAAAAAAYQ/4kCp8lcv3vU/s320/04-02+copy.png" style="cursor: pointer; display: block; height: 199px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Os ornamentos gráficos (box, caixa de texto, fios, etc.) devem ser sempre utilizados de acordo com o padrão do projeto gráfico estabelecido. O bom aproveitamento desses elementos pode tornar a aparência do impresso mais agradável. No projeto gráfico do O Globo Juvenil podemos destacar:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Box: sem padronagem, utilizados para destacar algumas matérias;&lt;br /&gt;Fios: nas divisões de pequenos textos, matérias e anúncios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322709392675959378" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4P_eEV8lI/AAAAAAAAAYg/ktj83nUWOsk/s320/08.png" style="cursor: pointer; display: block; height: 122px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Os anúncios que aparecem no tablóide são voltados para o público infantil e juvenil, outros sem nenhum relacionamento com o público e muitos exclusivos do próprio tablóide, talvez servindo de uma espécie de curinga para o fechamento das páginas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322709650641685026" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4QOfEKiiI/AAAAAAAAAYo/1yWDXmRt0qo/s320/07.png" style="cursor: pointer; display: block; height: 102px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também devemos apontar a utilização de fotografia, em algumas partes das páginas internas, matérias especiais, como por exemplo, a entrevista com o, então, presidente Getúlio Vargas, numa seção que se chamava “No tempo das calças curtas”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322708508340860962" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4PL_qbOCI/AAAAAAAAAYY/P7ttfqyLdKg/s320/06+copy.png" style="cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 235px;" /&gt;&lt;br /&gt;______________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;SILVA JUNIOR, Gonçalo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;. A Guerra dos Gibis. São Paulo: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Companhia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt; Das Letras, 2004.&lt;br /&gt;CAMARGO, Suzana. (org). A revista no Brasil. São Paulo: Abril, 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sites:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Almanaque Folha - acessado em 06/2008 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://almanaque.folha.uol.com.br/brasil30.htm"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;http://almanaque.folha.uol.com.br/brasil30.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;King Features Syndicate - acessado em 08/2008. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.kingfeatures.com/"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;http://www.kingfeatures.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Palavras-chaves:&lt;/strong&gt; 1.O Globo Juvenil; 2.Infanto-Juvenil; 3.Projeto Gráfico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;____________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Um pequeno resumo do t&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;rabalho de conclusão de curso apresentado ao Centro Universitário SENAC para obtenção do título de Especialista em Design Gráfico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;____________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Tatiane Luzia da Costa Cornetti&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="mailto:tatiane.lccornetti@gmail.com"&gt;tatiane.lccornetti@gmail.com&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-5237654643249180299?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/5237654643249180299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=5237654643249180299' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/5237654643249180299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/5237654643249180299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2009/04/o-globo-juvenil-um-marco-nas.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4TruFzegI/AAAAAAAAAZA/UOek76aq1XE/s72-c/tati1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-497085166207465919</id><published>2008-12-13T08:17:00.004-02:00</published><updated>2010-11-02T11:43:58.250-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Tatiane Cornetti'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- A capela e a fonte de Santa Luzia'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4bvP0IjtI/AAAAAAAAAZI/xl-HQHgUrjc/s1600-h/nova.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322722308111503058" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4bvP0IjtI/AAAAAAAAAZI/xl-HQHgUrjc/s320/nova.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 213px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 283px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;; font-size: x-small;"&gt;Fotos: Tatiane Cornetti/ Texto: Iomar Travaglin&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0000ee; text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A capela e a fonte de Santa Luzia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;A Religiosidade e o cotidiano histórico em região central de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: lucida grande;"&gt;“Lucía, viene de luz. La luz es bella por sí y bella resulta a los ojos que la contemplan.”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Com estas palavras, Santiago de la Vorágine, no seu La leyenda Dorada, escrito em 1264, principia a contar a vida de uma das mais queridas e veneradas personalidades glorificadas pela Igreja: a jovem Lucía de Siracusa, popularmente conhecida como Santa Luzia. Seu nome foi associado à proteção aos olhos e a visão (Luzia deriva de luz) e venerado desde o século V através da tradição popular e oralidade. Sua história remonta no final do século IV quando foi vítima das perseguições religiosas perpetradas por Diocleseano contra os chamados cristãos. De família abastada, ao renegar um pretendente foi por ele denunciada, julgada e martirizada, antes, porém havia distribuído seus bens e consagrado seu corpo e virgindade a “serviço de Deus”. Seu martírio foi confirmado historicamente apenas em 1894 quando da descoberta de inscrição em seu túmulo embora tenha sido citada por Dante Alighieri na sua obra máxima A Divina Comédia atribuindo-lhe a “função da graça iluminadora”. Seu dia é comemorado em 13 de dezembro e inúmeros fiéis reúnem-se nas diversas igrejas que tem seu nome para agradecer graças recebidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das igrejas, talvez a mais famosa, encontra-se no bairro da Liberdade, mais propriamente na Região Sé, Rua Tabatinguera 104. A igreja do Menino Jesus e de Santa Luzia foi construída e inaugurada no ano de 1901, como diz o frontispício acima da entrada a “espensas* da Exma. Senhora D. Anna Maria de Almeida Lorena Machado”, dona da chácara Tabatinguera, e é considerada uma pequena jóia do estilo Neogótico com belíssimas pinturas e requintado altar. Conta-se que Anna Maria quando em viagem a Europa sobreviveu a um terrível naufrágio e ao chegar à praia lamentou entre os seus pertences perdidos uma Imagem do Menino Jesus muito querida a quem rezou fervorosamente. Ao amanhecer viu surpresa a imagem boiando na praia onde estava e ali fez a promessa de ao voltar ao Brasil construir uma capela em honra dos santos de sua devoção, entre eles Santa Luzia. Os descendentes de Dona Anna Maria, após sua morte, continuaram com a manutenção até por volta de 1920 quando doaram a construção à Cúria Metropolitana onde diversos religiosos, respectivamente: as servas religiosas do Santíssimo Sacramento, os Padres Sacramentinos, Missionários de São Francisco de Salles e por último os padres da Missão Católica Espanhola cuidaram da conservação e manutenção do edifício. Após a saída da Missão Católica e seus cuidados a Capela ficou abandonada até que foi tombada pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo - COMPRESP em 12 de julho de 1995. Em seu interior concebido pelo arquiteto italiano Domingos Delpiano, podemos ver as pinturas executadas pelo pintor-decorador Orestes Sercelli com suas colunas decoradas e belíssimo céu de estrelas acima do altar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUONu0eNLeI/AAAAAAAAATg/KNBM5-ns8KA/s1600-h/0101.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279219023707188706" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUONu0eNLeI/AAAAAAAAATg/KNBM5-ns8KA/s320/0101.jpg" style="cursor: hand; height: 320px; width: 214px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Fachada da Capela do Menino Jesus e Santa Luzia &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUONg7bpGyI/AAAAAAAAATY/xk8f8qgtvKw/s1600-h/15.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279218785057315618" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUONg7bpGyI/AAAAAAAAATY/xk8f8qgtvKw/s320/15.jpg" style="cursor: hand; height: 214px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Detalhe da fachada - Azulejo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUON-iP5veI/AAAAAAAAATo/VdOnnnsQPRM/s1600-h/06.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279219293693263330" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUON-iP5veI/AAAAAAAAATo/VdOnnnsQPRM/s320/06.jpg" style="cursor: hand; height: 320px; width: 214px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Altar - Sta Luzia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOOraCKp4I/AAAAAAAAATw/murTXAPfm4k/s1600-h/0404.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279220064582281090" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOOraCKp4I/AAAAAAAAATw/murTXAPfm4k/s320/0404.jpg" style="cursor: hand; height: 214px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Detalhe do céu de estrelas acima do altar&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUORQJhUweI/AAAAAAAAAUQ/uKDHe9CeiaI/s1600-h/1212.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279222894827979234" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUORQJhUweI/AAAAAAAAAUQ/uKDHe9CeiaI/s320/1212.jpg" style="cursor: hand; height: 320px; width: 214px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;Detalhe da coluna&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt; decorada no altar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOPgefge9I/AAAAAAAAAT4/lNcnQNkBAVA/s1600-h/08.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279220976312155090" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOPgefge9I/AAAAAAAAAT4/lNcnQNkBAVA/s320/08.jpg" style="cursor: hand; height: 214px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Um dos padrões de ladrilho hidráulico do interior da capela&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOP042u6QI/AAAAAAAAAUI/N9ZWqppjaBw/s1600-h/Imagem+092.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279221326986275074" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOP042u6QI/AAAAAAAAAUI/N9ZWqppjaBw/s320/Imagem+092.jpg" style="cursor: hand; height: 320px; width: 214px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;Painel em azulejo (Sta. Luzia) na fachada da capela&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Próxima a citada igreja na região em que viveram os condes de Sarzedas, outro ponto de interesse histórico ligado a São Paulo e sob a mítica figura de Santa Luzia é a rua de mesmo nome onde havia uma fonte de águas. Segundo consta foi Dona Anna Maria que permitiu abrir ruas em suas terras no final do século dezenove e possivelmente a Rua Santa Luzia teve nesse momento sua gênese. No entanto a dita fonte é muito anterior a este período e foi palco de um fato pouco conhecido, mas que faz parte do cotidiano da cidade envolvendo uma ilustre moradora. Alberto Rangel, reconhecido biógrafo da paulistana Domitila de Castro Canto e Melo, conta em seu livro sobre a futura Marquesa de Santos, que foi neste lugar que Filício Pinto de Mendonça, seu marido, a flagrou em “colóquio intimo” com Francisco de Assis Lorena, à época futuro sétimo conde de Sarzedas, resultando em tentativa de assassinato do marido contra a esposa proferindo-lhe três facadas. Escândalos à parte, a fonte foi durante muito tempo ponto de encontro da população e suas águas eram associadas à Santa como curativas e milagrosas, idéia provavelmente difundida pela família Lorena que eram seus devotos, pois, como foi dito, a fonte era próxima à casa senhorial, dentro de sua propriedade. No entanto, estudo realizado em 1791 sobre as águas de São Paulo, pelo físico e astrônomo real, Bento Sanches D´Orta, classificou esta fonte como da melhor qualidade, com águas “mais puras, cristalinas e menos ácidas que outras fontes paulistanas” (Sant’anna, 2007, p. 54). Constatada a importância, onde poderíamos encontrar resquícios deste lugar perdido entre as recentes construções da região? O fato é que na Rua Santa Luzia existe uma bela casa, construída em 1924, cuja pequena placa apresenta o lugar onde provavelmente se encontrava a fonte, estancada em 1920 pelo serviço sanitário por ser considerada imprópria ao consumo. É interessante notar que nas crônicas antigas de São Paulo a fonte era ponto de encontro de pessoas de regiões distantes e se verdadeira a informação de Alberto Rangel, o fato acontecido em 1817 com a Marquesa de Santos demonstra a longevidade dessa fonte e seu valor histórico como marco tradicional de sociabilidade na futura metrópole. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUO1Kk4yXHI/AAAAAAAAAU4/P6Vo6LnInv4/s1600-h/Imagem+048.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279262381513530482" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUO1Kk4yXHI/AAAAAAAAAU4/P6Vo6LnInv4/s320/Imagem+048.jpg" style="cursor: hand; height: 320px; width: 214px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Fachada da casa na Rua Sta. Luzia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;construída em 1924&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOZdrQkd2I/AAAAAAAAAUw/7xhVkbfwP-E/s1600-h/05.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279231923315832674" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOZdrQkd2I/AAAAAAAAAUw/7xhVkbfwP-E/s320/05.jpg" style="cursor: hand; height: 320px; width: 214px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;Detalhe da casa onde se encontra a fonte de Sta. Luzia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOYr6055mI/AAAAAAAAAUg/lhra6FXug6A/s1600-h/03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279231068501304930" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOYr6055mI/AAAAAAAAAUg/lhra6FXug6A/s320/03.jpg" style="cursor: hand; height: 320px; width: 214px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;Jardim da casa onde se encontra a fonte de Sta. Luzia &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOYdbo9MsI/AAAAAAAAAUY/-3WYzp4csPs/s1600-h/02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279230819611521730" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOYdbo9MsI/AAAAAAAAAUY/-3WYzp4csPs/s320/02.jpg" style="cursor: hand; height: 320px; width: 214px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;Parede em pedra no jardim&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOY6AOkfqI/AAAAAAAAAUo/XZHsuEiZuek/s1600-h/04.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5279231310469299874" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SUOY6AOkfqI/AAAAAAAAAUo/XZHsuEiZuek/s320/04.jpg" style="cursor: hand; height: 214px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Pequena placa onde provavelmente se encontrava a fonte&lt;br /&gt;estancada em 1920 pelo serviço sanitário&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Repensar lugares e encontrar marcos históricos é elemento indispensável para entendermos nossa cidade e consequentemente melhorá-la. Em uma época como a nossa cujo patrimônio histórico começa a ser pensado, com um atraso considerável em relação à Europa, a fonte de Santa Luzia assim como a região central com seus monumentos e pontos turísticos, apresenta um leque considerável de resgates no campo religioso, arquitetônico e na historia social como um todo que deveriam ser priorizados. Parodiando a idéia da luz que vem do nome de Santa Luzia quem acende a luz (conhecimento) é o primeiro a iluminar-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;*Grafia original.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Texto: Iomar Travaglin - E-mail: &lt;a href="mailto:itravaglin@yahoo.com.br" title="mailto:itravaglin@sp.senac.br"&gt;itravaglin@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fotos: Tatiane Cornetti - E-mail: &lt;a href="mailto:tati_cornetti@yahoo.com.br"&gt;tati_cornetti@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Livros consultados:&lt;/strong&gt;VORAGINE, Santiago de La. La leyenda dorada. Madrid: Alianza Forma, 1996.&lt;br /&gt;SANT´ANNA, Denise Benuzzi de. Cidade das águas. Usos de rios, córregos, bicas e chafarizes em São Paulo. São Paulo: Editora Senac, 2007. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;Veja mais fotos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;Capela Sta. Luzia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/CapelaDoMeninoJesusESantaLuzia"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/CapelaDoMeninoJesusESantaLuzia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;#&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Casa na rua Sta. Luzia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/CasaNaRuaSantaLuzia"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/CasaNaRuaSantaLuzia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;#&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;____________________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;Junte-se a nós na defesa do patrimônio histórico, arquitetônico e cultural da cidade de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Participe da Associação Preserva São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.preservasp.org.br/"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;www.preservasp.org.br&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-497085166207465919?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/497085166207465919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=497085166207465919' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/497085166207465919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/497085166207465919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2008/12/capela-e-fonte-de-santa-luzia.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4bvP0IjtI/AAAAAAAAAZI/xl-HQHgUrjc/s72-c/nova.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-7659539238686635481</id><published>2008-11-26T09:21:00.004-02:00</published><updated>2010-11-02T11:57:19.861-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Tatiane Cornetti'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O palacete do Conde de Sarzedas'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS0yd1WdlII/AAAAAAAAAMo/HC01sK2rXxA/s1600-h/09.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272926226839606402" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS0yd1WdlII/AAAAAAAAAMo/HC01sK2rXxA/s320/09.jpg" style="height: 213px; width: 283px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Por: Iomar Travaglin&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:itravaglin@yahoo.com.br" title="mailto:itravaglin@sp.senac.br"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;itravaglin@yahoo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;A arquitetura e o poder:&lt;br /&gt;O Palacete do Conde de Sarzedas e o Castelinho da Rua Apa.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;Texto: Iomar Travaglin&lt;br /&gt;Fotos: Tatiane Cornetti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Na historia da humanidade a arquitetura e as construções foram utilizadas pelos poderosos como ratificação de poder. Mesmo simples as moradias visam o conforto e raramente, salvo poucos estilos, são isentas de ornamentos. No Brasil a chegada da família real portuguesa em 1808 trouxe a idéia de hierarquia e os títulos de nobreza começaram a ditar o molde das construções. Dom João VI e seu sucessor Dom Pedro I distribuíram muitos títulos nobiliárquicos que possuíam a premissa de apaziguar ânimos junto aos colonos enriquecidos e fortalecer a idéia do império Português. A chamada “benesse” dos títulos hierárquicos cedidos aos brasileiros, vinha da tradição lusitana e obedeciam a processos burocráticos que incluíam documentos comprobatórios de mérito e riqueza assim como pagamentos para usufruí-los. Raramente hereditários, o grau máximo era o titulo de Duque, seguido por Marquês, Conde, Visconde e por ultimo Barão. O titulo de Duque quase não saía da família real e Luis Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias, foi uma exceção, assim como as filhas que Dom Pedro teve com a paulistana Domitila de Castro. Segundo historiadores Domitila de Castro por pouco não foi Duquesa de Santa Cruz devido a intervenção de Dona Amélia cujo contrato de casamento incluía o banimento da Marquesa de Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na aristocracia paulista do Império e da República fazendeiros conhecidos como os Barões do Café construíram belíssimas construções que testemunham o poder de seus ocupantes. Hoje raríssimos exemplares são encontrados intactos e restaurados, normalmente ocupados por órgãos públicos. Uma das mais belas residências, localizada no centro de São Paulo, é o chamado Palacete do Conde de Sarzedas, hoje museu e Centro Cultural do Tribunal de Justiça de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1If2F5i6I/AAAAAAAAANg/guZh-4LfGtg/s1600-h/23.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272950450654120866" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1If2F5i6I/AAAAAAAAANg/guZh-4LfGtg/s320/23.jpg" style="height: 320px; width: 229px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Palacete do Conde de Sarzedas&lt;br /&gt;Museu e Centro Cultural do Tribunal de Justiça de São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A historia dessa interessante construção em forma de castelo remonta ao final do século dezenove quando a região hoje conhecida como Bairro da Liberdade foi efetivamente povoado. Ali existia a chácara Tabatinguera pertencente à família do Conde de Sarzedas. O registro de posse remonta a Dom Francisco de Assis Lorena, filho de Bernardo Jose de Lorena, este último, governador da Capitania de São Paulo entre 1788 e 1797, sendo também vice-rei da Índia entre 1806 e 1816 e quinto Conde de Sarzedas, título criado e cedido por Felipe IV de Espanha em 1630. Anna Maria de Almeida Lorena, uma de suas moradoras, construiu a conhecida Capela do Menino Jesus e Santa Luzia permitindo também a abertura das Ruas Conselheiro Furtado e Conde de Sarzedas em suas terras. O palacete foi construído por volta de 1893, por um descendente de Dom Bernardo Jose de Lorena; Luis de Lorena Rodrigues Ferreira, quando de seu casamento com a francesa Marie Louise Dellanger sendo habitado pela família até 1939. Após esta data passou do completo abandono à ruína. Em 2001 foi tombado pelo COMPRESP, restaurado e hoje pertence à Fundação Carlos Chagas. Em seu interior é possível ver belíssimos vitrais e requintados trabalhos de entalhe em madeira incluso a escada que vai até a torre onde se imagina a vista de quando foi construído já que se encontra no topo de uma colina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1B0GV_PXI/AAAAAAAAAM4/M4YCp5iwsjE/s1600-h/20.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1NIJafLoI/AAAAAAAAANw/cp5h-GTPmUE/s1600-h/20.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272955541082025602" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1NIJafLoI/AAAAAAAAANw/cp5h-GTPmUE/s320/20.jpg" style="height: 229px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Palacete do Conde de Sarzedas&lt;br /&gt;Museu e Centro Cultural do Tribunal de Justiça de São Paulo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1DDeR0pJI/AAAAAAAAANA/nTZXhKB7iSE/s1600-h/11.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1NRRJVmCI/AAAAAAAAAN4/T54VvbbAvvE/s1600-h/11.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272955697776400418" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1NRRJVmCI/AAAAAAAAAN4/T54VvbbAvvE/s320/11.jpg" style="height: 320px; width: 229px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Palacete do Conde de Sarzedas - Porta lateral&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1DOfGgPjI/AAAAAAAAANI/PKVYsclJ7h0/s1600-h/19.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1Nc5ee0SI/AAAAAAAAAOA/SnlwUGCX5mM/s1600-h/19.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272955897581064482" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1Nc5ee0SI/AAAAAAAAAOA/SnlwUGCX5mM/s320/19.jpg" style="height: 229px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Palacete do Conde de Sarzedas - Detalhe dos vitral&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1DxpD2E9I/AAAAAAAAANQ/YuSDrpoZOao/s1600-h/13.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1NvPV-9wI/AAAAAAAAAOI/my4lEGI3XjY/s1600-h/13.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5272956212688647938" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS1NvPV-9wI/AAAAAAAAAOI/my4lEGI3XjY/s320/13.jpg" style="height: 245px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Palacete do Conde de Sarzedas - Ladrilho hidráulico&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;As visitas são realizadas de segunda a sexta das 10 às 17 horas e a entrada é franca.&lt;/b&gt;No museu ali localizado há diversos materiais históricos da revolução de 1932, móveis e documentos raros. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Seguindo a trilhas dos castelos construídos “por amor”, encontramos o não menos aristocrático Castelinho da Rua Brigadeiro, totalmente restaurado da qual falaremos oportunamente e o Castelinho da Rua Apa, aqui já comentado, mas com a novidade de que a União proprietária do imóvel irá finalmente fazer reparos visando sua conservação. A decisão da conservação foi o coroamento de uma árdua luta da associação Preserva São Paulo que entrou com recurso para medidas urgentes de reparos já que o edifício encontra-se em estado critico sustentado apenas pelas paredes. Os exemplos bem sucedidos aqui apresentados, não impedem que baixemos a guarda contra a especulação imobiliária que insiste em ignorar nosso passado destruindo verdadeiras jóias arquitetônicas de nossa cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;A mobilização de todos é necessária para que a história da cidade sobreviva nos exemplares remanescentes de valor histórico e arquitetônico, premissa dos países europeus que entendem que a história e a identidade de um povo também são formadas por essas construções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Veja mais fotos&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/CondeDeSarzedas"&gt;&lt;b&gt;http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/CondeDeSarzedas&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Preserva São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Visite o site: &lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.preservasp.org.br/"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;b&gt;www.preservasp.org.br&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;b&gt;Museu e Centro Cultural do Tribunal de Justiça do Estado de SP&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;Rua Conde de Sarzedas, 100 - Liberdade - São Paulo&lt;br /&gt;Horário de funcionamento de segunda a sexta-feira, das 10 às 17 horas&lt;br /&gt;&lt;b&gt;E-mail: &lt;/b&gt;&lt;a href="mailto:museutj@tj.sp.gov.br"&gt;&lt;b&gt;museutj@tj.sp.gov.br&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-7659539238686635481?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/7659539238686635481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=7659539238686635481' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/7659539238686635481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/7659539238686635481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2008/11/por-iomar-travaglin-itravaglinyahoo.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SS0yd1WdlII/AAAAAAAAAMo/HC01sK2rXxA/s72-c/09.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-4292347138962407157</id><published>2008-09-14T11:45:00.001-03:00</published><updated>2010-11-02T10:56:19.294-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Pânico nos bastidores apresenta o teatro pelo mestre do suspense'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0mMlT0s4I/AAAAAAAAAMQ/R8CaUEOXLNY/s1600-h/05.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245891138572039042" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0mMlT0s4I/AAAAAAAAAMQ/R8CaUEOXLNY/s320/05.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: trebuchet ms; font-size: 130%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;Por: Iomar Travaglin&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:itravaglin@yahoo.com.br" title="mailto:itravaglin@sp.senac.br"&gt;&lt;span style="font-family: arial; font-size: 85%;"&gt;itravaglin@yahoo.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: trebuchet ms; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;Pânico nos bastidores apresenta o teatro pelo mestre do suspense&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Stage Fright.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: georgia; font-size: 85%;"&gt;Por: Iomar Travaglin&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alfred Hitchcook costumava dizer que este filme foi um erro porque possui no roteiro uma informação falsa dada em flashback que engana o espectador. Analisando a história vemos que talvez tenha exagerado em sua autocrítica. O filme na realidade é um primor pela caracterização ambígua e totalmente irreverente. Mostra uma atriz de sucesso, Charlotte Inwood, que pede ajuda ao amante para encobrir o assassinato de seu marido fazendo com que o rapaz seja o principal suspeito. Marlene Dietrich mais uma vez mostra que pode interpretar personagens fatais sem exagero e com perfeição. Jane Wilman no papel da atriz aspirante que acredita na inocência do principal suspeito também se sai bem e forma interessante contraste com Dietrich em papel ingênuo e, às vezes, histriônico. Repare na cena da abertura com o dialogo no carro em disparada, na outra cena onde a câmera “atravessa” a porta no inicio do filme, mostrando que o diretor era extremamente competente nos efeitos visuais. Preste atenção no famoso guarda roupa desenhado por Dior, nas jóias das famosas joalherias Van Cleef &amp;amp; Arpels e Cartier e em Dietrich cantando La Vie em Rose. Com diálogos inteligentes e direção irrepreensível com as costumeiras reviravoltas o filme ainda possui uma fotografia primorosa em preto e branco de Wilkie Cooper.&lt;br /&gt;De um modo geral os atores estão ótimos destacando, além dos principais, Alastair Sim, Sybil Thorndike, famosos atores de origem teatral. Esta relação faz com que o filme permaneça como marco do diretor que uniu suspense e assassinato já desvendado no inicio do filme, mas, que no final se revela uma grande farsa.&lt;br /&gt;GRAND GUIGNOL&lt;br /&gt;Criado em 1895 em Montmart por Oscar Métenier a companhia Grand Théatre Grand Guignol foi sem dúvida uma das mais significativas manifestações teatrais. Sua principal característica foi apresentar peças de terror. O nome Guignol vem de um personagem de fantoche criado na França no século XVIII violento e satírico. As produções possuíam como principal característica enredos violentos e macabros. A peça Le Jardin des suplices (1899), de Octave Mirbeau foi uma das montagens mais conhecidas e muitos trabalhos adaptados pela companhia tiveram como gênese autores como Edgar Allan Poe. Durante sessenta anos o teatro funcionou como um “point” macabro havendo inclusive médicos contratados para atender os espectadores que desmaiavam durante as apresentações. Os atores do Gran Guignol faziam um misto de representação e truques utilizando efeitos especiais extremamente convincentes. Uma das técnicas era a mistura de carmim e glicerina que quando juntas coagulavam como o sangue chegando até a gerar mal estar nas produções. O sucesso era medido pelo número de pessoas que passavam mal, pois, segundo os organizadores e diretores, isto consequentemente provava o êxito dos truques e encenações. O modelo parisiense permaneceu até hoje e a expressão Grand Guignol traduz representações com estas características. Muitas foram às tentativas de se levar o gênero para outros paises sem, contudo, conseguir o êxito alcançado em Paris. Houve muitas produções em filmes e literatura sobre o Grand Guignol, porém a mais conhecida é aquela apresentada no filme Entrevista com o Vampiro de Neil Jordan produzido em 1994 sobre a história de Anne Rice. No filme o personagem de Antonio Bandeiras faz parte do teatro e sendo vampiro possuía a grande premissa de atuar com “realismo” nas cenas de horror fazendo uma ponte com a veracidade das apresentações do lendário grupo teatral. O Grande Guignol, representando um gênero altamente teatral e especializado, foi inovador no quesito “mise em scéne” e na relação com a platéia, fazendo com que se torne um importante estudo de gênero e relevância artística. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0k8uJRSlI/AAAAAAAAAL4/J8Fl3Ciu8B0/s1600-h/foto01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245889766554159698" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0k8uJRSlI/AAAAAAAAAL4/J8Fl3Ciu8B0/s320/foto01.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O enigmático rosto de Dietrich como Charlotte Inwood na cena principal do filme.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0lM86FWpI/AAAAAAAAAMA/zIA3Lrg6OxE/s1600-h/foto02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245890045394901650" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0lM86FWpI/AAAAAAAAAMA/zIA3Lrg6OxE/s320/foto02.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A atriz Jane Wilman e Hitchcock aos 38 minutos do filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0lct5TUkI/AAAAAAAAAMI/EhwKQxdQ_iM/s1600-h/foto03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245890316242997826" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0lct5TUkI/AAAAAAAAAMI/EhwKQxdQ_iM/s320/foto03.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://flickr.com/photos/25857038@N05/2443953790"&gt;http://flickr.com/photos/25857038@N05/2443953790&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;_______________________________________&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pânico nos bastidores (1950)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Título original: Stage Fright.&lt;br /&gt;Duração: 110 min.&lt;br /&gt;Gênero: Suspense.&lt;br /&gt;Direção e produção: Alfred Hitchcock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site de interesse:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.grandguignol.com/"&gt;http://www.grandguignol.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-4292347138962407157?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/4292347138962407157/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=4292347138962407157' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/4292347138962407157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/4292347138962407157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2008/09/pnico-nos-bastidores-apresenta-o-teatro.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0mMlT0s4I/AAAAAAAAAMQ/R8CaUEOXLNY/s72-c/05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-6518607040031006770</id><published>2008-09-02T10:17:00.002-03:00</published><updated>2010-11-02T11:04:01.837-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Caio de Aguiar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Duas formas de se ouvir música'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SL1FfVVsfkI/AAAAAAAAALA/U89-g3XBkXM/s1600-h/caio.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5241421945935527490" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SL1FfVVsfkI/AAAAAAAAALA/U89-g3XBkXM/s320/caio.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Caio de Aguiar&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Duas formas de se ouvir música"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qual você prefere ?&lt;br /&gt;Long Play(LP) ou Compact Disc(CD) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;Texto: Caio de Aguiar&lt;br /&gt;Email: &lt;a href="mailto:caio.iron@ig.com.br" title="mailto:caio.iron@ig.com.br"&gt;caio.iron@ig.com.br&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1948, Long Play(LP) grande bastião do formato analógico de reproduzir músicas, ele foi um avanço enorme em relação às gravações que rodavam nos gramofones; em um único disco, cabiam até 45 minutos de música (ou um pouco mais, divididos em dois lados), a 33 1/3 rotações por minuto - um avanço considerável em relação aos 4 minutos dos até então populares discos 78 RPM feitos de goma laca. O novo material era vinil(PVC) preto e suas variantes coloridas. No Brasil, ainda resiste uma última fábrica de discos de vinil: a Polysom, no Rio de Janeiro. Nas décadas seguintes à sua criação, o advento do LP fez com que diversos artistas passassem a criar obras para serem ouvidas por completo, na seqüência exata de suas faixas. Já em 1982, Compact Disc (CD) da era analógico para a tecnologia digital, o CD mudou tudo, o sucessor do vinil diminuiu dimensões (agora era um disco óptico de 12cm), reduziu o ruído das músicas e trouxe mais qualidades de som.Agora , um álbum duplo em vinil já cabia perfeitamente em um CD de 80 minutos de áudio, a tecnologia foi desenvolvida em conjunto entre a Philips e a Sony, e os primeiros protótipos surgiram já em 1979, com a comercialização de discos e aparelhos nos anos 80 e a sua popularização e o conseqüente barateamento ao longo da década. Diz a história oficial que o tamanho e o tempo de um CD forma definidos de modo que um único disco pudesse comportar a Nona Sinfonia de Beethoven completa.&lt;br /&gt;E então, Qual você prefere a música de uma forma pura e da elegância de um belo vinil ou qualidade da digitalização do Compact Disc!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-6518607040031006770?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/6518607040031006770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=6518607040031006770' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/6518607040031006770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/6518607040031006770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2008/09/eles-so-duas-formas-de-se-ouvir-msica.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SL1FfVVsfkI/AAAAAAAAALA/U89-g3XBkXM/s72-c/caio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-876183755078865700</id><published>2008-03-13T11:26:00.001-03:00</published><updated>2010-11-02T10:58:23.123-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O êxtase de Santa Teresa: exagero sem vulgaridade na obra máxima de Bernini'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SL1Gld0QqNI/AAAAAAAAALI/k7E5czwJ0UY/s1600-h/Photo_22.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5241423150802053330" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SL1Gld0QqNI/AAAAAAAAALI/k7E5czwJ0UY/s320/Photo_22.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Iomar Travaglin&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:itravaglin@yahoo.com.br" title="mailto:itravaglin@sp.senac.br"&gt;i&lt;/a&gt;travaglin@yahoo.com.br &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;O êxtase de Santa Teresa: exagero sem vulgaridade na obra máxima de Bernini.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Texto: Iomar Travaglin&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em época atual de exageros de toda ordem quanto à representação e a forma de expressão sexual uma obra de arte única realizada no século 17 exprime no seu esplendor as visões de uma santa e seu êxtase. Longe de vulgarizar e rebaixar a obra a um simples ato sexual a obra de arte na sua complexidade exala o que o artista no seu talento dosa religiosidade e profanidade com maestria. A obra de Bernini realizada no período de 1645 a 1652 compõe-se de um conjunto escultório de estilo Barroco localizado em Roma na Igreja Santa Maria da Vitória, precisamente na Capela Cornaro, cuja família na pessoa de um Cardeal encomendou a obra. Nela vemos um anjo em roupas esvoaçantes com um dardo na mão incidindo sobre uma figura feminina, mais abaixo. Com a mão pendente e um só pé visível, nu, envolto em pregas do hábito de religiosa, Teresa parece desfalecida pela visão do anjo e o dardo, os olhos fechados num misto de prazer e dor. Suas roupas de religiosa se diluem como derretidas e um anjo sorridente a assiste sabedor do prazer que proporciona. Segundo os escritos de Teresa, onde a obra foi baseada, um anjo penetra seu coração com um dardo de fogo. Na obra o anjo, com parte do peito nu, deferiu o golpe e segura delicadamente uma franja da roupa da santa com idéia de repetir a ação. No entanto no instante retratado o dardo aponta para mais abaixo detalhe talvez proposital.&lt;br /&gt;Todo o conjunto é iluminado por uma abertura no teto da capela onde raios esculpidos recebem a luz do sol incidindo principalmente sobre o rosto da retratada. Em volta do nicho onde estão as figuras, em relevo, representantes da família Cornaro observam toda a cena, como uma peça de um ato teatral.&lt;br /&gt;A cena em si é uma obra prima do Barroco e como tal possui as características deste estilo; a figura em diagonal, a dramaticidade, e o arrebatamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;Teresa de Ávila&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascida em 1515, na cidade medieval que lhe deu o sobrenome, Teresa era filha de fidalgo. Bonita, rica e inteligente, leu livros num tempo que poucas mulheres sabiam ler e aos vinte anos recusou todos os pretendentes fazendo o que uma mulher que queria se expressar podia fazer na época; entrou na vida religiosa. Nos conventos pregou a simplicidade e a pobreza, e em muitos momentos, mostrou-se contra o casamento. Fundou a ordem das Carmelitas descalças e vários conventos dessa ordem. Foi presa pela Inquisição quando pregou contra a Igreja e relatou suas visões místicas. Pressentindo o perigo calou-se e começou a escrever relatos de suas visões em poemas de amor místico e transcendente. No poema na qual o escultor se baseou para criar a obra, relata que “um anjo formosíssimo, carregando um dardo de ouro, se punha a metê-lo pelo meu coração adentro, de modo que chegava as entranhas...”, aqui ela mistura dor e prazer “... o corpo fica despedaçado, incapaz de mover os braços (...) dá uns gemidos, baixinhos pela falta de forças, mas bem altos pelo sentimento...”. Seus relatos do inferno nas suas visões inspiraram o pintor El Greco em seus mais celebre quadros. Após sua morte em 1582 seus livros foram lidos por religiosos, reis e praticamente toda a Europa, os conventos carmelitas por ela fundados se espalharam pelo mundo, canonizada, tornou-se uma celebridade. Em 1970 o papa Paulo VI lhe deu o título de primeira doutora da Igreja e suas obras tinham atingido a marca de 1.200 edições. Analisando sua vida hoje, alguns biógrafos afirmaram ser Teresa esquizofrênica e suas visões produto desta doença. Ao que parece, e isto não é definitivo, seus escritos eram expressões possíveis para a época. Recebeu muitas influências de homens que como ela, procuraram expressar seus sentimentos através da entrega a Deus. Sua energia e vontade podem ser expressas pelo fato de apenas ter sentido a vocação pelo amor de Deus através de uma recusa aos prazeres da carne. Sublimando seus desejos alcançou esta expressão direcionando esta energia a criação e a representação do seu interesse maior que era a religiosidade. Nascida em tempos atuais com certeza não seria uma religiosa, mas uma pesquisadora ou cientista. Nos claustros do século XVI os religiosos tinham uma rotina que começava pelo jejum e a oração seguida do silêncio e a prece e isto pode ser um ritual de criatividade quando utilizado em direção a determinado ponto de interesse. O ato de saber escrever e conseguir viver em um ambiente totalmente voltado para a elevação, da parte dela é claro, significa que seus interesses podem ter sido sublimados e convertidos em visões transcendentes. A magia existente nos rituais da qual participou formou, juntamente, com idéias preconcebidas e referências próprias à magnitude de sua obra. Quando de sua Autopsia descobriu-se uma grande cicatriz em seu coração podendo ser uma doença cardíaca ou, fenomenologicamente falando: um dardo! Com isto se conclui que sua vida é um fenômeno de muitas interpretações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;Gianlorenzo Bernini&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escultor, arquiteto, pintor e nascido em 1598 em família de artistas e é considerado um dos maiores expoentes do Barroco na Itália. Protegido de Papas e príncipes da Igreja um dos seus mais famosos trabalhos é o grande baldaquino do altar principal da Catedral de São Pedro. Além de pintor era excelente caricaturista e escritor de comédias. Obteve muito prestigio em vida e foi comparado a Michelangelo. Contudo perdeu sua influência no papado em favor de seu rival Algardi, o que muito o afetou, indo trabalhar para mecenas ricos. No final da vida trabalhou em grandes obras arquitetônicas. Suas últimas obras religiosas refletem uma vida devota. Bernini previu que sua reputação declinaria após sua morte e ironicamente um de seus principais detratores afirmou o fato de ser O Êxtase de Santa Teresa, erótico demais para um conjunto religioso.&lt;br /&gt;Para compor essa obra sabe-se que se debruçou sobre a obra da retratada e conseguiu com acerto representar todo o sentimento de seus escritos. Mas o trabalho em si foi considerado de extremo mau gosto, principalmente no século XVIII quando com a predileção do estilo neoclássico seu trabalho foi totalmente refutado. Recentemente foi recolocado no patamar de grandes mestres e é considerado um dos gigantes da obra barroca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;A obra e seu espectador&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se dizer que a obra de Bernini no que se refere ao estilo é extremamente importante neste estudo, pois apesar de estar ligada a idéia do espetáculo ou teatro, sua idéia não se completa sem a presença de seus espectadores.&lt;br /&gt;Feita em mármore, a escultura produz a sensação de leveza que a suposta levitação pretende e é totalmente inacessível no toque de quem a contempla. Ela flutua e não possui base para ser real, a Pietá de Miguelangelo, por exemplo, está presa a terra enquanto a de Bernini existe num espaço onde o espectador a contempla e faz parte da encenação. É fato que sentimos o mundo e captamos as coisas ao nosso redor porem as pessoas possuem grau de sensibilidade que varia de individuo para individuo e a idéia de entendimento parte da bagagem intelectual e sensorial do mesmo. Entendemos, porem, que a obra de arte começa quando existe um código que a decifra.&lt;br /&gt;No processo de criação de obra o autor se baseou em um modelo preestabelecido de conceitos para mostrar de uma só vez a síntese ou ápice da vida de Teresa que viveu no chamado “Século de ouro” da cultura espanhola, época em que as idéias do Renascimento desenvolveram um novo sentido de cultura. O conjunto escultório da capela Cornaro é uma pequena síntese. O elo que une a obra e a criação neste caso é a religiosidade unida à presença de Deus, visto de uma forma totalmente dominada pela corporalidade. A época de Teresa, no país em que vivia não havia clemência para a falta de religiosidade, Deus era presente e possuía mãos de ferro na sociedade. Suas influências literárias a impulsionaram a uma atividade mental de oração totalmente interiorizada sublimando o desejo do corpo. Se ela conseguiu a “iluminação” através do corpo, Bernini, baseando-se nos seus escritos captou essa essência na obra. Talvez o autor não captasse o desejo e a emoção da obra se não houvesse a escola de arte a que pertencia: o barroco. Isto porque este é um movimento conhecido pela exuberância e o exagero, atributos que são associados à Teresa e á sua própria época. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R9k8QHBWOHI/AAAAAAAAAKM/peP9NjTjj5Y/s1600-h/01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="219" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177235494099368050" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R9k8QHBWOHI/AAAAAAAAAKM/peP9NjTjj5Y/s320/01.jpg" style="cursor: hand; height: 237px; width: 377px;" width="342" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O êxtase comparado às imagens atuais. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R9k8q3BWOII/AAAAAAAAAKU/tZj4Z7gGGQo/s1600-h/02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177235953660868738" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R9k8q3BWOII/AAAAAAAAAKU/tZj4Z7gGGQo/s320/02.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Detalhe do êxtase de Santa Teresa.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ionarts.blogspot.com/2007/03/amor-sacro.html"&gt;http://ionarts.blogspot.com/2007/03/amor-sacro.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R9k9BXBWOJI/AAAAAAAAAKc/edj3vY4WCoE/s1600-h/03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="354" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177236340207925394" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R9k9BXBWOJI/AAAAAAAAAKc/edj3vY4WCoE/s320/03.jpg" style="cursor: hand; height: 377px; width: 279px;" width="283" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.actlab.utexas.edu/~chelsea/pages/stTeresaVision.htm"&gt;http://www.actlab.utexas.edu/~chelsea/pages/stTeresaVision.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;EHMER, H. K. Miséria de la comunicación social. Elementos para uma crítica de la industria de la conciencia. Madrid: Editorial Gustavo Gilli, 1971. 426p.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHILVERS, Ian. Dicionário Oxford de arte. São Paulo, Martins Fontes, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-876183755078865700?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/876183755078865700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=876183755078865700' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/876183755078865700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/876183755078865700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2008/03/o-xtase-de-santa-teresa-exagero-sem.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SL1Gld0QqNI/AAAAAAAAALI/k7E5czwJ0UY/s72-c/Photo_22.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-12013280358034957</id><published>2008-01-25T20:07:00.001-02:00</published><updated>2010-11-02T10:59:02.312-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- São Paulo e um dos seus símbolos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Tatiane Cornetti'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0cG2RwmGI/AAAAAAAAALY/mX_y7i2wR1c/s1600-h/nova.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245880044931291234" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0cG2RwmGI/AAAAAAAAALY/mX_y7i2wR1c/s320/nova.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Iomar Travaglin - &lt;a href="mailto:itravaglin@yahoo.com.br" title="mailto:itravaglin@sp.senac.br"&gt;i&lt;/a&gt;&lt;a href="mailto:travaglin@yahoo.com.br"&gt;travaglin@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tatiane Cornetti - &lt;a href="mailto:tati_lcc@yahoo.com.br"&gt;tati_lcc@yahoo.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff6666; font-family: verdana; font-size: 130%;"&gt;São Paulo e um dos seus símbolos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1. Edifício Martinelli&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Imagens: Tatiane Cornetti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O centro urbano, apesar do caos moderno, apresenta arquitetura histórica de interesse. A características de ponto turístico não é privilegio de São Paulo, a diferença é a valorização que o povo e principalmente as autoridades demonstram por esses monumentos. Muito já se perdeu e é notória a diferença que estas perdas fazem de povos que administram melhor sua historia e identidade. Um dos maiores símbolos de São Paulo é sem duvida o Edifício Martinelli. Situado no centro velho de São Paulo foi uns dos primeiros edifícios realmente alto da cidade. Símbolo do empreendorismo de um imigrante italiano foi edificado em uma época que o moderno convivia com o antigo e que uma ruptura inevitável estava em andamento: a província se transformava em metrópole. Visitar o prédio é uma volta ao tempo e em seu topo seu edificador construiu uma residência em que é impossível não pensar como seria sua vista em plena construção. Cercado de prédios grandes e modernos ainda impõe uma elegância cuja comparação com certeza traz inveja a seus vizinhos mais recentes. Com certeza é imprescindível pensar que hoje com tanta tecnologia não se fez algo tão bonito e com material totalmente importado. Estivemos em visita monitorada a este prédio com a gentileza da Associação Preserva SP e ficamos maravilhados com sua arquitetura. Em processo de restauro o edifício, em breve, terá o antigo esplendor.&lt;br /&gt;Passear pela cidade pode trazer surpresas muito agradáveis, devemos não apenas criticar e sim reivindicar políticas de segurança e preservação não só para deleite da nossa geração, mas para que um dia possamos entender que a historia urbana é imprescindível para entendimento de nossa cultura e conseqüentemente achar soluções de viver melhor na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5pgm9ZCXnI/AAAAAAAAAIk/ED4geaD4e8s/s1600-h/o.gif"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159542545537195634" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5pgm9ZCXnI/AAAAAAAAAIk/ED4geaD4e8s/s320/o.gif" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Durante as obras - 1928&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.prediomartinelli.com.br/"&gt;http://www.prediomartinelli.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5piOtZCXoI/AAAAAAAAAIs/e9yOVsIC22o/s1600-h/05.gif"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159544327948623490" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5piOtZCXoI/AAAAAAAAAIs/e9yOVsIC22o/s320/05.gif" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Detalhes do Prédio - 1982&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.prediomartinelli.com.br/"&gt;http://www.prediomartinelli.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5pmi9ZCXpI/AAAAAAAAAI0/ESZRXlBDYyU/s1600-h/01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="327" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159549073887485586" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5pmi9ZCXpI/AAAAAAAAAI0/ESZRXlBDYyU/s320/01.jpg" style="cursor: hand; height: 326px; width: 261px;" width="251" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foto: Tatiane Cornetti - 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5pn2dZCXqI/AAAAAAAAAI8/yevqHNKafbI/s1600-h/0202.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159550508406562466" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5pn2dZCXqI/AAAAAAAAAI8/yevqHNKafbI/s320/0202.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Visita ao Edifício Martinelli em 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5poU9ZCXrI/AAAAAAAAAJE/8h2NMjOx4nY/s1600-h/0404.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159551032392572594" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5poU9ZCXrI/AAAAAAAAAJE/8h2NMjOx4nY/s320/0404.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Visita ao Edifício Martinelli em 2007&lt;br /&gt;Entrada pela rua Líbero Badaró&lt;br /&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/EdifCioMartinelli2007"&gt;http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/EdifCioMartinelli2007&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5ppt9ZCXsI/AAAAAAAAAJM/llYBicQAx-s/s1600-h/0707.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159552561400929986" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5ppt9ZCXsI/AAAAAAAAAJM/llYBicQAx-s/s320/0707.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Visita ao Edifício Martinelli em 2007 - Vista do terraço&lt;br /&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/EdifCioMartinelli2007"&gt;http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/EdifCioMartinelli2007&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5pp-9ZCXtI/AAAAAAAAAJU/Jt4wA-pMymA/s1600-h/1212.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159552853458706130" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5pp-9ZCXtI/AAAAAAAAAJU/Jt4wA-pMymA/s320/1212.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Visita ao Edifício Martinelli em 2007 - Casa do Comendador&lt;br /&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/EdifCioMartinelli2007"&gt;http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/EdifCioMartinelli2007&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5pqadZCXuI/AAAAAAAAAJc/4vERgC0Cxlk/s1600-h/1111.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159553325905108706" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R5pqadZCXuI/AAAAAAAAAJc/4vERgC0Cxlk/s320/1111.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Visita ao Edifício Martinelli em 2007&lt;br /&gt;Detalhe do ladrilho hidráulico no terraço&lt;br /&gt;&lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/EdifCioMartinelli2007"&gt;http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/EdifCioMartinelli2007&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color: #ff6666;"&gt;&lt;strong&gt;Para saber mais...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Associação PreservaSP - &lt;a href="http://www.preservasp.org.br/"&gt;http://www.preservasp.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Piratininga.org - &lt;a href="http://www.piratininga.org/"&gt;http://www.piratininga.org/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fotos da visita em 2007 - &lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/EdifCioMartinelli2007"&gt;http://picasaweb.google.com.br/tcornetti/EdifCioMartinelli2007&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-12013280358034957?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/12013280358034957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=12013280358034957' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/12013280358034957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/12013280358034957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2008/01/so-paulo-e-um-dos-seus-smbolos.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0cG2RwmGI/AAAAAAAAALY/mX_y7i2wR1c/s72-c/nova.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-4508491160064929039</id><published>2008-01-08T20:25:00.001-02:00</published><updated>2010-11-02T11:00:36.144-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- As cidades e a urbanização'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0eUhOCXxI/AAAAAAAAALg/xbBP7FP3z64/s1600-h/02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245882478819958546" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0eUhOCXxI/AAAAAAAAALg/xbBP7FP3z64/s320/02.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Iomar Travaglin&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;a href="mailto:itravaglin@yahoo.com.br" title="mailto:itravaglin@sp.senac.br"&gt;i&lt;/a&gt;&lt;a href="mailto:travaglin@yahoo.com.br"&gt;travaglin@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #6600cc; font-family: trebuchet ms; font-size: 130%;"&gt;As cidades e a urbanização&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Por: Iomar Travaglin&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A palavra “cidade” indica o lugar densamente povoado onde a urbanização adquire, através da arquitetura, uma de suas principais características. Todos os centros urbanos possuem desenvolvimento característico ratificado por condições sócio culturais de uma ou mais culturas. Os centros urbanos de São Paulo e Rio de Janeiro surgiram respectivamente em 25 de janeiro de 1554 e 1º de março de 1567 e são, pela localização, diferenciada quanto a sua ordenação e desenvolvimento onde muitos são os fatores que determinam à análise dos historiadores quanto à aglomeração humana e disposição de suas moradias. O consenso gira em torno das cidades próximas ao mar se basearem em fortificações que as protejam e assim, em sua maioria, ordenadas por engenheiros militares principalmente depois da invasão holandesa a Salvador em 1624. Na colônia os centros urbanos eram compostos como apêndices das grandes plantações. Nas Vilas ou cidades se instalavam funcionários, órgãos administrativos e a Igreja. Em períodos específicos do ano os senhores de engenho saiam de suas propriedades rurais para procissões, manifestações litúrgicas e contato com a metrópole. São Paulo não fugiu a regra de formação religiosa, pois remonta a um colégio e conseqüente Igreja que tinha por intuito a catequese dos índios da região e estava localizada onde se encontra hoje o pátio do colégio entre os rios Tamanduateí e Anhangabaú. Nos anos que se seguiram, a vila de São Paulo evoluiu lentamente e consta-se que em 1780 havia 18 ruas e uma média de quatrocentas casas de famílias. Sergio Buarque de Holanda em estudo de comparação entre o centro Hispano americano e Português demonstra a forma desordenada que aqui cresciam as cidades em detrimento a Espanha que construía a colônia como divulgadora e ratificadora de sua cultura, onde fidalgos “preservavam” a cultura Ibérica com a ordenação da arquitetura mercantil, social e política. O que não acontecia em São Paulo onde reinavam a “desordem“ e o descaso urbanístico. O Rio de Janeiro, em contrapartida, obteve um incentivo graças à vinda da Família Imperial portuguesa em 1808. Além de diretamente modificar o espaço urbano do Rio de Janeiro, região em alguns pontos íngreme e praiana, a vinda da corte trouxe importantes incentivos para o país como um todo. No entanto a idéia de corte que adveio ao Brasil facilitou uma expansão sócio-cultural baseada na metrópole portuguesa que do lado econômico visava somente à extração de matéria prima à sombra do regime absolutista vigente na Europa de antes das invasões napoleônicas. Residências oficiais foram construídas e adaptadas para a estadia da corte algumas em moldes europeus com artistas idem. Lenta, mas gradativamente a cidade do Rio de janeiro foi crescendo como centro político do país e após a Independência em 1822 havia o interessante contraste de centro político do país, Rio de janeiro, e o enriquecimento das regiões interioranas com o cultivo do café; São Paulo. O Café no auge da produção passaria, após a escravidão, a absorver mão de obra italiana com grande massa de trabalhadores, e, abria espaço para mais uma etnia na já grande cultura brasileira cuja miscigenação, constituída de escravos negros, índios, portugueses, ingleses e franceses produziu uma cultura peculiar em termos de identidade. A população crescendo surgiu a necessidade de uma organização que parte de saneamento, segurança, urbanização e progresso resultando na formação de uma população cada vez mais institucionalizada e compacta. Pioneiro nos estudos sobre cidades e centros urbanos, Fustel de Coulanges, coloca como composição e gênese à noção de Cidade Estado e idealização urbana pela órbita familiar Greco romana. Gustave Glotez, posteriormente, realizaria um estudo em oposição a este autor onde entraria o contexto econômico. Um exemplo seriam cidades vivendo em torno de um mercado compondo o que poderia ser uma visão mercantilista. Max Weber por sua vez adotaria esta idéia juntamente com o método comparativo a outras cidades numa medida mais profunda e Pirini, outro pesquisador, coloca, ciente das idéias desses estudiosos mostra aspectos jurídicos e econômicos como requisitos básicos de aglomeração urbana.&lt;br /&gt;Em outro contexto, a inovação na análise das cidades, veio de George Simmel que estudava a influencia dos centros urbanos na psique analisando o espaço urbano quanto à modernidade e o que dela resulta no convívio social. Na década de 1910 escreveria sobre o impacto psicológico da cidade em relação ao ser humano, tese onde o autor apresenta a idéia de que haveria nos centros urbanos fatores psicológicos que levariam seus habitantes a uma legitimação de poder através de sinais específicos; estatuas eqüestres, sinais religiosos e administrativos e até a uma ‘doença’ moderna que hoje conhecemos como stress, trazendo uma sociedade voltada à individualidade e apatia perante acontecimentos não corriqueiros tornando-os banais. Walter Benjamim seguidor das idéias de Simmel elabora sua teoria sobre a Modernidade hoje conhecida e divulgada nos meios acadêmicos partindo de algumas de suas premissas.&lt;br /&gt;Vendo que hoje, nos grandes centros urbanos, as idéias de Simmel estão presentes na perda de referencia de tempo e na correria do dia a dia. Viver em grandes centros urbanos possui prós e contras que podem ser melhorados com abordagens políticas que visem o “Bem Estar” acompanhado da preservação de valores históricos de identidade. Pela postura de nossos governantes e da própria população, embora muita coisa foi realizada em prol da cidade, estamos longe disso&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia:&lt;/strong&gt;VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil Colonial (1500-1808). São Paulo: Objetiva, 2000.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R4P8gTCm3QI/AAAAAAAAAIU/g_HoYP9_BHY/s1600-h/0101.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="224" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5153240030439202050" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/R4P8gTCm3QI/AAAAAAAAAIU/g_HoYP9_BHY/s320/0101.jpg" style="cursor: hand; height: 270px; width: 496px;" width="360" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-4508491160064929039?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/4508491160064929039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=4508491160064929039' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/4508491160064929039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/4508491160064929039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2008/01/as-cidades-e-urbanizao.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0eUhOCXxI/AAAAAAAAALg/xbBP7FP3z64/s72-c/02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-4931610063641891061</id><published>2007-10-23T20:59:00.001-02:00</published><updated>2010-11-02T11:01:42.775-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Ricardo Dias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O Manto do Morcego'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0gJVlTXEI/AAAAAAAAALo/eapuLPCPulc/s1600-h/03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245884485741009986" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0gJVlTXEI/AAAAAAAAALo/eapuLPCPulc/s320/03.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;Ricardo Dias&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:ricardo.dias@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family: trebuchet ms;"&gt;ricardo.dias@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: trebuchet ms; font-size: 130%;"&gt;O Manto do Morcego&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Por Ricardo Dias&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx5-Vt1mNhI/AAAAAAAAAHE/5ir3uLA_SfE/s1600-h/0201.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="98" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124672337540953618" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx5-Vt1mNhI/AAAAAAAAAHE/5ir3uLA_SfE/s320/0201.jpg" style="cursor: hand;" width="402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem não conhece o Homem-Morcego? Você pode até não gostar dele – o que é praticamente impossível – mas certamente já viu, leu, ouviu ou assistiu algo com ou sobre ele. Batman está em todo lugar: desde mochilas de crianças indo pra primeira série até ícone de grupos de góticos. E é assim que ele continua existindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas mais fascinantes em Batman é justamente isso. Suas multi-versões. A personagem pode ser um detetive barrigudinho dos anos 60, um herói soturno cheio de parafernálias tecnológicas, um homem sem medo, o medo em si, um velho rabugento e violento que quebra a cara de todo mundo, um monstro homem-morcego literalmente, um demônio, à noite e até mesmo um homossexual, que o diga &lt;a href="http://contanatura.net/arquivo/BATMAN7.jpg"&gt;George Clooney&lt;/a&gt;. Batman deixa de ser uma única coisa, como nunca pôde ser. Batman são Batmans. Ninguém conhece o mesmo, cada um gosta do seu e a personagem deixa de ser uma descrição de particularidades únicas para se tornar um mito. Nós vemos Batman como Gotham City vê o Batman. Uma lenda. E cada um conta uma história diferente dele, embora nunca tenham tido exatamente visto-o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora tenha essa mistura de estilos, muita pouca gente sabe como isso aconteceu. Batman Foi criado por &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bob_Kane"&gt;Bob Kane&lt;/a&gt; e o escritor &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_Finger"&gt;Bill Finger&lt;/a&gt; (mas só Kane ganha créditos, não sei exatamente porquê) e publicado pela editora de quadrinhos americanas &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DC_Comics"&gt;DC Comics&lt;/a&gt;. Sua primeira aparição foi em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Detective_Comics"&gt;Detective Comics&lt;/a&gt; #27, em maio de 1939. A primeira história do Batman “The Case of the Chemical Syndicate”, algo como “O Caso do Sindicato Químico”, tinha um estilo de mistério misturado com cultura gangster. Batman não parecia ter qualquer remorso por matar criminosos e não se importava em usar armas de fogo – ele tinha um revólver sempre à mão, inclusive – e tinha uma completa natureza de detetive. Histórias como essa logo alcançaram estrondoso sucesso, até levar ao ponto de Batman estrear sua própria revista e ficar tão famoso quanto já era o Superman, inclusive sendo considerado junto dele como as estrelas do &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/World%27s_Finest_Comics"&gt;“World’s Finest Comics”&lt;/a&gt; que era uma série de quadrinhos onde os dois apareciam, publicada pela DC. Batman tinha longas orelhas, mais longas do que vemos hoje, uma capa que se parecia mais com uma asa-delta e, ao contrário do que muitos pensam, não usava o famoso cinto de utilidades. O cinto só surgiu algumas edições depois, seguido de perto pelo “batarangue” e o primeiro “batmóvel”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx5_4N1mNiI/AAAAAAAAAHM/8o-9itbtIiQ/s1600-h/0202.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124674029758068258" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx5_4N1mNiI/AAAAAAAAAHM/8o-9itbtIiQ/s320/0202.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;O Batman Original&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O retrato do Batman mais frio e calculista foi atenuado em Detective Comics #38, em 1940, com a introdução de Robin, o garoto ajudante do Batman. Ele foi introduzido como uma espécie de “Watson” para o detetive, pela necessidade que o escritor via de um coadjuvante com o qual Batman pudesse conversar e assim ilustrar melhor a personagem. As vendas da revista dobraram, apesar da preferência de Kane por aventuras solo do Batman – minha preferência, também – e iniciou uma proliferação de “ajudantes crianças” em outros títulos. A primeira edição da revista &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batman_%28t%C3%ADtulo_peri%C3%B3dico%29"&gt;Batman&lt;/a&gt; foi notável não somente por introduzir dois de seus grandes antagonistas, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Coringa_%28DC_Comics%29"&gt;Coringa&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mulher-Gato"&gt;Mulher-Gato&lt;/a&gt;, mas por uma história onde Batman mata uns monstruosos gigantes a tiro. Esta história fez com que o editor Whitney Ellsworth anunciasse que a personagem não poderia mais matar ou usar um revólver. Por volta de 1942 os artistas por trás de Batman já tinham estabelecido muitos dos elementos básicos da mitologia do homem-morcego.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6AlN1mNjI/AAAAAAAAAHU/vf5wfa7Bnlo/s1600-h/0203.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124674802852181554" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6AlN1mNjI/AAAAAAAAAHU/vf5wfa7Bnlo/s320/0203.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Batman e Robin clássicos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após este início de sucesso, Batman passou por muitas mãos e estilos. Seu estilo mais “colorido” veio logo depois do início da segunda guerra, quando houve uma relutância de proliferar violência nos quadrinhos e tudo foi voltado para um estilo de fantasia infanto-juvenil. O mundo do Batman mudou drasticamente, de vazio e ameaçador para vívido e colorido. Batman não era mais uma figura ameaçadora e séria; foi reformulado como uma espécie de cidadão respeitoso e figura paternal. Ele foi logo vitima também de acusações homofóbicas. &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Fredric_Wertham"&gt;Fredric Whertham&lt;/a&gt;, um psicólogo, dizia que Batman e Robin eram ilustrados como amantes. O tom “durante a guerra” continuou vigorando nos quadrinhos e as histórias de Batman se tornaram ainda mais lights. Apareceram a &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Batwoman"&gt;Batwoman&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batgirl"&gt;Bat-Girl&lt;/a&gt;, talvez como uma resposta pelas indagações de homossexualismo das personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1950, as histórias se distanciaram ainda mais das originais e tornaram-se voltadas para a, acreditem, ficção científica, imitando o estilo de outras publicações da DC que estavam fazendo sucesso no momento. Novos personagens como a Batwoman, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ace_the_Bat-Hound"&gt;Ace the Bat-Hound&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bat-Mite"&gt;Bat-Mite&lt;/a&gt; foram introduzidos. As aventuras colocavam Batman lidando com estranhas transformações ou até mesmo enfrentando bizarros alienígenas. Em 1960, ele apareceu pela primeira vez como membro da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Liga_da_Justi%C3%A7a"&gt;Liga da Justiça&lt;/a&gt;.E foram quando as vendas decaíram. Ninguém mais queria saber de Batman por volta de 1964 e ele estava até ameaçado de morte pela editora. O editor &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Julius_Schwartz"&gt;Julius Schwartz&lt;/a&gt; foi escolhido para reviver o herói e ele o fez com drásticas mudanças. As histórias voltaram ao tema do detetive, inclusive com um novo design dos equipamentos de Batman, o Batmóvel e até mesmo seu uniforme (surgia a elipse amarela por trás do morcego, mais conhecida por aqui e assumida erroneamente como o símbolo original do herói. Na verdade o símbolo original é simplesmente o morcego, mais semelhante ao do novo filme, Batman Begins). Os alienígenas, a ficção científica e as personagens bizarras de 1950 foram retirados e mataram até o Alfred (foi substituído por uma tal de tia Harriet). Este Batman é no qual de forma mais próxima foi baseado o da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batman_%28s%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o%29"&gt;série de TV dos anos 60&lt;/a&gt;, com &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Adam_West"&gt;Adam West&lt;/a&gt; como Batman e &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Burt_Ward"&gt;Burt Ward&lt;/a&gt; como Robin. A série fez um grande sucesso, tornando o Batman novamente popular, mas em uma versão bonachona. Por isso, a maioria das pessoas, principalmente antes de Batman Begins (já que os filmes anteriores eram assumidos como “depois da série”) acreditam que o Batman original era como o Batman da série de TV, o que é totalmente equivocado de se pensar. A série também trouxe Alfred Pennyworth, o mordomo que todos adoram, de volta. Graças a deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6BDd1mNkI/AAAAAAAAAHc/9mDwtMzttEQ/s1600-h/0204.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="182" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124675322543224386" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6BDd1mNkI/AAAAAAAAAHc/9mDwtMzttEQ/s320/0204.jpg" style="cursor: hand;" width="376" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;Batman (Adam West) e Robin (Burt Ward) da série de 1966.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de ter sido um sucesso e de fato ser divertida, a série teve suas desvantagens por ter caracterizado o Batman do jeito bonachão, com todos os seus aparatos que mais pareciam brinquedinhos, o que nunca foi exatamente bom. Tanto foi que a partir de 1969 (com a série de TV já findada), começaram a ser feitos esforços para o herói retornar às suas raízes de “soturno vingador da noite”. Apesar de terem feitos ótimas histórias do Batman com este pensamento (e as mesmas serem elogiadas até hoje por fãs do morcego), as revistas continuaram com vendas baixas, pelos anos 70, 80 e o ponto mais baixo de sucesso, em 1985. Batman estava praticamente esquecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Retorno do Cavaleiro das Trevas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Frank_Miller"&gt;Frank Miller&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sin_City"&gt;Sin City&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/300_%28comics%29"&gt;300&lt;/a&gt;) escreveu e ilustrou uma série de Batman em 1986, chamada “&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Dark_Knight_Returns"&gt;Batman: The Dark Knight Returns&lt;/a&gt;” (Batman: O Cavaleiro das Trevas, no Brasil). Foi um sucesso de vendas e revigorou a popularidade de Batman como personagem psicologicamente soturno que era em sua origem nos anos 30. A série mostra um Batman com 50 anos de idade, deixando a aposentadoria para lutar contra o crime – que “foi longe demais” – em um possível futuro, e adota uma garota desta vez como Robin. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6CPN1mNlI/AAAAAAAAAHk/jMo-mADXRJ8/s1600-h/0206.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124676623918315090" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6CPN1mNlI/AAAAAAAAAHk/jMo-mADXRJ8/s320/0206.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;O Batman de Frank Miller&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sucesso da série levantou novamente Batman. Novas revistas seguindo o estilo que Frank Miller ressuscitou começaram a surgir e até mesmo &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alan_Moore"&gt;Alan Moore&lt;/a&gt; continuou com uma visão mais obscura da personagem com “&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Batman:_The_Killing_Joke"&gt;Batman: The Killing Joke&lt;/a&gt;” (Batman: A Piada Mortal), onde o Coringa, em uma tentativa de enlouquecer o &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Commissioner_Gordon"&gt;comissário Gordon&lt;/a&gt;, aleija sua filha &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Barbara_Gordon"&gt;Barbara Gordon&lt;/a&gt;, rapta-o, e o tortura física e psicologicamente. O tom sombrio continuou com a morte de um Robin (o segundo Robin, Jason Todd) em “&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Batman:_A_Death_in_the_Family"&gt;Batman: A Death in the Family&lt;/a&gt;”, em 1988. Fato interessante: Foram os leitores que decidiram pela morte de Jason em votação através de um telefone dado pela DC. Jason foi morto pelo Coringa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6Dc91mNmI/AAAAAAAAAHs/Z6bBJIDhKWk/s1600-h/0207.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="332" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124677959653144162" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6Dc91mNmI/AAAAAAAAAHs/Z6bBJIDhKWk/s320/0207.jpg" style="cursor: hand;" width="237" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1989, Batman teve ainda mais atenção, com a estréia do filme Batman, dirigido por Tim Burton. A partir daí, com o sucesso do filme, as histórias em quadrinhos de Batman voltaram à voga e até mesmo ganharam um novo titulo somente dele, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Legends_of_the_Dark_Knight"&gt;“Legends of the Dark Knight”&lt;/a&gt;, onde ele inclusive voltou a atuar sozinho, sem o Robin. O herói então nunca mais deixou de ser popular, tornando-se um ícone da cultura pop, vendendo revistas, merchandisings e estrelando ainda mais filmes, animações de TV e jogos. Artistas de peso continuaram publicando suas histórias em quadrinhos, inclusive Frank Miller em 2005 e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grant_Morrison"&gt;Grant Morrison&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Dini"&gt;Paul Dini&lt;/a&gt; em 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os filmes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muita gente, principalmente no Brasil, conhece o Batman apenas dos filmes. Então resolvi falar deles um pouco, na verdade, a minha própria opinião crítica a respeito deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro filme, &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batman_%28filme%29"&gt;Batman&lt;/a&gt;, de 1989, é dirigido por &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000318/"&gt;Tim Burton&lt;/a&gt; e estrelado por &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000474/"&gt;Michael Keaton&lt;/a&gt;. Lembro que eu era um garoto e foi provavelmente o primeiro grande filme que fui ver no cinema. Achei um filme incrível e me fez começar a ser um grande fã de Batman. Lembro também que foi um grande sucesso nos Estados Unidos. As pessoas compravam ingressos só pra ver o trailer. Hoje eu acho que o filme tem seus defeitos, mas no geral, eu gosto dele. A atuação do Michael Keaton é ok, ele consegue passar a idéia do Batman bem o bastante. O diretor ser o Tim Burton e a trilha sonora do Danny Elfman já garante qualidade, mas a grande adição do filme é o &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000197/"&gt;Jack Nicholson&lt;/a&gt; como Coringa. Ele encarna o vilão perfeitamente. Além disso, o filme trouxe de volta o tom obscuro original do Batman, afastando-o daquele Batman gordinho da série de TV dos anos 60, coisa pela qual sempre agradecerei (estou brincando, a série tem seu charme).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos fãs reclamam que Batman não mataria os capangas do Coringa, mas eu não me importo, o Batman original matava os vilões às vezes. A única coisa que realmente não me agrada é que eles sugerem o Coringa como o assassino dos pais do Bruce Wayne, quando na verdade foi um ladrão ordinário. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6D4N1mNnI/AAAAAAAAAH0/vyCxM2codT8/s1600-h/0208.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124678427804579442" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6D4N1mNnI/AAAAAAAAAH0/vyCxM2codT8/s320/0208.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O segundo filme é &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batman_Returns"&gt;Batman Returns&lt;/a&gt;, de 1992. Foi o último Batman dirigido por Tim Burton e estrelado por Michael Keaton – infelizmente. É um bom filme também, embora eu particularmente prefira o primeiro. A história do Pingüim (&lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000362/"&gt;Danny DeVito&lt;/a&gt;) é muito interessante e emotiva, e eu gosto muito da Mulher-Gato (&lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000201/"&gt;Michelle Pfeiffer&lt;/a&gt;) desse filme. Não gosto da Mulher-Gato no geral, mas a atuação de Pfeiffer neste filme é muito boa. O filme tem um tom mais sombrio que o primeiro e os personagens são mais intensos, com o Batman na verdade aparecendo menos que os vilões (que tem histórias e motivações muito bem trabalhadas). Não é um filme considerado voltado para crianças e tem suas vantagens em não sê-lo; mas perdeu um pouco da graça que o primeiro tinha, um pouco mais voltado à ação. São duas obras diferentes, cada uma com seus méritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois veio a era &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0001708/"&gt;Joel Schumacher&lt;/a&gt;, também conhecida como era de tortura para os fãs de Batman. &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Batman_Forever"&gt;Batman Forever&lt;/a&gt; (1995), o terceiro filme, é horrível. O Batman agora foi interpretado por &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000174/"&gt;Val Kilmer&lt;/a&gt; e o Robin estreou no cinema interpretado por &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000563/"&gt;Chris O’Donnell&lt;/a&gt;. Se você assistiu a este filme, e conhece o mínimo de Batman, sabe como é bastante inferior aos dois anteriores. Ele foi feito “mais voltado à família” e o merchandising. O tom psicológico e algo gótico dos filmes de Tim Burton foram descartados e o filme ficou mais voltado à ação exacerbada. Val Kilmer é passável – embora não tenha em certas situações o mesmo charme de Keaton, principalmente no que diz respeito à Bruce Wayne – mas o &lt;a href="http://batman.ugo.com/images/galleries/batman_forever_filmtv/batman_forever_2.jpg"&gt;uniforme que ele usa&lt;/a&gt; é estranho, com os &lt;a href="http://www.cracked.com/jp/batman/batmain03.jpg"&gt;contornos dos músculos e do peitoral sobressalente moldados de forma intumescida&lt;/a&gt;, alem do seu famigerado &lt;a href="http://batman.ugo.com/images/galleries/batman_forever_filmtv/batman_forever_3.jpg"&gt;“biquinho”&lt;/a&gt;. As interpretações de &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000120/"&gt;Jim Carey&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000169/"&gt;Tommy Lee Jones&lt;/a&gt;, como o Charada e o Duas-Caras, respectivamente, são muito mais como personagens de desenho, chegando a ser bobas e foras de tom – mas dentro do tom não sério do filme. A aparição do Robin é apagada: Ele é só um adolescente chatinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, há muitas &lt;a href="http://carsale.uol.com.br/noticias/fotos/batmobile_zoom4.jpg"&gt;“coisas que brilham no escuro”&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://uk.gizmodo.com/batman_forever_batmobile.jpg"&gt;batmóvel é um carro alegórico&lt;/a&gt;. Por alguma estranha razão (talvez por causa das crianças criadas na época), o filme foi um sucesso comercial, superando até mesmo Batman Returns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batman_%26_Robin"&gt;Batman &amp;amp; Robin&lt;/a&gt; (1997), o quarto filme, é de extremo mau-gosto e o pior de todos. É novamente dirigido por Joel Schumacher, mas Batman agora é intepretado por George Clooney (que os &lt;a href="http://www.cracked.com/jp/batman/batmain02.jpg"&gt;mamilos&lt;/a&gt; falem por si mesmos). Chris O’Donnell volta como Robin (&lt;a href="http://members.aol.com/mrpharoh90/chrisod/chris14.jpg"&gt;infelizmente&lt;/a&gt;), &lt;a href="http://cler.files.wordpress.com/2007/04/alicia_silverstone.jpg"&gt;Alicia Silverstone&lt;/a&gt; como Bat-Girl, &lt;a href="http://imstars.aufeminin.com/stars/fan/D20060425/1324_300269722_arnold_schwarzenegger_44_H153641_L.jpg"&gt;Arnold Schwarzenegger&lt;/a&gt; como Mr. Freeze e &lt;a href="http://bitaites.org/wp-content/uploads/music/photomusic/60.jpg"&gt;Uma Thurman&lt;/a&gt; como Poison Ivy. Há também o vilão Bane, parecendo mais um &lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3a/RobertSwenson-Bane.JPG"&gt;lutador de luta-livre mexicano&lt;/a&gt;. O filme, graças, foi um fracasso tanto de público como de crítica. Todos reconheceram que o roteiro era uma piada, tinha uniformes ridículos, cenários inorgânicos e direção sem inspiração. O próprio George Clooney disse, sobre o filme: “Acho que podemos ter matado a franquia (do Batman)”. Todos também concordam que foi o pior filme de herói de todos os tempos – pior até mesmo que &lt;a href="http://www.themovieblog.com/archives/Cage-Ghost-Rider.jpg"&gt;Ghost Rider&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Após a era de tortura de Joel Schumacher, o salvador &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0634240/"&gt;Christopher Nolan&lt;/a&gt; nos presenteou em 2005 com &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Batman_Begins"&gt;Batman Begins&lt;/a&gt;, tendo o &lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/9/96/Batman_bale_small.jpg"&gt;Batman interpretado por Christian Bale&lt;/a&gt;, a melhor personificação da personagem nos filmes. Sejamos justos. A história de Begins não é grande coisa e os inimigos me decepcionaram um pouco. Mas o Batman em si, sua história, seus treinos e sua personalidade estão perfeitos. É o Batman original, o que foi criado por Bob Kane, com seu tom sombrio, sua sede por justiça e o desejo de consertar tudo o que está errado, levando em seus próprios ombros. E sim, nenhum Robin por perto, desta vez. A qualidade do Batman de Bale acabou por tornar o filme o segundo filme do Batman mais bem sucedido, atrás apenas do primeiro. Pessoalmente gosto de B. Begins, mas sinto falta do tom mórbido que Tim Burton conferiu aos primeiros filmes. O &lt;a href="http://www.telegraph.co.uk/arts/graphics/filmslide/bat/bat18.jpg"&gt;comissário Gordon&lt;/a&gt; interpretado por Gary Oldman é o melhor já feito, &lt;a href="http://www.britfilms.tv/images/news/Michael%20Caine.jpg"&gt;Alfred&lt;/a&gt; está bem representado e até o &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/images/044_batman/101332_pronta7.jpg"&gt;Morgan Freeman&lt;/a&gt; com seu “&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Batman_Begins_Batmobile1.jpg"&gt;bat-tanque&lt;/a&gt;” é legal. Achei estranho o &lt;a href="http://images.allmoviephoto.com/2005_Batman_Begins/2005_batman_begins_049.jpg"&gt;Scarecrow de Cillian Murphy&lt;/a&gt;. Bem feito, mas não exatamente o &lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/f/f3/Batman373.JPG"&gt;Scarecrow que conheci nos quadrinhos&lt;/a&gt;. Coisas chatas que não acrescentam em nada: &lt;a href="http://us.movies1.yimg.com/movies.yahoo.com/images/hv/photo/movie_pix/warner_brothers/batman_begins/katie_holmes/begins1.jpg"&gt;Rachel Dawes&lt;/a&gt; (Katie Holmes), interesse amoroso de Bruce. Só se for pela beleza da garota. E &lt;a href="http://comicsmedia.ign.com/comics/image/article/624/624890/batman-20050613055248022-000.jpg"&gt;Ra’s al Ghul&lt;/a&gt; (Liam Neeson), com seu mirabolante plano de dominação mundial que não faz muito sentido. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6ET91mNoI/AAAAAAAAAH8/Qkr90tgUspo/s1600-h/0209.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124678904545949314" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6ET91mNoI/AAAAAAAAAH8/Qkr90tgUspo/s320/0209.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Batman por Christian Bale&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora estamos esperando pelo sexto filme do morcego, “The Dark Knight”, seqüência direta de Begins, também dirigido por Nolan com Bale novamente no papel do cavaleiro das trevas. O filme é muito aguardado por fãs, já que figurará o retorno do Coringa, vivido agora por &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0005132/"&gt;Heath Ledger&lt;/a&gt;. Terá também possivelmente o Duas-Caras interpretado por &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0001173/"&gt;Aaron Eckhart&lt;/a&gt;. Rachel Dawes agora será interpretada por &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0350454/"&gt;Maggie Gyllenhaal&lt;/a&gt;, já que Katie Holmes recusou o papel na continuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só posso dizer que ter estes novos filmes do Batman foi um alívio para os fãs, que se livraram da assustadora presença dos filmes de Joel Schumacher. Só isso já é razão o bastante para entusiasmo. Há ainda um outro filme que deixei de fora, e foi na verdade o primeiro de todos, também chamado &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Batman_%281966_film%29"&gt;Batman&lt;/a&gt;. Estreou em 1966 e foi uma tentativa de levar o Batman da série de TV para os cinemas, tendo inclusive os mesmos atores interpretando os heróis e vilões. Aliás, quatro deles em um único filme: Coringa, Charada, Pingüim e Mulher-Gato. Teve sucesso financeiro moderado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendas do Cavaleiro das Trevas&lt;br /&gt;Há muitas coisas sobre as quais não falei, pois senão o texto ia ficar enorme: As nunaces de cada história em quadrinhos dos períodos atuais, os jogos de vídeo-game, as adaptações para outras mídias. Algo que eu não posso deixar passar é a &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Batman:_The_Animated_Series"&gt;série animada&lt;/a&gt; que estreou nos anos 90, entre os filmes do Tim Burton e do Joel Schumacher, vencedora do prêmio Emmy. A série foi parcialmente baseada no primeiro filme de Burton e tinha um estilo bem característico, escuro, com formas duras e quadradas. A animação era voltada para o público adulto – inicialmente – e fez uma incrível releitura da personagem e do universo, tornando-se um cult entre os fãs. As histórias eram por muitas vezes dramáticas e cheias de suspense e todos os vilões acabavam por ser humanizados, com motivações e vidas próprias, junto de roteiros quase sempre de qualidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6FDd1mNpI/AAAAAAAAAIE/IY0HGx-k9fs/s1600-h/0210.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="225" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124679720589735570" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Rx6FDd1mNpI/AAAAAAAAAIE/IY0HGx-k9fs/s320/0210.jpg" style="cursor: hand;" width="299" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Batman da série animada&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gosto muito desta série por ilustrar o Batman que eu mais aprecio e ao mesmo tempo não ser muito pesada ou triste, e ter um clima de mistério e até de histórias de detetives do passado. Mesmo o Robin é interessante (o que raramente acontecia em outras mídias). A série foi tão conceituada que originou outras similares com personagens diferentes da DC, como o &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Superman_Animated_Series"&gt;Superman&lt;/a&gt; e a &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Justice_League_%28TV_series%29"&gt;Liga da Justiça&lt;/a&gt;, na qual Batman também aparece. A série ganhou uma continuação (&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_New_Batman_Adventures"&gt;The New Batman Adventures&lt;/a&gt;), que só teve uma temporada e foi mais voltada para crianças, e também originou as aventuras do Batman do futuro, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Batman_Beyond"&gt;Batman Beyond&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tudo isso, é fácil se perder. Quem é este Batman, afinal? A resposta é, todos, e nenhum. Ele é o que você quiser que ele seja, do que gosta mais de ver, ou de se lembrar. Batman pode ser associado com qualquer coisa e é aí que reside sua riqueza.&lt;br /&gt;Um herói sem super-poderes que, usando de perspicácia e habilidade, tornou-se um dos maiores ícones da DC Comics, dos Estados Unidos e do mundo. Uma personagem que não tem características específicas definidas, mas sim uma gama delas, que coexistem na mente de seus fãs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu prefiro o Batman obscuro e amargurado que se torna a própria noite para defender Gotham. Ele ser a noite é para mim a coisa mais maravilhosa da personagem, porque a noite (principalmente na maldita Gotham, cidade sitiada no crime) é vista como o inferno, a morte, o mal. Batman ser a noite não significa que ele está sendo o mal, e sim que ele está assumindo para si a responsabilidade da noite. Na noite só vai acontecer o que ele permitir. Gotham se torna dele pra tomar conta. O mal que habita a noite agora tem que se ver com o Batman. Ele segue sendo a noite, e a noite se torna o Batman ao invés do mal. É como tomar o mal para si. Deixar de viver sua vida para que outros possam viver a deles. É a epítome do verdadeiro herói.&lt;br /&gt;Mas qual é o seu Batman preferido? Escolha um, apronte suas bat-bugigangas, aperte seu cinto de utilidades e saia dirigindo qualquer versão de bat-móvel que lhe aprouver. Santa pluralidade, Batman. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-4931610063641891061?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/4931610063641891061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=4931610063641891061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/4931610063641891061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/4931610063641891061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2007/10/o-manto-do-morcego.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0gJVlTXEI/AAAAAAAAALo/eapuLPCPulc/s72-c/03.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-2999861559105626320</id><published>2007-09-12T09:12:00.005-03:00</published><updated>2010-11-02T11:15:13.733-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 6emeia'/><title type='text'>- 6emeia</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Pintou primeiro no Artes&amp;amp;fatos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Há algumas semanas divulgamos trabalho realizado por dois paulistanos que gostam de sua cidade e de sua função como ilustradores. Trata-se dos bueiros pintados com motivos artísticos e humorísticos que tem por intuito humanizar a cidade e suas ruas dominadas pelo cinza das empresas produtoras de cimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;O que chama a atenção é que a busca de recursos para viabilizar este projeto é muito difícil fazendo pensar que há necessidade do aval da mídia para ratificar a boa idéia. Pode parecer simples um trabalho que valorize coisas que necessariamente não são muito observadas, mas, além de ratificar essa necessidade de humanizar nossa cidade chamo atenção para que estejamos atentos para verdadeiros artistas que usam a criatividade em prol de uma coisa muito maior.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;As pessoas que organizam este Blog foram os primeiros a disponibilizar espaço para o projeto acreditando tratar-se de um trabalho que merece ser conhecido, por isso temos o prazer de informar que nossos amigos já estão na mídia esperando num futuro próximo o esperado patrocínio para continuarem a pintar e encantar nossa cidade.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Parabéns aos meninos do projeto 6emeia e contem com a gente sempre. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TNAOuy0HE8I/AAAAAAAAAew/ocOVtMpOnGs/s1600/6emeia_woostercollective.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TNAOuy0HE8I/AAAAAAAAAew/ocOVtMpOnGs/s1600/6emeia_woostercollective.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TNAOv6TxloI/AAAAAAAAAe0/Xp1TMEe-Yns/s1600/6emeia_www_andrelangenfeld.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="237" nx="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TNAOv6TxloI/AAAAAAAAAe0/Xp1TMEe-Yns/s320/6emeia_www_andrelangenfeld.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TNAOwVdkp2I/AAAAAAAAAe4/PDh3-uE2TgE/s1600/6emeia_www_fun_walla_co_.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nx="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TNAOwVdkp2I/AAAAAAAAAe4/PDh3-uE2TgE/s1600/6emeia_www_fun_walla_co_.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TNAOwyG439I/AAAAAAAAAe8/ldMQ0pSnTmw/s1600/6emeia_www_repubblica_.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nx="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TNAOwyG439I/AAAAAAAAAe8/ldMQ0pSnTmw/s1600/6emeia_www_repubblica_.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-2999861559105626320?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/2999861559105626320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=2999861559105626320' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/2999861559105626320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/2999861559105626320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2007/09/por-isdhu-honey-delafontisgmail.html' title='- 6emeia'/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/TNAOuy0HE8I/AAAAAAAAAew/ocOVtMpOnGs/s72-c/6emeia_woostercollective.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-6141642745948422153</id><published>2007-09-11T13:15:00.001-03:00</published><updated>2010-11-02T11:16:28.072-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Isdhu Honey'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 6emeia'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0i4ArBxXI/AAAAAAAAALw/ZId29zXuyx8/s1600-h/04.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245887486604985714" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0i4ArBxXI/AAAAAAAAALw/ZId29zXuyx8/s320/04.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;Por: Isdhu Honey&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:delafontis@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;delafontis@gmail.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;A fauna de concreto paulistana.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: red; font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;6emeia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Por: Isdhu Honey&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;É notória uma cidade como São Paulo e toda sua velocidade habitual esconder e guardar belezas.&lt;br /&gt;Os poucos que se aventuram, fugindo do corriqueiro e desviam seu olhar da tensa linha do horizonte acinzentada, segredos são revelados. O que já não é mais segredo aos moradores dos bairros do Bom Retiro, Barra Funda, Santa Cecília e Higienópolis da região central de São Paulo e também para o bairro do Campo Limpo na Zona Sul.&lt;br /&gt;Os moradores desses bairros já perceberam quão grande é a mudança quando alterados pequenos detalhes que compõe o seu ambiente cotidiano.&lt;br /&gt;Acostumaram-se e viram nascer e procriar-se muito rapidamente uma nova fauna de animais em São Paulo. Uma fauna de animais de concreto. Bueiros amanheceram com uma nova identidade e valor. Neles foram pintados animais e personagens. Aproveitando a base que os bueiros apresentam, como o seu formato quadrado com orifícios e uma boca por onde escorre a água e os demais objetos jogados ao esquecimento pela população, o Projeto 6emeia iniciou uma intervenção artística das mais inusitadas e criativas dos últimos tempos na cidade.&lt;br /&gt;Ao criá-los, o Projeto 6emeia consegue modificar não só o ambiente em que se localiza o bueiro, jogando lá sua criatividade e toda sua paleta de cores, como também consegue mudar com as mais diversas reações os pedestres e transeuntes do local.&lt;br /&gt;Inevitavelmente aqueles que por ali passam, ao perceberem e olharem para o bueiro fazem uma série de perguntas e reflexões, indagando-se de como um simples e esquecido bueiro transformou-se em algo tão inusitado e sugestivo.&lt;br /&gt;Leva também a questões como conservação, renovação e modificação do meio ao qual vivemos.&lt;br /&gt;Num lugar como São Paulo, onde o prefeito e seus subsecretários ainda teimam em monopolizar as cores da cidade somente em bege e cinza, e pouco valorizar esse tipo de arte, inclusive apagando alguns trabalhos ignorantemente, trabalhos como os do Projeto 6emeia destoam na paisagem. Seja fazendo as pessoas olharem para baixo ou mesmo fazendo-as acreditar na melhoria do bem estar comum dentro da sociedade. Sendo como gotas coloridas espalhadas dentro de um balde cinza/bege.&lt;br /&gt;O Projeto 6emeia é composto pelos artistas Anderson Augusto e Leonardo Delafuente, mais conhecidos como SÃO e D lafuen T, que há tempos graffitam pelas ruas da cidade, desenvolvendo esse projeto há mais de um ano juntos.&lt;br /&gt;O resultado do trabalho do Projeto 6emeia pode ser conferido durante os meses de agosto e setembro no Bar Berlim, que fica na Barra Funda e expõe fotos realizadas pela dupla, que são tiradas no final de cada bueiro pintado.&lt;br /&gt;Vale a pena conferir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Info: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.6emeia.com/"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;strong&gt;www.6emeia.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Local : Bar Berlin&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 85&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Barra Funda São Paulo. (0xx11) 3392-4594&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RufUXno3zZI/AAAAAAAAAFc/aM8JBjqEKJA/s1600-h/04.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109285804517608850" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RufUXno3zZI/AAAAAAAAAFc/aM8JBjqEKJA/s320/04.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RufUg3o3zaI/AAAAAAAAAFk/1czJQoNZWK4/s1600-h/02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109285963431398818" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RufUg3o3zaI/AAAAAAAAAFk/1czJQoNZWK4/s320/02.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RufUwHo3zbI/AAAAAAAAAFs/Xts_WwA9Go4/s1600-h/01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="228" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109286225424403890" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RufUwHo3zbI/AAAAAAAAAFs/Xts_WwA9Go4/s320/01.jpg" style="cursor: hand; height: 210px; width: 286px;" width="286" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RufVKHo3zdI/AAAAAAAAAF8/-1ERYwRzS7k/s1600-h/03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109286672101002706" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RufVKHo3zdI/AAAAAAAAAF8/-1ERYwRzS7k/s320/03.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RufVXno3zeI/AAAAAAAAAGE/2TicZwF68ig/s1600-h/01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109286904029236706" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RufVXno3zeI/AAAAAAAAAGE/2TicZwF68ig/s320/01.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-6141642745948422153?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/6141642745948422153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=6141642745948422153' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/6141642745948422153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/6141642745948422153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2007/09/fauna-de-concreto-paulistana.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/SM0i4ArBxXI/AAAAAAAAALw/ZId29zXuyx8/s72-c/04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-6259566227547251636</id><published>2007-08-17T21:04:00.000-03:00</published><updated>2007-08-18T17:54:33.236-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsY3yHrzaKI/AAAAAAAAAE0/cZDCHMP25Ps/s1600-h/ttt01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099824962239424674" style="CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsY3yHrzaKI/AAAAAAAAAE0/cZDCHMP25Ps/s320/ttt01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;Tatiane Cornetti&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;a href="mailto:tati_lcc@yahoo.com.br"&gt;tati_lcc@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Iomar Travaglin&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:itravaglin@yahoo.com.br"&gt;itravaglin@yahoo.com.br&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-6259566227547251636?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/6259566227547251636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=6259566227547251636' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/6259566227547251636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/6259566227547251636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2007/08/tatiane-cornetti-iomar-travaglin.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsY3yHrzaKI/AAAAAAAAAE0/cZDCHMP25Ps/s72-c/ttt01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-889517510270296840</id><published>2007-08-17T14:22:00.001-03:00</published><updated>2010-11-02T11:50:20.344-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Iomar Travaglin'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O CASTELINHO DA RUA APA E O CASARÃO DO ANASTÁCIO'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Tatiane Cornetti'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4dQxpkcVI/AAAAAAAAAZQ/-U-_bhapxmE/s1600-h/nova.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322723983641309522" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4dQxpkcVI/AAAAAAAAAZQ/-U-_bhapxmE/s320/nova.jpg" style="cursor: hand; 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&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;EXEMPLOS DE RUÍNAS DE NOSSA IDENTIDADE&amp;nbsp;HISTÓRICA E ARQUITETÔNICA.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;São Paulo cresce vertiginosamente. Pouco ou quase nada sobrou da segunda metade do século XIX que viu a cidade quadrupliar sua população em apenas dez anos. Mesmo sendo um país jovem em relação à cultura européia, com uma cultura diversificada em historia e arquitetura, falta muito para se ter a noção exata de referencia, abundante nas sociedades mais antigas. As reivindicações quanto à preservação de nosso patrimônio nem sempre são ouvidas, levando a crer, que importantes exemplares arquitetônicos de nossa cultura, infelizmente, tendem a desaparecer sem deixar vestígios.&lt;br /&gt;Último vestígio de arquitetura tradicional da região de Santa Cecília, o chamado Castelinho, localizado na esquina da Rua Apa com a Rua são João, deveria ser preservado, está sob a tutela das autoridades que deveriam aplicar bem nossos impostos. É difícil entender como a construção possa estar tão deteriorada sob a custódia de duas instituições, uma a prefeitura (já que pertence à união) e outra a que está ocupando o terreno do edifício. Embora faça um trabalho social exemplar, poderia por isso, obter através de cobrança junto às autoridades, recursos para o que seria sua sede oficial inclusive com o nome da mulher e mãe que foi vitimada em suas dependências. A história do castelinho é conhecida no imaginário paulista já que ali em 1937 houve a morte não esclarecida de uma família composta de mãe e dois filhos já adultos. Após grande repercussão na mídia da época o caso ficou no esquecimento ao longo dos anos. Recentemente no programa Linha direta, exibido pela Rede Globo, em 2007, muitas informações surgiram na internet quanto à construção. Uma delas é de que foi construído em 1912 pelo patriarca da aristocrática família Álvaro dos Reis em honra de sua esposa Maria Cândida Álvares dos Reis que escolheu um castelo francês como referencia para a construção e a outra é a evidência que pode ter havido um tríplice assassinato que contradiz a inexplicável versão oficial de matricídio e fratricídio. Independente da triste história de seus moradores, o Castelinho é uma construção extremamente importante por apresentar um diferencial arquitetônico totalmente incomum em uma região deteriorada pela presença do elevado Costa e Silva, vulgarmente chamado minhocão, construído na década de sessenta em plena ditadura militar. Se não houvesse o Regime militar à época certamente não se teria construído o tal viaduto pela violência que representou a sua construção evidenciando a cumplicidade com o mandante da construção com esse módulo de governo. Muitas famílias foram desapropriadas e apesar de hoje ser importante fluxo de automóveis no caótico trânsito da cidade, vemos que toda a região é morta comercialmente e mesmo os apartamentos da região são desvalorizados devido ao barulho e a falta de privacidade que as construções do nível do viaduto são vítimas. Voltando a construção, localizada de esquina com a São João, a valorização da arquitetura é um valor de memória urbana imprescindível para uma cidade que busca uma identidade, que se conhecida, pode ajudar a estudantes e pesquisadores a entender um pouco o lugar que vive viabilizando projetos e embelezando sítios que podem valorizar a região.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYm8XrzaGI/AAAAAAAAAEU/MiN_Jn3wJY4/s1600-h/tt01.bmp"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="239" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099806446635411554" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYm8XrzaGI/AAAAAAAAAEU/MiN_Jn3wJY4/s320/tt01.bmp" style="cursor: hand;" width="349" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foto Castelinho da Rua Apa (1937)&lt;br /&gt;Fotoblog - &lt;strong&gt;Piratininga, São Paulo, Sampa&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://sampa.sp.2004.fotoblog.uol.com.br/"&gt;http://sampa.sp.2004.fotoblog.uol.com.br/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYoBHrzaII/AAAAAAAAAEk/Pc1ktpyR3bo/s1600-h/tt02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="204" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099807627751417986" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYoBHrzaII/AAAAAAAAAEk/Pc1ktpyR3bo/s320/tt02.jpg" style="cursor: hand; height: 213px; width: 331px;" width="317" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Atual situação do Castelinho da Rua Apa&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Site: Piratininga.org&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.piratininga.org/"&gt;http://www.piratininga.org/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYpkHrzaJI/AAAAAAAAAEs/ipB344fxsro/s1600-h/tt03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099809328558467218" src="http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYpkHrzaJI/AAAAAAAAAEs/ipB344fxsro/s320/tt03.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Atual situação do Castelinho da Rua Apa&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Flickr: Massao&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/massao/99236136/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;http://www.flickr.com/photos/massao/99236136/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Outro exemplo notável de esquecimento de construção histórica é o casarão do Anastácio, localizado na marginal Tietê, mais precisamente nas imediações da ponte Atílio Fontana, ponte Anhanguera. Em cima de um morro que domina a região, é impossível não observá-lo nos fazendo pensar o quanto poderia ser aproveitado para fins culturais e históricos. Totalmente em ruínas, faltando inclusive seu segundo pavimento inteiro, foi recentemente adquirido por grande empresa que pretende construir condomínios. Pelo que consta historicamente o tal terreno pertencia ao Coronel Anastácio de Freitas Troncozo, que depois de seu falecimento foi adquirido pelos descendentes e assim vendido ao Brigadeiro Tobias de Aguiar, cuja esposa Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos ali comparecia periodicamente. Não são conhecidas informações de sua construção, mas sabe-se que existem registros da formação do bairro da Lapa pela fazenda. Como costume na província foi construído com o método de taipas de pilão sendo a construção original demolida por volta de 1917. Reformada provavelmente na época da marquesa na segunda metade do século XIX. A fazenda do Anastácio está envolvida na história de São Paulo por via da Marquesa principalmente por compor o que hoje seria um reduto de Quilombo por honra de Domitila já que, segundo recentes descobertas, uma parte da região é composta por moradores que na sua origem poderiam ser protegidos da ilustre proprietária. Já que as terras da marquesa eram imensas e com certeza na sua origem delimitavam alguns bairros atuais da região. Domitila ao que se sabe era, além de abolicionista, admiradora da cultura afro-brasileira. Foi muitas vezes flagrada a “pitar” com os escravos que protegia. Embora sua construção não seja remanescente do século dezoito deveria, por história da região, fazer parte do itinerário histórico com restauração e preservação. Em 1920 a construção recebeu a fachada atual em estilo chamado missões ou hispânico para servir o Club House do frigorífico Armour como local de lazer e recreação para os funcionários desta empresa.&lt;br /&gt;Devo dizer que quando me referi aos dos condomínios, não significa que sou contra o progresso ou ao desenvolvimento da cidade, e muito menos que prédios devam ser proibidos. O fato é que estes condomínios construídos matam as ruas com seus altos muros tirando muitas vezes toda a graça da comunidade. Talvez o Brás tenha sido a grande vítima dessa prática que juntamente com as desapropriações do metrô acabaram por matar o bairro. Hoje andar no bairro é ver grandes muros onde havia casas e relações humanas. Esses condomínios, os estacionamentos e as desapropriações do Metrô devem ser analisados pela comunidade para que essas práticas não prejudiquem a qualidade de vida. Incentivadas por apresentarem grande manancial de impostos os condomínios estão descaracterizando muitas comunidades residenciais.&lt;br /&gt;Quanto às construções citadas devemos analisar as conseqüências quanto a nossa história e as modificações urbanas, pensando, que podemos entender melhor nossa cidade e seus problemas nas construções de outros tempos que devem ser preservadas por ordem de vários aspectos, sejam sociais, culturais e arquitetônicos. Indicaremos a titulo de ilustração um endereço eletrônico do presidente do grupo chamado Preserva São Paulo, Jorge Eduardo Rubies onde encontremos textos e fotos de locais que nos fazem pensar sobre o grande tesouro artístico que temos a disposição. Especial destaque para o Mosteiro de São Bento que apresenta um dos mais diversificados acervos, em termos de signos e referencias religiosas, que vão desde o Mouro, o egípcio e o bizantino. Veja também, neste site, foto que mostra rachaduras provocadas pelo metrô em belíssimo piso com inspiração bizantina.&lt;br /&gt;Com esses exemplos devemos perceber que a cidade poderá se quisermos, não ser só moderna, será, além disso, uma grande referência futura em arte e qualidade de vida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYjVnrzaCI/AAAAAAAAAD0/eNXjMziJqUg/s1600-h/t01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="217" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099802482380597282" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYjVnrzaCI/AAAAAAAAAD0/eNXjMziJqUg/s320/t01.jpg" style="cursor: hand; height: 271px; width: 369px;" width="359" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;Casarão do Anastácio&lt;br /&gt;Documentário Domitila de Castro Canto e Melo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYlJ3rzaFI/AAAAAAAAAEM/IHgX3C_dxdA/s1600-h/t02.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="235" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099804479540389970" src="http://3.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYlJ3rzaFI/AAAAAAAAAEM/IHgX3C_dxdA/s320/t02.jpg" style="cursor: hand; height: 250px; width: 359px;" width="359" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYkJnrzaEI/AAAAAAAAAEE/OY4TbuLaUJ4/s1600-h/t03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099803375733794882" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsYkJnrzaEI/AAAAAAAAAEE/OY4TbuLaUJ4/s320/t03.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Atual situação do casarão Anastácio&lt;br /&gt;próximo a Ponte Atílio Fontana&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Iomar Travaglin&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Tatiane Cornetti&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Para saber mais...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Associação PreservaSP&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;a href="http://www.preservasp.org.br/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;http://www.preservasp.org.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Piratininga.org&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.piratininga.org/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;http://www.piratininga.org/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Fotoblog - Piratininga, São Paulo, Sampa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://sampa.sp.2004.fotoblog.uol.com.br/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;http://sampa.sp.2004.fotoblog.uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Flickr: Massao&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/massao/99236136"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;http://www.flickr.com/photos/massao/99236136&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Informações sobre o casarão do Anastácio&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://portal.prefeitura.sp.gov.br/subprefeituras/sppj/dados/historico/0004"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;http://portal.prefeitura.sp.gov.br/subprefeituras/sppj/dados/historico/0004&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;quot;trebuchet ms&amp;quot;;"&gt;Tatiane Cornetti/ Iomar Travaglin&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4934808204730537580-889517510270296840?l=artesfatos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artesfatos.blogspot.com/feeds/889517510270296840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4934808204730537580&amp;postID=889517510270296840' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/889517510270296840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4934808204730537580/posts/default/889517510270296840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artesfatos.blogspot.com/2007/08/17-de-agosto-dia-do-patrimnio-histrico.html' title=''/><author><name>coletivo_artes&amp;amp;fatos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14398162198230842805</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/Sd4dQxpkcVI/AAAAAAAAAZQ/-U-_bhapxmE/s72-c/nova.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4934808204730537580.post-2244379675574593797</id><published>2007-08-15T16:08:00.007-03:00</published><updated>2010-11-02T11:26:26.536-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Who Watches the Watchmen?'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term=':: Ricardo Dias'/><title type='text'>Who Watches the Watchmen?</title><content type='html'>﻿﻿ &lt;strong&gt;&lt;span style="color: #990000; font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ou Quem Vigia os Vigilantes?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Por Ricardo Dias&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;﻿ ﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsNR8yBVyyI/AAAAAAAAAC8/iqSDMgLzocg/s1600/watchmen.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="320" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099009307774929698" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsNR8yBVyyI/AAAAAAAAAC8/iqSDMgLzocg/s320/watchmen.jpg" width="208" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Capa da edição americana em volume único &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com o anúncio da produção e do elenco do filme de “Watchmen”, é chegada a hora de muita gente mais jovem, e cinéfilos hollywoodianos de plantão, ingressar no mundo de Watchmen, história criada pelo escritor britânico Alan Moore – o barbudo de Northampton, que acabou de lançar a pornografia-arte, como ele gosta de dizer, Lost Girls (Meninas Crescidas, no Brasil). É bom não esquecer que a história foi primeira concebida em forma de quadrinhos, ou graphic novel para os mais puristas, e que provavelmente vai ter pouca, se alguma, relação com o filme.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;﻿﻿ &lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Watchmen não é a primeira obra de Moore adaptada para o cinema, como bem sabe qualquer apreciador do gênero. A primeira foi Do Inferno, seguida de A Liga Extraordinária (péssimo filme, diga-se de passagem, embora os quadrinhos sejam fantásticos), Constantine e V de Vingança. Nenhum dos filmes chega sequer perto do que há nos quadrinhos e é sabido que Moore tem uma rixa eterna com os produtores de Hollywood acerca disto, brigando para que seu nome seja tirado dos filmes e recusando-se a assisti-los – e também não ganhando nenhum dinheiro. É de convir então que não se faça diferente com Watchmen. Mas falemos da graphic novel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;﻿﻿ &lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Foi escrita por Alan Moore, ilustrada por Dave Gibbons e publicada originalmente em forma de série com 12 volumes mensais pela editora norte-americana DC Comics entre 1986 e 1987. Mais tarde, foi republicada em volume único de formato graphic novel e pode ser encontrada neste formato até hoje, inclusive com uma edição brasileira atual em quatro volumes pela editora Via Lettera (caríssimos). Alan Moore faturou com a série diversos prêmios (Kirby, Eisner, Hugo, este último nunca tinha sido nem nunca mais foi dado a uma história em quadrinhos) e teve a história eleita pela revista Time como um dos 100 melhores romances desde 1923.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A premissa: Em uma Nova York de 1985, super-heróis realmente existem. Não do modo como Super Homem ou Homem-Aranha, que existem sendo o mais importante, e o mundo em que vivem é o elemento coadjuvante. Em Watchmen, o mundo é o mesmo em que vivemos; A Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética está acontecendo e tudo está partindo para uma demonstração de poder desde um acidente nuclear ocorrido em 1959, que transformou Jon Osterman, na época um agente do governo americano, no poderoso Dr. Manhattan.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dr. Manhattan, com seus poderes divinos, tornou-se a última arma americana, deixando os EUA com larga vantagem em relação à URSS e levando-os à vitória. É neste cenário que se incluem os chamados Watchmen: Um grupo de heróis que são possíveis de existir no mundo real. Nenhum deles tem de fato super-poderes – à exceção do Dr. Manhattan, mas que mesmo assim, tem uma explicação científico-plausível para tal. Os Watchmen são pessoas como qualquer pessoa poderia ser. Não saem voando, ou tem super força. Apenas se vestem com fantasias – muitas vezes carnavalescas – e vão defender as pessoas e os ideais que acreditam. Pessoas como nós.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsNStiBVyzI/AAAAAAAAADE/PMmaGxa9jFU/s1600-h/watchmen2.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099010145293552434" src="http://1.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsNStiBVyzI/AAAAAAAAADE/PMmaGxa9jFU/s320/watchmen2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;The Watchmen &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No entanto, na história, este tempo glorioso dos Watchmen já passou e eles todos se foram, morreram, se aposentaram ou mudaram de vida – Adrian Veidt, por exemplo, o ex-Watchmen Ozymandias, usou a fama como herói para se auto-promover como empresário. Apenas um Watchmen não deixou a máscara: Rorschach. E é com ele que a história caminha, quando o mesmo descobre que Edward Blake, o Comediante, foi assassinado, e passa a acreditar que há uma conspiração para tirar os heróis – mascarados, como ele costuma dizer – de circulação. Com isso em mente, Rorschach vai avisando todos os ex-Watchmen que pode e recrutando ajuda, mas todos recusam, ou por não acreditarem nele, ou por acharem que seus tempos já se foram. Os heróis, neste momento, são detestados pelo povo e ser um é uma prática ilegal.&lt;br /&gt;Rorschach decide investigar sozinho com seus métodos nada, digamos, gentis, mas acaba sendo inutilizado. E é então que alguns Watchmen também decidem fazer alguma coisa, principalmente Dan Dreiberg, o Coruja, ex-parceiro de Rorschach.&lt;br /&gt;Watchmen é escrita de uma forma que sempre apresenta ao leitor o ponto de vista nunca imparcial de algum personagem. Ao início, este ponto de vista é quase sempre do Rorschach, um herói de sobretudo pardo, chapéu Fedora, calças roxas de risca, sapatos e luvas. Sua marca registrada é uma máscara que tem em si os padrões de tinta do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teste_de_Rorschach"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Teste de Hermann Rorschach&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; que é de onde ele também tirou o codinome. A máscara é mutável, ou seja, a tinta “dança” causando diferentes formas a cada quadro. No entanto, há algumas passagens em que a máscara apresenta um padrão quase idêntico – quando Roschach registra surpresa, por exemplo – além de se parecer com um ponto de interrogação quando ele faz uma pergunta em determinado momento da história, ou lembrar um palhaço rindo quando ele menciona uma piada. Rorschach considera a máscara como sendo sua real face e nunca a tira. Quando acaba fazendo-o, a “tinta” se torna um ponto irregular no centro.É um vigilante solitário e por muitas vezes usa a tortura para alcançar objetivos, embora não seja um vilão. Suas ações e seu diário denotam uma crença no absolutismo moral e no objetivismo, onde o bem e o mal são claramente definidos e o mal deve ser severamente punido. Negou sua humanidade e as convenções da sociedade para alcançar estes objetivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099011919115045730" src="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsNUUyBVy2I/AAAAAAAAADc/HDk1YJsMHA4/s320/rorschach.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;" /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Rorschach observa&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_WB20PncVmCs/RsNUUyBVy2I/AAAAAAAAADc/HDk1YJsMHA4/s1600-h/rorschach.jpg"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao início de Watchmen, somos apresentados à história com um trecho do diário que Rorschach mantém. Trechos do diário são também ocasionalmente apresentados ao longo da trama. Eis o texto do diário da primeira página:&lt;br /&gt;“12 de outubro de 1985.Carcaça de um cão morto no beco hoje de manhã com marcas de pneu no ventre rasgado. A cidade tem medo de mim. Eu vi sua verdadeira face. As ruas são sarjetas dilatadas cheias de sangue e, quando os bueiros transbordarem, todos os vermes vão se afogar. A imundície de todo sexo e matanças vai espumar até a cintura e as putas e os políticos vão olhar para cima gritando ‘salve-nos’... e eu vou olhar para baixo e dizer ‘não’. Eles tiveram escolha, todos. Podiam ter seguido os passos de homens honrados como meu pai ou o presidente Truman. Homens decentes, que acreditavam no suor do trabalho honesto. Mas seguiram os excrementos de devassos e comunistas sem perceber que a trilha levava a um precipício até ser tarde demais. E não me digam que não tiveram escolha. Agora o mundo todo está na beira do abismo contemplando o inferno e os liberais, intelectuais e sedutores de fala macia... de repente não sabem mais o que dizer.”&lt;br /&gt;Watchmen, como graphic novel, é uma obra muito inteligente e bem escrita, não só para fãs de linguagem de quadrinhos. No entanto, estes possuem algo a mais para se deleitar. O fato de que Moore apanhou um clichê da época – um grupo de super-heróis, como Liga da Justiça e X-Men – e o transformou em algo deveras original, um grupo de seres humanos reais que se apresentam como heróis em um mundo de intrigas e que não podem apelar para os super poderes, por não os terem, é muito gratificante. Além disso, todos os heróis foram baseados, de uma forma ou de outra, em super-heróis de outras paragens, muitos deles já obsoletos na época de Watchmen. Moore pegou vários heróis da Charlton Comics, editora que fora criada em 1946, e que foi adquirida tempos depois pela DC, e trouxe de volta elementos de lá. Por exemplo, Rorschach foi baseado no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quest%C3%83%C2%A3o_(DC_Comics)"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Questão&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; e no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mr._A"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mr. A&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;, enquanto a Espectral, em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nightshade_(comics)"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nightshade&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Can%C3%83%C2%A1rio_Negro"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Canário Negro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Phantom_Lady"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Phantom Lady&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;.&lt;br /&gt;Para pessoas não muito integradas no universo dos quadrinhos, resta apenas a escrita ácida de Moore, suas pesquisas categóricas, seu detalhismo, seu uso magistral de planos e cenas, a adição de matérias de
